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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mensagem de Ano Novo

A Todos os Amigos Visitantes deste Vosso Blog


FotoMagazine 2013

FilmoMagazine 2013



domingo, 29 de dezembro de 2013

Sabadal de 28 Dezembro 2013

O Track

Caros MontiBikers e Seguidores do Blog,
Hoje não me vou alongar nesta crónica de final de ano, apenas vos direi que foi uma despedida de ano nos montes que tanto pedalamos e celebrada com uma ginginha na casa da nossa querida anfitriã, a D. Laurinda.
Foi também a apresentação da nova coqueluche MontiBiker, a nova GoPro3 do MontiNando.
Quatro Montis, Cadilha, Luís, Nando e Tiago pedalaram os últimos 38km do 2013.
Esperamos por vós em 2014 para mais pedaladas e peripécias MontiBikers.
Beijos e Abraços
Abraikes

MontiCadilha 
Fotos

O Filme

O 1º Filme do MontiNando na sua GoPro3



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um Feliz Natal e um Bom Ano Novo


A todos os nossos Amigos do Pedal
 e Visitantes do nosso blog






                          

domingo, 22 de dezembro de 2013

O Track

Provavelmente foi o último Sabadal de 2013 e não quizemos acabar o ano sem uma visita à pastelaria Diamente na Azambuja.
            Quatro Montis responderam à chamada, Victor, Emídio, Luís e Cadilha. Com saída marcada para as 9:00h partiriamos da sede provisória 3 Montis depois da respectiva espera de tolerância. Já na Quinta do Cochão recebi uma chamada do MontiLuís sabendo da nossa localização. Atrasado mas presente. Um compasso de espera na estrada nacional e depois a colagem. Os montis Victor e Emídio já íam um pouco à frente pois estava frio para paragens, mas o reagrupamento seria feito em plena ciclovia já perto de Vila Franca.
            O sol estava presente mas o frio também dizia sim, para o nosso benjamim MontiLuís é que não alinhava nesta coisa do frio, jersey de manga curta e calções no corpinho, sim senhor ganda manganão.
            Grande rolanço pelos trilhos como se fossemos a fazer os caminhos de Fátima, sempre com os campos, pantanais e lençóis de água à nossa direita e milhares de aves no horizonte. Algumas eram perfeitamente identificávies, garças, gaivotas cegonhas, flamingos e outras aves de arribação e não só mas que a nossa cultura MontiBiker não conseguia identificar.
            Chegámos à pastelaria Diamante um pouco depois das 10:30h e à nossa espera uma simpática menina que nos serviria um agradável pequeno almoço. Após uma mini sessão de fotos com a preciosa colaboração da menina “Diamante”, assim será pois ficamos sem saber o seu verdadeiro nome, os MontiBikers fizeram-se ao trilho para o regresso.
Regresso esse que fariamos pelo mesmo trajecto com a sempre animada travessia da passagem aérea da estação da CP da Azambuja. Fazer aquele zig-zaguear sem tirar os pés dos pedais é sempre um desafio para os Montis.
Parece que se está a tornar um hábito, um Monti a finalizar o Sabadal com alguma dificuldade provocado pelas câimbras marotas. Desta vez MontiVictor percorreu os últimos kms com alguma dificuldade, a partir de Alhandra as pernas atraiçoaram-no. Acabaria por levar como receituário – caminhadas 3x por semana de preferência depois do pequeno almoço.
MontiLuís ficaria no Sobralinho depois das despedidas, mais à frente os Montis Emídio e Cadilha seguiriam para a lavagem das “meninas” enquanto MontiVictor seguiria para casa.
Para o ano haverá certamente muitos e bons Sabadais esperando que com mais participantes.
Tenham uma Boas e Santas Festas com muuita animação e uma mesa farta.
Abraikes

MontiCadilha


Fotoreportagem de MontiVictor

O Filme




domingo, 15 de dezembro de 2013

Sabadal de 14 Dezembro de 2103 e Jantar de Natal

O Track


Para relembrar este dia 14 de Dezembro de 2013. Foram 7 Magníficos MontiBikers que se juntaram para um Sabadal memorável.
A sugestão do trilho estava lançada pelo MontiArmando, ída ao alto de Montachique, onde também se encontra um dos Fortes das Linhas de Torres, sendo logo nomeado o MontiGuia.
Com um sol brilhante e uma temperatura a condizer, partimos em direcção do Parque Linear. As subidas não tardariam, Mata do Paraíso e muitas outras se seguiriam.
Curioso curioso é no final a conclusão dos GPS`s ser: 800mt de subida acumulada e 800mt de descida acumulada, mas como é possível? Com subidas longas que parecem intermináveis e com descidas tão rápidas!!! Sinceramente acho que os GPS`s andam malucos.
Antes de subirmos para Montachique, MontiEmídio decidiu regressar a Alverca. Os músculos estavam a ameaçar desgraça e tomou uma decisão irredutível. Ainda pensamos que seria coisa à Portas, mas enganámo-nos.
Continuamos fazendo a subida para Montachique, e que subida, umas bikes foram de empurrão e outras às cavalitas. Até deu para o MontiTiago dar um tralho.
Finalmente chegamos ao topo, Forte de Montachique. Mas nem deu para descansar, o MontiGuia começou logo a descida. MontiPaulo já apresentava sinais de cansaço pelo que foi decidido fazer o regresso por alcatroni via Tojal.
Sempre a rolar em grande “vitesse” chegamos à Granja. Para grande surpresa nossa quem estava em grandes apuros com as câimbras não era MontiPaulo mas sim o nosso homem das maratonas pedestres, MontiCarlos.
Fiquei com ele em velocidade de cruzeiro, enquanto os MontiRestantes seguiram para Alverca desparecendo no horizonte.
Foram 45km com 800mt de acumulado de subidas em mais um Sabadal para a história MontiBiker.
Abraikes

