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domingo, 30 de dezembro de 2012

Momentos MontiBikers em 2012


O 2012 não não foi um ano com muitas participações em provas organizadas, a crise está aí, não deixando contudo de ter sido um ano com muitas e boas pedaladas.
Os MontiBikers cresceram com as novas adesões, jovens com muita força e animação. Os novos MontiBikers, Luís, Armando, Tiago e Paulo, vieram dar mais força e juventude ao grupo.
Praticamente todos os fins de semana trilhamos por vários montes na companhia de muitos e bons amigos.
Os nossos amigos BTTretas destacam-se pelas suas grandes iniciativas, onde o companheirismos é extraordinário. Com eles estão sempre presentes o pessoal amigo do Lourel, do Bicicletando, dos Bola de Berlim e outros mais amigos.
Os nossos amigos do Alvercabike com as suas duas grandes realizações, a maratona e a Rota da água pé, esta sem dúvida a mais animada.
O nosso amigo Mário Caetano, o Arrábidabiker que nos acompanhou na Ecovia do Dão.
Este ano participamos no 1º grande evento dos amigos da APOGMA, o seu 1º aniversário num passeio também bem organizado.
Com os muitos Sabadais e um ou outro Dominical os Montis mantiveram-se activos neste 2012. Pena é que nem sempre seja possível passeios com a participação de todos os seus elementos.
Tentei fazer um resumo dos nossos passeios num só filme, foram muitos e bons momentos, pelo que é difícil fazer uma escolha. Mesmo assim deixo-vos esta pequena “Revista Magazine” do ano 2012 MontiBiker.

Abraikes
MontiCadilha
Momentos MontiBikers em 2012


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

MontiJantarNatal 2012

     Foi na quarta-feira dia 12 o Jantar de Natal dos Montibikers onde marcaram presença os 11 magníficos.
Este ano o restaurante contemplado com a nobre presença dos MontiBikers foi o Zé Carteiro na Quinta da Piedade. Com o espaço renovado, o Zé Carteiro tinha à nossa espera uma sala privada onde nos foi servido um belo jantar.
     A lista era variada e prometia, e os Montis avançaram sem medos, choquinhos à lagareiro, espetada de polvo, costeleta de novilho, bifinhos de peru e o prato mais pedido foi o sexprato maminha de ... acho que era uma mistura de carnes. Para acompanhar, vinho da casa e cerveja. As sobremesas foram variadas e claro no final o café.
      O jantar foi animado e recordaram-se alguns dos bons momentos vividos ao longo do ano pelos Montis.
Antes do café foi distribuído aos presentes algumas recordações:

do MontiEmídio um tapete para o rato do computador


do MontiCadilha um calendário 2013

do MontiVictor uma grande barra de chocolate

      E mais um ano que passou com muitos e variados passeios. O grupo MontiBiker a crescer com a adesão de  mais elementos. Juventude com muita força e habilidade para trilhar nos Sabadais e outros passeios Dominicais.
     Esperemos que o 2013 seja um ano de bons momentos de BTT onde possamos trilhar em alegre convívio MontiBiker.
     Será que é em 2013 que os Montis vão a Santiago de Compostela? Será o grande desafio.
     Para todos os MontiBikers e seus familiares
                                                             um Santo e Feliz Natal
                                                      Bom Ano Novo com muita Saúde

     Para os nossos Amigos e habituais leitores deste nosso blog 

                                                             um Santo e Feliz Natal
                                                      Bom Ano Novo com muita Saúde
e
                                                   Muitas e Boas Pedaladas

As fotos do MontiJantarNatal

Filme

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Meia Maratona de Canha 02/12/2012
























