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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sabadal de 26OUT2013

Fotos

Informado da ausência do Zé Cadilha neste sabadal, despachei-me, apesar disso, para ver se às 8:30 algum Montibiker aparecia na sede cor de rosa. Ainda eu estava na garagem a aparelhar-me e chega-me um sms do MontiEmídio a convidar-me para um sabadal mais tardio, para essas 9:30.
Concordei mas à cautela fui inspeccionar a zona da sede e esperar pelo aparecimento de mais candidatos ao sabadal. Ninguém.
Seguindo a sugestão do MontiEmídio fui pedalar para os lados da estação e da OGMA enquanto esperava por ele. Com isto fiz um aquecimento como nunca tinha feito, aí uns 10 km, coisa pouca para grandes estradistas, claro! Mas eu não sou um grande estradista!... Foi a frescura da manhã que me levou a não parar, pois então!
Já com o Emídio tomaram-se as decisões: um passeio sem ousadias para reabituar as pernas ao esforço. Salinas, Parque Linear, depois pela variante de Vialonga até ao Morgado e subida para a Mata do Paraíso. Aí logo se veria. E assim se fez, sempre sem forçar mas com ligeireza. MontiEmídio até teve direito à sua estreia na rotunda nova junto ao hiper dos Três Mosqueteiros. Imaginem há quanto tempo ele ali não passava! Pouca rodagem, é o problema.
Subindo no alcatrão da urbanização que não chegou a ser, atingimos a entrada na mata. Fizemos uma paragem e seguimos para Sta. Cruz, donde começámos a trepar com destino ao cimo das pedreiras. Aí tirámos umas fotos e pusemo-nos a andar para a descida. Emídio à frente, trilho com bastante humidade, passei a jogar à defesa enquanto Emídio fazia uma descida sem hesitações. Mas o cagaço que me fez desmontar acabou por atingir também o meu companheiro que, cuidadoso, pôs os pés no chão quando o piso passou a ser de lama escorregadia. Bem, eu fui o melhor artista nesta coisa do monta/desmonta. Claro que sem o Cadilha não há atribuição de beija-flor e eu, rigoroso, trabalhei todo o tempo para não cair. Chegámos ao Zambujal em perfeitas condições e lá fomos, alcatrão abaixo, até à ponte do Trancão e sempre a pedalar até Bucelas. Passámos pela loja das frutas, de bancadas convidativamente carregadas que até dava vontade de fazer nova paragem. Mas não, prosseguimos e fomo-nos aproximando da Quinta da Romeira, o ponto de partida para a subida até ao Cabeço da Rosa. Já cansadote, mudei para a levezinha e deixei o Emídio ganhar distância. Parámos no topo e o Emídio resolveu picar o MontiCadilha enviando-lhe uma fotografia para lhe meter inveja. E, montados de novo nas meninas, ala pela ladeira abaixo em boa velocidade, desviando para a Verdelha com paragem no Elefante Branco para higienização das bikes.
Na rotunda do Jumbo fizemos as despedidas, marcando o fim de um sabadal discreto e sem esforços exigentes. Agora na Rota da Água Pé é que vamos ver como é...
Esta crónica (já retardada) não ficaria completa sem a indicação de que andámos mais de 35 km nesta voltinha a uma média de cerca de 16 km/h.
E não esqueçam, para complemento da crónica e bom testemunho olhem para as fotos registadas pelo Emídio, que estão algures por aqui.

Salvé Montis!
Abraikes para todos.
Até à Rota!
Victor




1 comentário:

  1. Esta crónica estava mesmo muito difícil de sair, teve que ser de empurrão. Bom mas os meninos subiram e desceram sem mazelas, o que é sempre de enaltecer,para quem pouco treina.
    A hora de arranque é que foi original, os cobertores agarraram bem o MontiEmidio :).

    até domingo e Abraikes

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