MontiCadilha 


O Filme

e agora as fotos do MontiJantar de Natal
tiradas pelo MontiEmídio

o filme do jantar imagens de MontiEmídio

e finalmente as fotos do MontiJantar de Natal
tiradas pelo MontiNando




sábado, 7 de dezembro de 2013

Sabadal de 07 Dezembro de 2013

O Track


São 9:00h, chego à sede mais que provisória, a CubeBike de MontiNando já lá está mas ele népia. Vou tomar o meu café. Uns breves momentos e entra o grande Nando um MontiAusente nos últimos três meses.
Não esperamos muito e chega MontiEmídio com a sua TrekBike renovada. Uma nova roda traseira toda catita. São 9:07 e questionamos, será que o benjamim MontiLuís vem, e qual o trajecto para hoje?
Nem mais, chega o benjamim e repetimos a pergunta, resposta pronta – por onde vocês quiserem.
Bom, como o Nando ainda não conhece o trilho dos Fortes vamos tentar fazê-lo todo seguido agora que o sabemos todo, proponho eu. Montis de acordo e largada para mais um Sabadal MontiBiker.
Eram 9:10 com uma temperatura fria mas um sol que prometia aquecer rápidamente o ambiente.
Mas ainda não foi desta que o trajecto dos Fortes das Linhas de Torres se faria na sua totalidade, só faltam três fortificações, não está fácil.
Mesmo assim percorremos 38km, fazendo uma passagem pela Xtrilhos e chegamos a Alverca por volta das 13:15, foi belíssimo.
MontiNando teve algumas dificuldades devido à sua longa ausência, mas com momentos de descanço e os incentivos de MontiEmídio acabou por tudo ultrapassar.
Foi um passeio onde não se registaram avarias mecânicas, furos e principalmente quedas, o que é sempre de realçar. Houve sim muita animação e a inconfundível boa disposição MontiBiker.
Não terminariamos a nossa volta sem uma visita, não programada, à nossa loja de eleição, Xtrilhos, para mais uma aquisição de material e claro um cumprimento especial ao nosso mecânico favorito Sérgio. Já depois da descida do Forte da Serra do Formoso encontramos o amigo Johnny, de moto-serra nas mãos a servir de guiador para desbravar terreno.
Mais um Sabadal MontiBiker que passou e agora o próximo encontro será à volta de uma mesa com a presença de todos os MontiBikers. Será o nosso já tradicional MontiJantar de Natal onde o espírito MontiBiker é fortemente cimentado.
Até lá cuidem-se bem e
Abraikes

MontiCadilha
Fotos do MontiEmídio

Fotos do MontiNando


 o Filme



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

MontiArmando na Maratona de Canha

Maratona BTT Canha 2013-12-01

Como sabem fui participar na maratona de canha, pela segunda vez consecutiva. Por volta das 7:00 depois de já meter a bike e o saco para o banho, arranquei para Canha, desta vez sem a presença do MontiPaulo e de nenhum outro MontiBiker.
Foi uma viagem tranquila, por volta das 8:00 já estava a estacionar ao pé do quartel dos B. V. de Canha, estacionado o carro, fui levantar os dorsais para evitar o aglomerado que costuma acontecer nestas provas, este ano com 833 inscritos.
De volta para a carrinha olhei para a mala da ferramenta, que costumo levar sempre nestas provas, onde tenho câmaras de ar e outros acessórios, como vocês sabem não sou adepto de levar nada a não ser os bidons! Mas na véspera, no sabadal que MontiCadilha, MontiEmidio e MontiLuis fizeram, ouve um percalço com o MontiEmidio e não sei porquê deu-me para levar tudo hoje! É maluco!
Colocado o dorsal na bike fui então dar uma voltinha para aquecer e passar o tempo, ao passar perto da meta reparei que já havia dezenas de bikes no local da partida, antes que ficasse para o fim fui logo meter a minha tambem, fiquei umas cinco a seis filas atrás dos primeiros. Há hora prevista e depois da palestra habitual, foi dada a partida, os primeiros kms foram em alcatrão como habitual para o pelotão de 833 participantes se alongar para evitar os engarrafamentos quando se chega aos trilhos. Mas muita gente deu tudo por tudo para chegar á frente nos kms iniciais, desde encontrões a razias, seria para chegar no top ten ao km 10?! Ou para chegar primeiro ao abastecimento?! Bem, após a confusão do inicio da partida e as ultrapassagens dos “cromos”, chegado aos trilhos lá comecei a passar por muitos deles, pois a força inicial tinha ido á vida, o pessoal esquece-se que ainda tem que fazer o resto do percurso e não controla o ritmo e o esforço, mas cada um sabe de si, o percurso tinha muitas zonas com bastante areia onde o pessoal fazia slides e onde obrigava a uma pedalada exigente para não perder o equilíbrio, havia tambem umas quantas subidas de alguma dureza devido ao piso, ouve tambem muito estradão, o que não deixa descansar pois obriga a rolar a um ritmo constante, e assim sendo passado 65 km lá cheguei á meta com o tempo não oficial de 2h54 com uma media de 22.3 km/h, podia ter feito melhor, mas nas ultimas duas semanas não treinei por isso não podia pedir mais das pernas.
Após a chegada á meta, foi altura de pedalar com mais calma e descomprimir um pouco á volta do quartel até á carrinha, bike guardada e saco ás costa para ir tomar banho quando passam três colegas todos irados porque não havia água quente! Já estava á espera disso, quando os balneários são com cilindros é o que acontece, quem chega depois dos primeiros leva com água fria. Sendo assim foi directo ao almoço, fui bem servido mas tive que ir repetir, a chicha estava mesmo boa! Comida a sobremesa hora de voltar para casa para tomar um belo dum banho quente! E assim foi o dominical deste MontiBiker, abraikes e uma boa semana.