 Crónica de MontiArmando
Eram então 7:00 da manhã do dia 2 de Dezembro, quando o nosso Montifriend Paulo chegou á minha casa, ponto de encontro que tínhamos combinado para encontramo-nos. Fui então buscar a minha carrinha para se começar a guardar os sacos e as bikes.
Depois de bem seguras partimos em viagem até Canha, para participarmos na maratona de btt de Canha.
Depois de passarmos Porto Alto começamos a reparar que o terreno estava todo branquinho, mal sabíamos o frio que nos esperava! Chegamos a Canha por volta das 8:15, mais concretamente ao quartel dos bombeiros voluntários de Canha.
Carrinha estacionada, assim que abrimos as portas levamos logo com um calor estranho na cara, a que chamam FRIO, mas estava mesmo frio, não é brincadeira! Estavam dois graus! Quando íamos levantar os dorsais, cruzei com o meu amigo Fernando, da equipa Bike Clinic, por acaso foi um dos elementos deste team que ganhou e outro ficou em terceiro, depois dos cumprimentos e apresentações fomos logo levantar os dorsais, antes da confusão e das longas esperas normais que costuma acontecer nestas provas. Já ao pé da carrinha e depois de colocar os dorsais nas bikes começamos a tirar a roupa que trazíamos e a preparar para começarmos a fazer um aquecimento.
Foi então ao calçar as luvas que o Paulo reparou no frio que iria passar, pois as luvas dele eram de verão, por acaso eu tinha na carrinha umas luvas de um amigo meu que se tinha esquecido delas na carrinha, o Paulo bem que agradeceu o esquecimento alheio…
Fomos então dar umas voltinhas para aquecer e fazer tempo para o inicio da prova, quando se aproximava a hora da partida decidimos colocarmos perto do partida para evitar as confusões e atrasos normais, pois estavam 785 inscritos!
Depois de uma música ambiente que tocava para entreter o pessoal, ouve-se uma senhora da organização a dar a palestra da praxe em relação ás sinaléticas a sinalizar o percurso, o respeito pelas regras de trânsito ao cruzarmos com estradas, o agradecimentos aos patrocinadores, etc.
Foi então dada a partida, demos uma volta pelas ruas de Canha para os moradores, adeptos do BTT e familiares e amigos de todos os presentes contemplassem os atletas desta prova.
Logo cedo o “pelotão” ficou esticadinho, o MontiPaulo desde cedo queria acompanhar os da frente, mas a camaradagem com o MontiArmando, fê-lo abrandar o ritmo. Logo ao entrar nos trilhos reparamos que o terreno estava com muita lama.
Passado uns km começaram os atrasos, a lama era tanta que os meus v-brakes começaram logo a ficar cheios de lama, ficando impossível andar com a bike, pois estava sempre a travar. Depois de limpar a lama reparei que afinal não era só a lama que estava a travar, a roda estava com um ligeiro empeno e roçava nos calços, travando assim a cada volta que dava a roda! Problema resolvido logo pelo MontiPaulo que tirou o conjunto de ferramentas e deu mais folga ao cabo, mas resolvido o problema de não roçar e travar a roda apareceu outro, o tempo de travagem! Mas problema resolvido e uma paragem de cerca de 15 a 20 minutos entre o limpar a lama e perceber o que travava a roda e depois a reparação.
Entretanto fomos ultrapassados por muitos atletas, mas logo começamos aos poucos a ultrapassar o pessoal, o que não era fácil devido ás condições do terreno pois em muitas situações tínhamos que andar com as bikes á mão porque era tanta lama e poças enormes que era impossível andar montado! Passado cerca de 27 km chegamos ao primeiro abastecimento, o MontiPaulo já bebia uma garrafinha de água quando cheguei, fui logo comer uns gomos de laranja e beber um copo de sumo ou bebida energética, não sei bem o que era, sei que logo depois de beber fiquei com uma ligeira indisposição, e que passado uns km transformou-se numa grande indisposição! Tive que deitar cá para fora tudo o que tinha ingerido, percebem o que quero dizer, fiquei logo marcado para o resto da prova! Pois voltei a ter esta indisposição umas quatro vezes!
O que fez que me atrasa-se a mim e ao MontiPaulo que sempre me acompanhou ao meu ritmo, que não era muito… embora não fossemos a um ritmo elevado que gostaríamos de ter ido, e depois de problemas mecânicos e físicos acabamos os 55 km da prova em 377 e 378 com 4:05, tempo muito longe do que esperávamos fazer!  
Terminada a prova fomos lavar as bikes, que foram lavadas pelos bombeiros com as mangueiras de alta pressão usadas para o combate ás chamas. Depois de lavadas fomos para a carrinha estava na hora de arrumar as bikes.
Enquanto descansava e comia umas coisinhas que tinha na carrinha MontiPaulo foi para os balneários dos bombeiros para tomar um banho, mas logo se arrependeu e voltou para trás pois já não havia água quente. Arrumadas as bikes, voltamos para Alverca para regressarmos ás nossas casas e aí sim tomar um belo de um banho bem quentinho.
E assim foi o dominical de 2 de Dezembro destes dois Montis.

MontiArmando                                              MontiPaulo
 



Queres ver mais fotos, clika no link da primeira foto

Se alguém tiver mais fotos desta meia maratona e que as queira partilhar, pois que mas envie.