MontiArmando

Link com um filme sobre a maratona



domingo, 1 de dezembro de 2013

Sabadal de 30 de Novembro de 2013

O Track



Este reconhecimento dos Fortes das Linhas de Torres está a superar as expectativas. Trilhos nunca antes pedalados, paisagens do “caraças”e sempre aqueles momentos de humor MontiBiker.
Nem sempre o que estava delineado acontece, ou seja, algumas vezes deparamos com barreiras intransponíveis e outras,  trilhos que deixaram de o ser, desapareceram dando lugar a campos lavrados.
Mas os MontiBikers estão sempre bem, avançam, voltam atrás e mais uma subida. Que sorte a seguir de certeza vem uma descida.
Neste sabadal os três MontiPresentes desbravaram trilhos até mais duas fortificações. Primeiro foi o Forte do Trancoso seguindo-se o Forte 1º da Calhandriz.
O Forte do Trancoso já tinha sido visitado pelos MontiPresentes mas nenhum o tinha relacionado a um forte, isto muito simplesmente porque muralhas nem vê-las nem umas pedrinhas que nos dessem a mínima ideia de uma fortificação. No local apenas um marco geodésico e um outro pequeno marco com as inscrições de F5 Calhandriz.
Quanto às vistas, não vos conto. Uma coisa é certa o tal general Wellington não era parvo nenhum, para além da ideia brilhante da sua táctica, os locais que escolheu para as fortificações tinham umas vistas fantásticas.
Quanto ao Forte 1º da Calhandriz, o segundo a ser visitado, tem muralhas. Muito próximo estão outras duas fortificações, que não visitamos mas que numa próxima oportunidade o faremos.
Mais um local que infelizmente não está identificado como Forte das Linhas de Torres. Mais um ao abandono, sem uma placa a relatar a sua histórica importância.
Como vou já longo neste relato apenas acrescentarei que MontiEmidio teve um pequeno precalço na sua TrekBike. Um pau atravessou-se na roda traseira e como consequência um raio partido, um buraco no aro e o desviador danificado.
Mas qual mecânico inventivo, a solução dos problemas foi rápida e genialmente resolvido graças a uma luva de borracha.
Não acabamos o nosso Sabadal sem uma visita ao nosso atencioso “BikoCirurgião” Sérgio da Xtrilhos para um diagnóstico à TrekBike e a respectiva marcação de reparação.
Foram 32 km de mais um grande pedalanço com cerca de 500 mt de acumulado de subida.
Fiquem bem, tenham uma boa semana e boas pedaladas
Abraikes

MontiCadilha 
As Fotos

O Filme


domingo, 24 de novembro de 2013

Sabadal de 23 Novembro 2013 ída ao Forte da Carvalha

O Track 

Neste Sabadal três Montis responderam à chamada e um deles, MontiPaulo, foi a grande surpresa. MontiPaulo já não aparecia para um Sabadal desde o passeio de Almurol, ou seja desde a primavera.
O objectivo neste Sabadal era a continuação do reconhecimento dos Fortes de Linhas de Torres, sendo o próximo a visitar o Forte da Carvalha.
Para encurtar caminho optamos por subir o Cabeço da Rosa, seguindo por À do Mourão e daí o trilho até ao Forte.
Tudo bem, a subida para o Cabeço da Rosa sempre pela estrada nunca é uma tarefa fácil mas vencemos a etapa.
Depois de chegarmos ao ponto de retorno do último Sabadal, entramos no trilho e foi uma maravilha. No começo tivemos um pequeno engano, uma viragem à esquerda, com uma descida bem acentuada e no final desta acabava o trilho.
Voltamos para trás e retomamos o caminho certo e agora sim estavamos no trilho correcto. Mais uma descida valente até encontrarmos a estrada nacional. Bikes com muita lama e a respectiva limpeza antes de prosseguirmos.
Um pouco mais à frente nova entrada no trilho para iniciarmos a subida até ao forte. Após uma curva paramos para esperar pelo MontiVictor que estava um pouco atrasado, aproveitando para um abastecimento e tiragem de lama dos pneus. Entretanto Victor nem vê-lo. Voltamos atrás, nada, um telefonema e MontiVictor tinha entrado na estrada e já estava na subida do trilho do forte.
Voltamos a recuperar o trilho e fizemos a subida sempre em trilho até ao forte. Chegamos e lá estava o nosso Sénior a desfrutar as vistas.
Descanso e registo fotográfico dos Montis.
Após um breve estudo do mapa, descemos para rumarmos ao novo destino, Forte do Trancoso.
Um pouco mais à frente e novo engano, já estavamos em Adoseiros, voltamos para trás.
Seguimos pela estrada de Trancoso. Pensando que o caminho era sempre por estrada até perto do forte, tivemos novo engano. Perto da Ermida de S.Romão deveriamos tomar um trilho, não o fizemos e fomos parar mesmo a Trancoso. Dali podemos avistar bem lá no alto o Forte do Trancoso.
Paciência, os reconhecimentos são assim umas vezes corre tudo bem outras nem por isso.
Decidimos então regressar pela estrada a Alverca.
Foram perto de 40km com 723mt de subida acumulada e eram 12:45 quando chegamos à sede eternamente provisória. Chegamos bem e felizes por mais uma manhã de bom BTT, mesmo sem termos cumprido os objectivos e apesar do frio que a manhã apresentou.
Para a semana à mais assim o tempo o permita.
Abraikes e uma boa semana
MontiCadilha
As Fotos

O Filme



domingo, 17 de novembro de 2013

Sabadal de 16 Novembro de 2013 - Fortes de Linhas de Torres

O Track


Fortes das Linhas de Torres, grande desafio e grande resposta dos Montis com cinco guerreiros a comparecerem para subir, subir e mais subir.
                Com um trajecto estudado durante a semana, partimos da sede provisória pelas 8:40. O primeiro objectivo era o Reduto da Boavista, pertissimo do conhecido  “Boneco de Alhandra”.
                MontiArmando sugeriu neste primeiro troço uma pequena alteração ao estabelecido, uma passagem mais sinuosa pelo Sobralinho.
                Depois de uma breve paragem no Reduto, a subida para o 2ºponto, o Forte 1º da Subserra, local por onde tantas vezes passamos mas nunca o relacionando com as Linhas de Torres. Um pouco mais à frente  a Bateria Nova da Subserra, também ela bem simulada pela vegetação. Continuamos a subir, sim porque isto de visitar os Fortes só tem uma tendência, SUBIR.
                Passamos pelos Fortes da 2ª e 3ª Subserra mas nem nos apercebemos, só agora que estou a escrever a crónica e olhando para o mapa, dou conta que não fizemos a identificação do local.
Chegamos ao Reduto Novo da Costa da Freiria, em várias ocasiões passamos por ali e nunca reparamos na fortificação.
Finalmente a primeira descida mas logo de seguida a “subidita” para os Forte da Serra do Formoso e Forte do Formoso, dois fortes muito próximos  e com uma vista espectacular.  Este local nunca tinha sido visitado pelos Montis, só o MontiLuís conhecia aquando do passeio da Xtrilhos.
Seguiu-se uma grande descida até ao Trancoso. As fortificações que se seguiam, as Baterias do Bulhaco não foram visitadas, teriamos de fazer um desvio e anulamos essa visita.
Para chegarmos ao Forte do Casal do Cego, que era o seguinte, teriamos que atravessar uma pedreira. Com o portão e com receio de existência de algum animal bravo de 4 patas, resolvemos explorar os terrenos circundantes, mas não tivemos sucesso. Um grande declive apareceu-nos pela frente. Ao regressarmos MontiTiago que vinha à frente tomou um outro trilho e para nossa surpresa fomos desembucar mesmo dentro da pedreira . Assim só tivemos um remédio foi continuar e esperar que nenhuma “besta” surgisse no caminho.
Alcançamos o Forte do Casal do Cego. Uma fortificação grande e bem conservada e que bela vista desfrutamos. O forte que se segue era  visível bem ao longe no horizonte, não sei se foi por isso que desmobilizou o MontiArmando ou se a razão era mesmo o ter de fazer o grelhado para o almoço. O certo é que tivemos que regressar e a ída ao Forte da Carvalha e restantes fortificações ficou adiado.
Iniciamos o regresso por trilhos sugeridos pelo MontiArmando. À do Mourão, alto do Mato da Cruz e depois a descida até Arcena.

Nesta descida MontiVictor teve um “Beija Flôr” suave, sem mossas no “cromado”.
No próximo sabadal faremos a entrega, com a devida cerimónia do emblema “BF”.
Em Arcena após as despedidas o grupo dividiu-se a juventude para um lado e os séniores para outro a rumarem à garagem do nº4 para mais uma sessão de alongamentos.
Para todos uma boa semana
Abraikes
MontiCadilha