Inté

domingo, 2 de dezembro de 2012

Sabadal do 1º de Dezembro na Rota de Frielas


A chuva meteu umas fériazinhas e os Montis aproveitaram a deixa. Infelizmente só dois guerreiros apareceram para enfrentar o frio deste 1º de Dezembro.
Os Montis Tiago e Cadilha às 8:35 estavam na sede prontos para o pedalanço, ainda fizemos um compaço de espera na esperança de mais algum pedalador, mas em vão.
Como os terrenos não estavam para grandes aventuras a decisão foi mais uma vez A Rota de Frielas. MontiTiago já não a fazia à uns tempos e com o friinho que se estava a fazer sentir a partida foi dada de imediato.
O sol estava bem presente mas ainda era insuficiente para aquecer as nossas almas.
Os terrenos nas salinas, davam desde logo o sinal de como iriamos encontrar os trilhos ao longo do nosso passeio.
Água, muita água, logo muita lama, especialmente no trilho de Vialonga.
Em Frielas a água e a lama nos trilhos era tanta que a opção teve que ser inevitávelmente o alcatrão.
Mas o vento também foi nosso companheiro e no vale para os lados do Tojal empurrava-nos em sentido contrário. Com os meus “pézinhos” já ensopados e a levarem com todo aquele ventinho fresco começavam a ficar gelados. Nem o sol que agora estava mais quente era sufuciente para alegrar os dedos dos pés.
Como Monti que é Monti não quebra, estes assim o fizeram e foram à luta.
Na rotunda do Aki os Montis separaram-se, MontiTiago ainda ía dar um banho na sua bike no Elefante Azul perto da ponte da Silveira eu lavaria a minha mais tarde.
Foram perto de 40km com uma boa média, ainda não eram onze horas e já estava a entrar na garagem do nº4.
Se o tempo ajudar esperemos que no próximo fim de semana haja mais Montis para pedalar, uma larga participação torna sem dúvida os passeios mais alegres e divertidos.
Até lá Abraikes  
O Filme destes dois Montis solitários

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Dominical de 18 Novembro - A Rota de Frielas

Clica na foto e terás o track anteriormente feito pelo nosso MontiNando

Não houve Sabadal devido à chuva mas no domingo dois Montis responderam ao apelo para um Dominical. Victor e Cadilha às 8:30 estavam no ponto de encontro para saborearem o sol primaveril e também para levarem com o ventinho, que não era pouco.
Foram 40km de pedalanço sempre a rolar, num passeio calmo e com muita cavaqueira. O trilho escolhido foi a planície, uma ída até Frielas, trilho já conhecido de quase todos os Montis. Este trilho ficou baptizado pelo nosso MontiVictor como “A Rota de Frielas”.
Um percurso mesmo à medida quando se quer um passeio calmo, breve, com muitto rolanço e por trilhos práticamente sempre planos.
Como nos dias anteriores a chuva abundou, nalgumas zonas a lama abundava como era de calcular e no trilho de Frielas tivemos de optar pelo alcatrão porque o trilho estava impróprio para o BTT, muito lamacento e grandes lençois de água.
Depois de 40km chegavamos à garagem do nº 4 por volta das 11:10h e com muita satisfação por mais um dia de BTT, pena é que os MontiRestantes estejam um pouco ausentes dos Sabadais.
Esperemos que para o próximo haja mais presenças. Hoje não à filme mas uma foto a marcar o dia nunca falta.
Abraikes 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Os MontiBikers na 3ª Rota da Água-pé do Alvercabike

Clica na imagem e terás o track do passeio


Mais uma presença dos MontiBikers numa organização do Alvercabike, desta vez na 3ª Rota da Água-pé.
Os nossos amigos do Alvercabike proporcionaram-nos mais um excelente dia de BTT, com uma boa organização. Os abastecimentos foram de nível 5, tudo em quantidade e qualidade, onde os participantes tiveram bons momentos de confraternização. O almoço esteve igualmente ao nível que os nossos anfitriões nos têm habituado “5 Canecos”.
Quem diria que depois de uma noite de fortes chuvadas teríamos um dia de BTT espectacular. Total ausência de chuva, vento zero e uma temperatura invejável. O S. Martinho esteve bem presente neste grande dia.
Os Montis presentes, Victor, Nando, Paulo e Cadilha contaram com a presença do amigo João Sousa vindo de Azeitão a convite dos MontiBikers. Uma boa representação nesta 3ª Rota.
Os amigos BTTretas também marcaram presença com três elementos, capitaniados pelo seu presidente Pedro Pais sempre com a sua boa disposição e humor.
O percurso, diferente dos anos anteriores, esteve ao nível dos percursos que os Alvercabike já nos habituou, muitas e longas subidas e descidas a condizer. Para os menos bem preparados a organização tinha um percurso alternativo mais suave.
No 1º abastecimento, na loja Xtrilhos, Calhandriz, para além da degustação houve um sorteio de um equipamento, o mesmo viria a acontecer já no final do percurso na loja Alverbike, dois dos patrocionadores deste evento.
Nenhum MontiBiker foi contemplado, para o ano talvez a sorte esteja connosco.
Felizmente tudo correu bem, apenas um ou outro desvio do trilho momentâneo, alguns furos e nalguns pontos muita lama a obrigar por vezes a levar a bike pela mão.
No final as mangueiras trataram de repôr o ar de beleza às nossas bikes.
O almoço, porco no espeto, foi acompanhado com arroz, batata frita e salada. As bebidas ao gosto do freguês, água-pé, cerveja, sumo ou água. Para sobremesa a escolha era variada, salada de frutos e vários tipos de doçaria.
E agora vamos às imagens, primeiro as estáticas e depois virão as de movimento.
Fotos

Filme 1 - 1ª Parte de Alverca até à Calhandriz


Filme 2 - 2ª Parte de da Calhandriz a Alverca


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Passeio de Hallowen



Passeio de Hallowen em Sintra
31-10-2012

Mais uma vez participei em um passeio nocturno organizado pelos nossos grandes amigos BTTRETAS.
Como já tinha participado no evento igual no ano anterior, fui novamente à aventura, embrenhar-me na maravilhosa Serra de Sintra. Como no ano passado, fomos novamente presenteados com uma noite espectacular para a prática do BTT.
Eu fui dos primeiros a chegar ao local de encontro, o resto da malta foi chegando aos poucos e preparando-se para iniciar o passeio.
Ainda emprestei uma lanterna de led ao Bispo, pois a que ele tinha não podia utilizar devido às pilhas estarem descarregadas, o que ele pensava o contrário. Também tinha no carro uma luz traseira de led, que emprestei a outro biker que tinha uma que não funcionava também. Começo a pensar, o que é que esta gente está a pensar, quando organiza as suas coisas antes de vir para um passeio nocturno?
Não saímos à hora prevista, pois estava em falta um grupo, mas o PedroTretas ao ver que já estava a ficar tarde resolveu iniciar o passeio sem ele. Como é de costume, começou logo com um senhor empeno, mas isso já é de esperar ou não estivéssemos em Sintra.
O passeio decorreu sem grandes incidentes, só algumas falhas de equilíbrio. Houve algumas partidas, como era de esperar, Bruxos que apareciam no meio dos arbustos.
As descidas foram impressionantes do ponto de vista nocturno  as valas existentes foram ultrapassadas algumas vezes com dificuldade, mas sempre com cautela e aviso dos que iam à frente para os que vinham atrás.
O aroma da flora existente, abre bem os nossos pulmões contaminados com a poluição do nosso dia-a-dia na cidade, por exemplo o cheiro do eucalipto refrescante.
Após duas horas e qualquer coisa de passeio chegámos ao local de encontro, onde alguns se despedirem e outros ainda foram repor energias gastas às roulottes do local. Eu, como já me conhecem, fui aviar-me com duas bifanas e uma cerveja média. Enquanto esperávamos pela comida fomos falando uns com os outros, sobre alguns passeios futuros.
Depois de já estar satisfeito e matada a fome, despedi-me dos presentes e agradeci pelo passeio desfrutado na companhia deste impecável pessoal.
Abraikes a todos, e espero ter para a próxima companhia de Montibikers, que de certeza não se vão arrepender.

sábado, 27 de outubro de 2012

Sabadal de 27 Outubro 2012



             O Néctar                                                                                                      A D, Laurinda









            
Um Sabadal com presença de 5 MontiBikers, Victor, Cadilha, Armando, um Secreto e o nosso mais recente reforço MontiPaulo.
    Diga-se desde já a pontualidade de MontiPaulo, o único a chegar à sede em cima das 8:30 e veio a pedalar desde Arruda, os restantes chegaram breves minutos depois.
    Impunha-se um passeio não muito puxado ao jeito do Secreto. Foi decidido então um percurso suave, nada de exageros, e em simultâneo a preocupação de escolher um trilho que fosse novidade para o MontiPaulo.
   Assim as bikes rumaram como primeiro trilho, as salinas e depois trilhamos exactamente o mesmo percurso feito no Sabadal passado pelos Montis Victor e Cadilha.
    Depois das salinas, que mesmo com as recentes chuvadas se apresentavam bem cicláveis, entramos na Póvoa de Santa Iria. Passada a rotunda dos caniços direccionamos as bikes para o Forte da Casa e então aí entramos no trilho já por nós baptizado pela rota do Alvercabike, em direcção à Mata do Paraíso.
    Em Vialonga, perto do bairro da Icessa, o nosso sénior MontiVictor, despediu-se do grupo. Altas funções de representatividade do Grupo Ares Novos obrigavam o nosso ilustre companheiro regressar a Alverca.
     Os MontisRestantes prosseguiram o pedalanço para a Mata do Paraíso. Aqui depois de consultado o relógio e o estado físico do companheiro Secreto, foi decidido seguir os estradões até ao Zambujal e pedalar com vigor até ao Tojal para fazermos uma visita à D. Laurinda e degustar a sua bela ginginha.
    Quando bebiamos a dita cuja entrou um camarada do pedal a quem ofereci uma ginginha.  O men recusou, resposta rápida e firme, isso não nem pensar. Bebeu um café e saíu. Logo de seguida foi a nossa vez de sair e surpresa, demos com o camarada a fumar uma grande cigarrada.
      Mais uma consulta ao companheiro Secreto e decisão tomada, seguir pelo trilho do vale até Unhos.
     Já no regresso pelo vale e quando seguía uns quantos metros à frente do grupo, fui abalroado por cinco cães de um rebanho de ovelhas. Durante uns intermináveis  e longos segundos aquelas alminhas danadas não me largaram os tornozelos. Com aquelas dentuças afiadas e constantemente a ladrarem, este vosso cronista não parava de pedalar e de zinguezaguear com a sua ScottBike na esperança que os bichos malvados parassem a perseguição.
     Quando finalmente desistiram de ferrar os meus belos e trabalhadores tornozelos, olhei para trás e vi os grandes sacanas a passarem pelos MontisRestantes numa calmaria impressionante. Conclusão, ou os tornozelos dos meus companheiros não eram convidativos, ou cansei-os em demasia.
      Bom, depois disto foi regressar a casa na santa paz do sossego, sempre em trilho plano.
   Na rotunda do alambique da cerveja, na Verdelha, as despedidas dos Montis Paulo e Armando. Seguiriam via Bom Sucesso e eu na companhia do companheiro Secreto rumo a Alverca.
   Foi mais um Sabadal MontiBiker com aproximadamente 40km percorridos e chegada a Alverca às 12:25h.
    No próximo domingo estaremos representados no 3º passeio da Rota da Água-Pé dos nossos amigos do    Alvercabike
  Até lá Abraikes
                             e boas pedaladas 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sabadal MontiDuo de 20 de Outubro