Fotos

 o Filme 

sábado, 9 de novembro de 2013

Sabadal de 09.Novembro de 2013

Os TriMontiBikersSeniores compareceram para um Sabadal rolante.
No ponto de encontro os Montis Victor e eu, um pouco mais à frente MontiEmidio juntou-se ainda com a barba do dia anterior, eheheh. Mas antes ainda tivemos dois dedos de conversa com MontiArmando, ía a passear com a filhota.
O passeio seria bem calmo, com muita converseta pelo meio sem stress e com uma cambalhota protagonizada pelo nosso MontiSeniorVictor.Mas sem direito a Beija-flôr pois a queda foi com a bike bem paradinha, assim não vale.
O destino foi o Parque das Nações onde fizemos a paragem para abastecimento antes do regresso,todo ele feito pela estrada nacional Nº10.
Na Póvoa de Santa Iria a GhostBike do MontiVictor apresentava um pneu em baixo motivo para mudar a câmara de ar. MontiVictor recusou a operação mas no Forte da Casa não teve outro remédio.
Chegamos a Alverca por volta das 12:30 com 56km percorridos e já na garagem depois de arrumadas as bikes entregamo-nos aos alongamentos.
Para a semana à mais esperando que outros Montis compareçam.
Abraikes

MontiCadilha

Fotos

O Filme


domingo, 3 de novembro de 2013

MontiBikers na 4ª Rota da Água pé do AlvercaBIKE

         Caríssimos,
Independentemente da crónica e do filme deste já grande evento, impunha-se a publicação imediata deste grande momento de Puro BTT
Grande Queda BTTreta
Clica na imagem

O Track

Fotos

Fotos do MontiEmidio

Filme da 4ª Rota Água pé AlvercaBIKE

e finalmente a crónica
Mais uma edição da Rota da Água pé com o Verão de S.Martinho bem presente. Pelotão bem animado e um convívio dominical participado por mais de 80 Bttistas.
A participação MontiBiker este ano foi significativa, 6 elementos, penso que foi record neste evento.
Com a partida dentro do horário o Parque Linear Ribeirinho seria o primeiro ponto de passagem.  As quintas de Vialonga teriam o previlégio de verem o numeroso grupo a passar para depois darmos uma olhada à Central dos paineis solares no alto da Mata do Paraíso.
Após um reagrupar os Bikers desceram até ao Zambujal continuando a descida para com grande animação entrarem no restaurante dos Pneus para a primeira prova de água pé.
Retomando a estrada nacional para deslizarmos até Bucelas onde para grande surpresa fariamos uma visita ao Museu do Vinho, nada mais apropriado. Ponto interessante e desconhecido para a grande maioria dos participantes.
Seguiriamos então para uma “subidita” toda em alcatroni num caminho estreito onde os Bikers tiveram que se aplicar e até recorrer à “avózinha”.
Mais um rolanço em alcatroni plano, e depois uma alternancia trilho alcatrão até chegarmos ao segundo ponto da prova da água pé.
Aqui com a presença e patrocinio dos nossos amigos da Xtrilhos. Fomos presenteados com umas belas febras, um pão delicioso e claro a dita cuja.
Já bem abastecidos seria altura de fazermos o trajecto de regresso. Estrada Nacional até ao Cabeço da Rosa e descida pelo trilho do Casal das Areias.
Mesmo no final da descida do trilho e quando me encontrava parado, passa por mim em grande velocidade e já em prefeito desiquilibrio e a apontar para as ervas o nosso amigo BTTreta Pedro Pais. Uma queda espectacular que felizmente não teve consequências. Aliás teve, a perca do bidon da água pé, mas, mas que mais adiante um amável companheiro após o ter encontrado lhe faria a entrega debaixo de uma enorme ovação.
Mas não foi o único, o AlvercaBIKE Fernando Afonso também daria um pequeno tralho mas mesmo pequeno, rápidamente se levantou montou na bike e desapareceu.
Seguiriamos finalmente para o ponto de partida para os banhos pois a feijoada já estava à nossa espera.
Em grande convívio e confraternização demos cabo da feijoada e seus muchacos.
Parabéns AlvercaBIKE para o ano contamos participar na 5ª Rota assim a vida nos permita.
Abraikes