O clima e a meteorologia andam bem em Portugal. Basta lembrarmo-nos de que se fez sabadal porque o boletim anunciava Sol no sábado e chuva no domingo.
E assim foi: o sabadal beneficiou de um fantástico dia de sol, próprio do Outono desta nossa terra, e a dar a esperança de que, quando for tempo de água pé, o São Martinho abrirá a capa do seu Verão para um ameno passeio sem molhar os costados.
Na sede CordeRosa juntaram-se MontiCadilha e MontiVictor, e tiveram o prazer de conversar uns minutos com um grupo das bandas de Odivelas que, pedalando para Fátima, fez paragem de abastecimento na n/sede. Iam pernoitar em Turismo Rural no Arneiro da Milhariça, à razão de 25 euros por cabeça. Exemplo a considerar nas n/futuras viagens. Com fraternos votos de boa viagem despedimo-nos dos peregrinos.
Proposta de MontiCadilha: fazer o percurso inicial do último Alvercabike e, indo pela Mata do Paraíso, subir um pouco mais (Ver fotos) para descer depois ao Zambujal e, talvez, à ginjinha. Na verdade não fomos à ginjinha, reservámos a hipótese para um próximo sabadal mais concorrido. Mas foi feito o percurso previsto, sem dificuldades de maior. Apesar de já ter chovido benzinho, a argamassa lamacenta dos nossos trilhos ainda não atingiu um volume exagerado (ver fotos para fazer uma ideia). Por isso pudemos pedalar bem em todo o percurso, limitando-nos a umas limpezas ocasionais quando os salpicos de lama começavam a engrossar. Do Zambujal descemos a S. Julião do Tojal, daí fomos na direcção de Unhos, para depois darmos uma guinada rumo a Sto. Antão, com desvio para a estrada do Monteiro-Mor e regresso a rolar até Alverca. Em cima do meio-dia o MontiDuo estava na Torre do Meio, com 40 km de pedalagem no papinho e com a satisfação de ter podido aproveitar um sábado bonito. As bikes não protestaram mas acho que ficaram pouco contentes por não terem ido à banhoca (ainda ver foto...). Nem sempre pode ser, minhas queridas. Mas da próxima será...
Boa semana, Montistodos.
E uma rodada de Abraikes.
Deste vosso
MontiVictor




domingo, 7 de outubro de 2012

Os MontiBikers no Entre Barragens Montargil e Maranhão dos BTTretas

Fotos de MontiCadilha, MontiArmando e MontiNando

Filme  o discurso do Presidente BTTretas
clica nos Tretas

Passeio entre as Barragens de Montargil e Maranhão
      Pois é, meus amigos do BTT, mais uma vez fomos premiados com um excelente passeio organizado pelos nossos amigos Bttretas. Tenho pena de não estarem presentes mais Montibikers, pois iriam de certeza gostar deste evento. Uma coisa vos digo, não percam os próximos eventos deste grupo, pois têm sempre muita confraternização e boa disposição.
    Este dia começou cedo para os Montis presentes (MontiCadilha, MontiNando, MontiLuis e MontiArmando), e ainda a presença da minha mulher Carla, que participou no passeio pedestre incluído no evento, para acompanhantes. Eram 5H25 da manhã, hora combinada para encontro e arrumação do material no carro em frente ao prédio nº4, os presentes foram céleres e portanto saímos antes da hora prevista.
    Rumámos ao destino de encontro com os Bttretas, no parque de estacionamento do Lidl da Cavaleira. Fomos dos primeiros a chegar e pelos vistos quem vinha de mais longe, como nós, já se encontrava no local. Aos poucos foi chegando o resto do grupo mais o autocarro, entretanto entre os cumprimentos foi-se arrumando as bicicletas, o que se revelou um pouco demorado, pois já saímos da Cavaleira fora da hora prevista.
    A viagem foi calma, com visualização de filmes sobre passeios feitos pelos Bttretas. Como toda a gente teve de se levantar cedo, houve quem aproveitasse para passar pelas brasas, outros foram conversando até ao destino, que seria a localidade do Cabeção.
    Chegámos ao local um pouco fora do horário que estava estabelecido e isso viria a comprometer a hora do almoço. Após retirarmos as bicicletas e todo grupo estar pronto, fomos tirar as fotos da praxe. Primeiro, aqueles que iam fazer o passeio de Btt e depois os que iam fazer o Pedestre.
    O começo do trajeto foi de alguns metros em alcatrão, para depois passarmos ao de terra batida, onde nos sentimos mais à vontade. O terreno em si era maioritariamente de areia, por isso houve quem vacilasse em certos sítios, onde ela abundava mais. Passámos por certos terrenos onde existiam imensos sobreiros e oliveiras, via-se que nos encontrávamos em terra Alentejana. Nos primeiros 25 Kms tivemos muitas paragens, ou por quem tivesse caído ou simplesmente por aqueles que têm um andamento menos veloz. O trajeto era de nível razoável e fácil, no qual havia poucas subidas e algumas descidas espetaculares. Ao Km 18 estávamos na barragem de Montargil, onde pudemos vislumbrar uma paisagem muito bonita, própria para tirar várias fotos, inclusive a de grupo e também para comermos alguma coisa
     Continuámos caminho até ao Km 40, onde se situava a barragem do Maranhão. Aí existia um empeno grande para alcançar o Miradouro, mas essa subida iria ter a sua recompensa, pois dava para vislumbrar a segunda paisagem magnífica do passeio, onde fizemos novamente a mesma coisa que na primeira, fotos e comer alguma coisa para enganar a fome que já se fazia sentir.
     De seguida fomos para os últimos 13 Kms para o final do passeio, que fizemos por estrada,trilho,estrada, onde houve uma semelhança em relação aos últimos 6 Kms do passeio pelos caminhos do Alviela, em que existiu um verdadeiro despique ao sprint entre vários companheiros para o finalizar em grande apoteose.
    O Grupo que fez o passeio pedestre, já estava algumas horas à nossa espera, e ainda teve de esperar um pouco mais para que se arrumasse as bicicletas no autocarro e irmos aos banhos. O local dos banhos ainda era um pouco afastado do sítio onde se encontrava estacionado o autocarro.
    Por volta das 15H00, quando todos já se encontravam prontos, finalmente rumamos para o Restaurante O Solar da Vila, também aí tivemos de andar um pouco para alcançá-lo, mas o esforço foi compensado com um belíssimo almoço em que houve um ambiente extraordinário de confraternização liderada pelo grande anfitrião Pedro “Le President” dos Bttretas.
    No final do almoço o grupo estava todo bem animado e isso viu-se dentro do autocarro no regresso à Cavaleira.
    Chegámos ao estacionamento do Lidl por volta das 20H00, onde tirámos as bicicletas do autocarro e nos despedimos de todos, agradecendo pelo magnífico dia passado com eles. As fotos e os vídeos vão demonstrar que foi mais um evento bem-sucedido dos nossos grandes amigos Bttretas.
     Um grande abraço a todos e que venha o próximo evento.
      MontiNando
                                                      Filme  O antes e O depois

Filme Parte 1 Cabeção - Montargil

Filme Parte 2 Montargil - Cabeção


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sabadal de 29 Setembro de 2012