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sabadal de 26OUT2013

Fotos

Informado da ausência do Zé Cadilha neste sabadal, despachei-me, apesar disso, para ver se às 8:30 algum Montibiker aparecia na sede cor de rosa. Ainda eu estava na garagem a aparelhar-me e chega-me um sms do MontiEmídio a convidar-me para um sabadal mais tardio, para essas 9:30.
Concordei mas à cautela fui inspeccionar a zona da sede e esperar pelo aparecimento de mais candidatos ao sabadal. Ninguém.
Seguindo a sugestão do MontiEmídio fui pedalar para os lados da estação e da OGMA enquanto esperava por ele. Com isto fiz um aquecimento como nunca tinha feito, aí uns 10 km, coisa pouca para grandes estradistas, claro! Mas eu não sou um grande estradista!... Foi a frescura da manhã que me levou a não parar, pois então!
Já com o Emídio tomaram-se as decisões: um passeio sem ousadias para reabituar as pernas ao esforço. Salinas, Parque Linear, depois pela variante de Vialonga até ao Morgado e subida para a Mata do Paraíso. Aí logo se veria. E assim se fez, sempre sem forçar mas com ligeireza. MontiEmídio até teve direito à sua estreia na rotunda nova junto ao hiper dos Três Mosqueteiros. Imaginem há quanto tempo ele ali não passava! Pouca rodagem, é o problema.
Subindo no alcatrão da urbanização que não chegou a ser, atingimos a entrada na mata. Fizemos uma paragem e seguimos para Sta. Cruz, donde começámos a trepar com destino ao cimo das pedreiras. Aí tirámos umas fotos e pusemo-nos a andar para a descida. Emídio à frente, trilho com bastante humidade, passei a jogar à defesa enquanto Emídio fazia uma descida sem hesitações. Mas o cagaço que me fez desmontar acabou por atingir também o meu companheiro que, cuidadoso, pôs os pés no chão quando o piso passou a ser de lama escorregadia. Bem, eu fui o melhor artista nesta coisa do monta/desmonta. Claro que sem o Cadilha não há atribuição de beija-flor e eu, rigoroso, trabalhei todo o tempo para não cair. Chegámos ao Zambujal em perfeitas condições e lá fomos, alcatrão abaixo, até à ponte do Trancão e sempre a pedalar até Bucelas. Passámos pela loja das frutas, de bancadas convidativamente carregadas que até dava vontade de fazer nova paragem. Mas não, prosseguimos e fomo-nos aproximando da Quinta da Romeira, o ponto de partida para a subida até ao Cabeço da Rosa. Já cansadote, mudei para a levezinha e deixei o Emídio ganhar distância. Parámos no topo e o Emídio resolveu picar o MontiCadilha enviando-lhe uma fotografia para lhe meter inveja. E, montados de novo nas meninas, ala pela ladeira abaixo em boa velocidade, desviando para a Verdelha com paragem no Elefante Branco para higienização das bikes.
Na rotunda do Jumbo fizemos as despedidas, marcando o fim de um sabadal discreto e sem esforços exigentes. Agora na Rota da Água Pé é que vamos ver como é...
Esta crónica (já retardada) não ficaria completa sem a indicação de que andámos mais de 35 km nesta voltinha a uma média de cerca de 16 km/h.
E não esqueçam, para complemento da crónica e bom testemunho olhem para as fotos registadas pelo Emídio, que estão algures por aqui.

Salvé Montis!
Abraikes para todos.
Até à Rota!
Victor




domingo, 20 de outubro de 2013

Sabadal de 19 Outubro de 2013



Este fim de semana tivemos um Sabadal bem diferente, um passeio rolante até Belém, junto ao monumento dos descobrimentos.
Marcaram presença dois Montis, Luís o primeiro a chegar ao ponto de encontro e eu, um pouco ensonado.
Cheguei com 5 minutos de atraso. Contra todas as regras de um bom MontiBiker, deitar cedo antes de um pedalanço, este vosso companheiro depois de uma ída à disco, entrou na terra dos lençóis às 4:30 da madrugada. Mas não faltei e com o ligeiro atraso às 8:35 estava em cima da ScottBike.
Devido à carga de água que tinha caído de noite optámos por fazer um rolanço e o destino sugerido por MontiLuís foi posto em marcha. Passagem pelo Parque Linear e ida ao Parque das Nações depois mais se veria.
Tempo um pouco cinzento mas prometia umas aberturas o que veio a confirmar-se.
Sempre a rolar com um bom andamento chegamos ao Parque das Nações. Como as bikes não se detiveram fomos obrigados a segui-las e só viriamos a parar na roda dos descobrimentos em Belém, eram 10:30h.
Não fomos aos pastelinhos pois tinhamos tido a informação momentos antes por um amigo, que os “camones” estavam a ocupar em força os pastelinhos.
Tirámos umas fotos para o registo MontiBiker, com a preciosa ajuda de uma menina japonesa e iniciamos o regresso.
Praticamente pelo mesmo percurso com a alteração na parte final, não fizemos o Parque Linear, chegados à Póvoa continuamos pela estrada nacional até Alverca.
Chegamos às 11:50 à garagem do nº4 após perto de 72km percorridos, com um tempo fantástico e um andamento muito bom, com pena de o grupo não ser mais alargado.
Sempre na esperança de um passeio com muitos MontiBikers eu e a minha ScottBike vamos aparecendo nos Sabadais.
Hoje não à filme apenas estas fotos de registo.

Para o próximo sábado não pedalarei, terei a visita do meu filhoca mais velho e o programa para o fim de semana será especial.
Assim voltaremos a encontrar-nos na 4ª Rota da Água pé do AlvercaBIKE a 3 de Novembro.


Abraikes

terça-feira, 15 de outubro de 2013

12OUT2013 - Sabadal dos extremos.