Presentes para mais um sabadal 5 MontiBikers, Armando, Luis, Tiago, Victor e Cadilha. Programa previsto, um pedalanço suave, MontiArmando tinha no Domingo uma maratona bem puxadinha e o esforço tinha que ser doseado.
            Salinas percorridas, onde nos cruzamos com o primeiro grupo de companheiros do pedal, entramos nos terrenos das quintas de Vialonga, Alpriate e Granja.
            A novidade deste sabadal para a maioria dos presentes foi percorrer o vale perto de Unhos onde fizemos o regresso com a intenção de irmos à ginginha da D. Laurinha.
            Como o pedalanço estava com bom ritmo, o relógio só marcava 10:00h, houve a sugestão de se fazer uma subidita. O destino proposto foi Mata do Paraíso, não estavamos longe e ficava a caminho do regresso a Alverca.
            No Zambujal uma paragem junto ao bebedouro para o respectivo abastecimento e alguma cavaqueira, depois a subida para o nosso muito agradável “labirinto” da Mata do Paraíso.
            Antes de iniciarmos a descida pelo labirinto, decidiu-se que hoje não fariamos a visita à D.Laurinda, que nos obrigaria a andar em sentido contrário de casa, ficando assim adiada a prova da ginginha.
            Descida feita. Uma pequena paragem antes de regressarmos ao alcatrão no Quintanilho e um encontro com dois companheiros do Armando. Descida então ao Quintanilho e entrada nos trilhos dos caminhos de Fátima. Na passagem por um dos caniços aí existentes, o guiador da bike do MontiArmando prendeu-se numa cana obrigando-o a sair disparado do trilho mas sem cair, portanto não “beijou a flôr”. Um companheiro que pedalava solitário juntou-se aqui ao grupo.
Pedalanço retomado. Na estrada dos caniços surgiu a dúvida ir pelas salinas ou pela central de cervejas e a decisão foi a última pois ficava já na direcção do Bom Sucesso e Sobralinho destino de alguns dos pedalantes.
Logo a seguir ao viaduto da autoestrada o nosso companheiro solitário saíu do alcatrão e entrou no trilho, os Montis seguiram em frente. Mas nem todos, MontiVictor que vinha um pouco mais atrasado não se apercebeu desta separação e o seus olhinhos só viram o solitário a subir pelo trilho. Como o nosso sénior é um grande amante de uma boa subida foi atrás do solitário.
Em frente à central de cervejas demos por falta do nosso bem amado companheiro. Paragem efectuada e esperamos. Mas nada, como MontiVictor não dava sinais, os Montis Armando e Tiago foram investigar. Alguns momentos depois decidi telefonar ao nosso perdido mas sem sucesso. Bom decidimos regressar na esperança de que o nosso bom amigo já tivesse dado pelo desencontro e regressado a Alverca. Toca o meu télélé, MontiVictor está no Forte da Casa e ficou combinado encontrarmo-nos na garagem.
Depois deste pequeno precalço lá continuamos fazendo as despedidas na rotunda do alambique. MontiArmando e MontiTiago para o Bom Sucesso, MontiLuís seguiria para o Sobralinho.
Eu, agora solitário a caminho da garagem do nº4 onde já na companhia de MontiVictor fariamos os nossos habituais alongamentos.
Passava pouco do meio dia depois de percorridos cerca de 33km, com um tempo e temperatura formidável para a prática deste nosso belo desporto.
Para a semana o muito esperado passeio organizado pelos nossos amigos BTTretas, entre as barragens de Montargil e Maranhão.
Até lá Abraikes e uma boa semana de trabalho.  
O filme 


domingo, 23 de setembro de 2012

Sabadal de 22 Setembro de 2012


   Eram 8:35 e os Montis estavam prontos para partirem para os montes, só não levantavam a âncora porque um convidado amigo do MontiArmando estava um pouco atrasado. Entretanto eu ía tentando atinar com o meu GPS, aparelho que já não se montava na minha ScottBike à long time ago, acabando mesmo por ser desligado.
   Às 8:45 já com a equipa completa, as bikes começaram a rolar em direcção ao Casal da Areias. A grande subida paralela à CREL, até Cabeço da Rosa tinha que ser vencida sem um bom pré aquecimento.           
   Com os músculos ainda um pouco frios esta subida ainda longa torna-se mais penosa. Mas como diz o nosso MontiEmidio na pequenina chega-se lá.
   Depois do Cabeço da Rosa vencido, fomos até ao Forte, um dos que formam as fortalezas das Linhas de Torres. Local ainda não conhecido de alguns dos MontisPresentes. Uma paragem para um pouco de cultura e a foto de grupo.
   Retomamos o trilho em direcção a Vila de Rei, Bucelas, com as descidas a nos merecerem redobrada atenção porque com a ausência prolongada de chuvas o terreno está muito seco e com muita pedra solta.    Felizmente tudo acabaria por correr bem sem grandes sobressaltos.
   Em Vila de Rei entramos no alcatrão e seguimos até à Bemposta.
Onde habitualmente passa um ribeiro e onde sempre molhamos os pézinhos, agora só existe pedra e mais pedra.
   Seguimos até ao Parque Aventura do Freixial. Um pouco mais à frente viramos à direita e iniciamos uma subida ao lado dos antigos pavilhões do aviário.
   Depois de uma subida nada melhor que uma descida para a recuperação. Só que é uma recuperação com alguma preocupação, passamos por uma habitação onde uma meia dúzia de canzarrões nos acompanham junto à vedação numa barulheira infernal, ai se eles pudessem passar para o nosso lado!!!
  Perto de um km mais à frente temos um miradouro onde fazemos uma pausa para abastecimento e desfrutar a paissagem. Com amoras na redondeza MontiVictor não dispensa uma xinxada, fazendo uma oferta ao ausente MontiEmidio.
   Próximo destino Quinta do Boição. Uns breves mminutos em alcatrão passando novamente pela Bemposta até entrarmos nos trilhos da quinta. Mais uma novidade para alguns dos MontisPresentes.
   Na bela Quinta do Boição agora sem o habitual barulho da água do ribeiro, os Montis pedalam em fila indiana onde para além da imensa verdura têm a companhia da passarada.
  Segue-se uma longa subida até a A do Mourão onde se faria uma paragem na fonte dos tanques de lavagem de roupa.
  Abastecimento e descanso feitos, seguimos para o Mato da Cruz onde fariamos a grande descida, e esta total novidade também para mim, até Arcena. Belo trilho. Pena que o trilho esteja com muita caruma o que o torna em algumas zonas mais inclinadas e em singletrack algo perigoso.
  Chegados a Arcena descemos já em alcatrão até ao Bom Sucesso onde nos despedimos dos Montis   Armando e Tiago e do nosso convidado Paulo, este ainda com um regresso até ao Sobral.
  Montipedro ficaria junto aos bombeiros de Alverca e os séniores rumaram à garagem do nº4, eram 12:30.     Depois das bikes encostadas seguiram-se os habituais alongamentos.