Mais uma semana inteira passada sem pôr o traseiro no selim...
Bom, a ver se me despacho e apanho quem aparecer na sede para dar a volta sabadal da ordem. Consigo acordar a tempo, aí 7:45, e faço tudo em grande velocidade. Começo a descer a escada do meu prédio antes das 8:25 e quando rumo à garagem, não vendo aparecer o Zé Cadilha, vem-me a ideia de que o vou apanhar a aprontar-se. O homem não estava lá, o que me deixou uma estranha sensação. Despacho-me, saio e aproximo-me da sede sem avistar bikers nas redondezas. Bom, não acredito que já ali tenham estado e penso que vou ter de me arranjar sózinho, "eles não vêm". Mas ponho-me às voltas na praceta, a dar tempo à chegada de algum atrasado. E aparece o benjamim Luis, equipado a preceito e cavalgando a sua Canyon. Boa! Já há Montibikers! E o céu, enfarruscado mas calminho, convida mesmo à passeata.
Conferenciamos sobre hipóteses de vir mais alguém e eu faço um SMS ao Zé Cadilha só para ver o que ele diz. Nada diz e, conclusão, vamos pedalar os dois. O Luis insiste comigo para eu escolher e acabo por apontar para umas encostas "desconhecidas" na zona da antiga Escola dos Marinheiros, junto ao bairro do Paraíso.
Iniciamos o percurso na Qta. do Cochão, entramos com cuidado na EN10 e a caminho de Alhandra só se nota que há muito pouco movimento. Tal como depois se vê no passeio ribeirinho, onde só de longe em longe se passa por alguém. Esperamos que a passagem de nível abra e entramos em Vila Franca para de seguida sairmos, Cevadeiro ao lado, e seguirmos à direita na rotunda dos Marinheiros. O Luis insistia que eu era o guia mas o guia não sabia no que se metia! Foi assim que, após uma hesitação rapidamente resolvida, enfiámos numa breve descida para o Bairro da Mata. Este, arrumadinho e com poucas casas, recentes algumas, só nos apresentou uma hipótese: caminho empinado, a subir não se percebia até onde. E o Luis a dizer "Vá, vamos embora, o guia é que sabe!" Assim iniciámos o nosso calvário esgatanhando no trilho, encosta acima, sem a mínima noção ou esperança de que a subida abrandasse nem estivesse para acabar. O Luis, feito rapaz novo, lá foi pedalando sem esmorecer, enquanto eu, rapaz velho, acabei por desmontar visto que a Ghost não puxava por mim! Subidinha sacana, meus amigos! Acho que não haverá ninguém que a consiga fazer por inteiro sem desmontar. Assunto a ver qualquer dia.
E então chegámos ao Casal da Mata, silencioso, só cães a dar alarme. Lá passámos por dois casaleiros que nos deram o nome do lugar e, mais umas dezenas de metros pedaladas, parámos a apreciar o vale que nos separava duma encosta salpicada de vivendas atraentes e iguaizinhas. Seria Cachoeiras? Não tirámos a limpo mas descansámos um pouco e decidimo-nos por tentar encontrar um trilho que rejeitámos quando da subida para o Casal da Mata. Avançámos e, trocado o alcatrão por um estradão sem problemas, encontrávamo-nos dali a pouco a descer por uns terrenos onde o Luis informou que tinha havido uma prova de motocross, como as fitas de demarcação esvoaçantes confirmavam. Fomos até ao limite do trilho e parámos num ponto alto, de onde se avista a lezíria e o mouchão de Alhandra, e a vista se pode alongar até ao Mar da Palha. Na EN10 podíamos apreciar o movimento na entrada de Vila Franca, a extensão das instalações da Escola dos Marinheiros e até o movimento no passeio ribeirinho, com ciclistas e caminheiros em tamanho reduzido, se distinguia sem dificuldades. Foi como se conquistássemos um pico duma montanha, imaginem lá!
E voltámos para trás tomando de seguida a direcção de Alhandra. Mas perante o início da descida no alcatrão decidimos o contrário, tornar a subir no alcatrão para A-dos-Loucos. Tudo bem. E a seguir? Luis insiste que sou eu quem dita o percurso e apontamos finalmente a S. João dos Montes. Não foi nada má a escolha. Por caminhos ainda não conhecidos, em trilhos junto a vivendas e quintas isoladas, acabámos por deparar com a descida áspera, feita de pedras cimentadas, e empinada para valer! Mãos ferradas nos travões e traseirinho bem recuado, aí vão eles por ali abaixo, com as bikes a estremecer e a adrenalina a subir! No fim soube bem o repouso do estradão saibroso que acompanha a ribeira até S. João dos Montes, onde passámos já em plena descontracção. Acertámos então que, visto eu declarar que me sentia com forças, seguiríamos para Subserra e eu teria de repetir a proeza de subir, sem desmontar, a encosta que nos leva ao alto das pedreiras da Cimpor. Assim foi! E soube bem chegar lá acima e iniciar com descontracção a descida para o Sobralinho, sempre a deslizar! Chegados perto do Estacal (estará bem o nome?) fizemos as nossas despedidas, contentinhos da vida. Ainda só eram 11:30 mas o sabadal estava terminado e tinha valido a pena. Obrigado Luis pela excelente companhia. Vejo que tens muita paciência para esperar por um senior e eu espero aproveitar disso enquanto puder.
Até a um próximo Sabadal, Montibikers ausentes.
PS - Fotos não há, não levávamos máquina. Distância percorrida também não porque eu na chegada verifiquei que o meu computador de bordo já tinha esgotado a pilha. Azar!

Abraikes para todos.
MontiVictor

domingo, 6 de outubro de 2013

Os MontiBikers no 6º Passeio do BTT Lourel em Sintra

O Track

Dois MontiBikers estiveram presentes no passeio do BTT Lourel, MontiLuís e MontiCadilha,
Pelas 7:30 saímos de Alverca depois de um pequeno convívio com o pessoal do AlvercaBIKE, junto ao estádio.
Com tempo de sobra para levantar os dorsais, chegamos a Lourel ainda o relógio não tinha chegado às 8:15 e quem é que nos indicou o lugar de estacionamento quem foi? O nosso amigo Pedro Pais dos BTTretas.


Depois de levantados os dorsais e de se comer um bolinho na zona destinada ao pequeno almoço, foi tempo de preparar as bikes para a grande jornada.
Partida ligeiramente atrasada devido ao atraso da brigada da GNR, recomendações dadas e largada para mais um passeio desta vez a rondar os 260 participantes.
Dois percursos estavam à disposição dos Bikers, 35 e 45km, a separação seria aos 20km mesmo na zona do 1º abastecimento. Para quem optasse pelos 45km, como foi o caso dos MontiBikers, ainda haveria um 2º abastecimento aos 32km. Quantidade de alimentos o suficiente para encarar os kms seguintes com animação.
Uma boa parte do percurso, até ao segundo abastecimento 32km, acompanhei por perto, aquela que viria a ser a primeira senhora dos 45km a cortar a meta, seu nome Tânia. Excelente atleta. Demorei um pouco no abastecimento e foi o suficiente para nunca mais a ver. Irão vê-la várias vezes no filme.
Os trilhos selecionados pelos nossos amigos de Lourel foram bons, aqueles empenos em pedra solta é que não estavam nos meus planos, mas fizeram-se com calma e pelo menos em dois deles, metade da subida foi feita com a ScottBike pela mão.
Logo à partida deixei de ver o jovem MontiLuís, a força da juventude está de tal maneira ao rubro que só lhe voltei a pôr a vista em cima na meta.
Penso que eram 12:30h quando cortei a linha de meta, tenho que confirmar com os tempos da organização. Na chegada fui presenteado, pelo sorteio da quermesse, com uma bomba  da BBB, espectááááculo.
Seguiu-se o banho das “meninas” e só depois fomos nós.
Na companhia dos nossos amigos do AlvercaBIKE seguimos para o almoço.
Em boa companhia e numa saudável confraternização digerimos uma boa refeição tanto em quantidade como em qualidade.
Obrigado amigos de Lourel que com a ajuda dos amigos BTTretas, nos proporcionaram mais um excelente dia de BTT.
Abraikes

E vamos às fotos, as imagens em filme virão depois da respectiva montagem. 
Fotos

Filme 1ª Parte até ao 1º Abastecimento

Filme 2ª Parte até ao 2º Abastecimento

Filme 3ª Parte até à Meta




terça-feira, 1 de outubro de 2013

29 de Setembro Dominical com o AlvercaBIKE

Este fim de semana não houve Sabadal, o tempo não colaborou. No entanto três Montis, mesmo com ameaça de chuva, responderam à chamada para um Dominical.
MontiArmando e MontiCadilha às 8:30 já estavam no ponto de encontro, faltava MontiVictor. Um SMS dizia-me que estava atrasado, ficamos a saber que os atrasos se devem à leitura do jornal, 15 minutos.
Como 15 min. Já está fora da tolerância, os dois pontuários decidiram ir ter com os amigos do AlvercaBIKE e acompanhá-los no seu passeio. Enviamos uma mensagem ao “atrasadito” onde estaríamos e “fora figo”.
Os companheiros do AlvercaBIKE já estavam no seu ponto de encontro, junto ao estádio do FCA, e preparavam-se para partirem no reconhecimento da 4ª Rota da Água pé.
Depois de umas dicas sobre o que iria ser o possível trajecto, o amigo João Nogueira deu ordem de marcha.
Começariamos pelo trilho do Parque Ribeirinho e Linear. Antes de entrarmos no trilho, uma ligeira paragem, mesmo em cima da ponte houve um furo, ou um pneu em baixo, fica aqui a dúvida.
Aproveitei para dar um telefonema a MontiVictor. Estava no estádio. Dada a nossa localização e rumo, MontiVictor deu “fogo à peça” para nos alcançar o mais rápido possível.
Iria-nos alcançar em pleno Parque Linear, numa paragem forçada, desta vez para a substituíção da câmara de ar, da bike do companheiro que em cima da ponte tinha tido a paragem.
Dois compassos de espera que deram uma ajudinha importante para que o nosso sénior nos alcançasse.
Passagem pela Póvoa, estrada dos caniços e variante até ao Pingo Doce de Vialonga. Seria então a primeira subida, até à Mata do Paraíso. Depois de uma paragem para recuperação de uma má disposição de um dos companheiros, foi descer até ao Zambujal.  
Seguimos por alcatrone até ao restaurante dos pneus onde terá lugar a primeira paragem da prova de água pé.
A continuação do reconhecimento fiaria reduzida de duas unidades, MontiVictor e Figueiredo. regressariam a Alverca.
Sempre por “piso negro” até Bucelas para junto ao quartel de bombeiros fazermos uma “subidita”  ainda em alcatrone para entrarmos nos trilhos de Vila de Rei.
Em Calhandros Grandes foi a 2ª paragem onde será feita a outra prova de água pé. MontiArmando já não nos acompanhou nesta visita, tinha que regressar a casa.
Seguiu-se o pedalanço em direcção ao Cabeço da Rosa para descermos pelo trilho junto à CREL até Á-dos-Potes. Paragem na Associação onde será feita a degustação da feijoada e tintol.
Depois de recolher imagens das sala do repasto, despedi-me dos amigos do AlvercaBIKE e rumei à garagem do nº4, para a minha sessão de alongamentos.
Foram 35km de muito bom convívio e de umas subiditas que nos farão abrir o apetite, para os petiscos e água pé, que os nossos anfitriões habitualmente nos oferecem.

No próximo domingo será o passeio dos amigos do Lourel


Abraikes

O Track

O Filme