 Foi um Sabadal em grande com muitas novidades e muita subidita. No total foram 34 km de grande companheirismo.
  Até para a semana
  Abraikes
Fotos













Filme

terça-feira, 18 de setembro de 2012

MontiBikers na V Pedalada pelo Ambiente da CMVF Xira

Pedalantes inscritos foram, pelo menos, 1061, o mais alto número de dorsal que eu registei. E Montis participantes foram 7, sendo de destacar a presença da MontiCatarina, filha do MontiNando, uma ciclista desembaraçada e destemida, que é também o nosso elemento mais jovem. E destaco também o reaparecimento do MontiEmídio, que aproveitou a suavidade deste passeio para de novo pedalar com os seus companheiros Montibikers, não pondo em risco a recuperação física que ainda lhe falta completar antes de regressar aos montes e às emoções dos trilhos.
Pelas 8 menos 5, junto ao Cor de Rosa, aparece um biker a fazer cavalinho e com ar risonho, dá os bons dias aos presentes. MontiLuis, apesar de não ter a bike em condições, ao que dizia, parecia afinal não ter qualquer problema. Como podia ser? Engenhoso, sacou da pedaleira os dois pratos problemáticos, arranjou um taco de madeira para anular o curso do desviador e veio ter connosco com a solução monoprato, bem apropriada ao passeio da 5ª Pedalada. Um homem de ideias, o nosso MontiLuis! Pouco depois juntaram-se a nós a MontiCatarina e o pai MontiNando. Cumpridas as saudações da praxe pusemo-nos a caminho. Como estava fresquinho e o sol nem se via, em pouco tempo fizemos a EN 10 até ao viaduto da Cimpor, onde virámos para a zona da marina de Alhandra e continuámos pelo passeio ribeirinho até Vila Franca. Atravessado o jardim seguimos pelo alcatrão até que decidimos, por indicação expressa do MontiEmídio, desviar para o estradão e fazer o caminho do campo até à estação da Castanheira. Aí já muitos grupos estavam presentes e envolvidos no vaivem das filas dos dorsais, das saudações da malta conhecida e da observação atenta das novidades, se proclamadas, da bike do vizinho. Cumprido o levantamento do que o município nos tinha destinado, entrámos na roda das conversas e dos cumprimentos e ainda mal tínhamos começado quando MontiCadilha surge acompanhado de um reporter d' O Mirante que, logicamente, queria conhecer e fotografar os famosos Montibikers! As apresentações formais transformaram-se logo em alegre familiaridade com a evocação da MontiEduarda, montifugitiva e notável colega do loiro Filipe Matias ali presente, o jornalista actualmente encarregado da cobertura do concelho de Vila Franca de Xira. Feitas as fotos, já com o sol a funcionar, desejámos bom trabalho ao nosso jornalista e continuámos a socializar dentro da mancha colorida de bikers, que já ocupava uma área considerável. Como de costume, passadas as 9, o pessoal começou a fazer a crítica habitual à pontualidade portuguesa e entrou-se na fase do ataque à classe política, agora muito vulnerabilizada pelas mais descaradas medidas de invasão do bolso de quem trabalha alguma vez avançadas no nosso portugalito. Quando a queda do governo já estava na ordem do dia eis que se dá o sinal de partida e a serpente de ciclistas começa a deslizar no alcatrão a caminho da Castanheira. O (des)governo não fica esquecido mas vamos é pedalar uns quilómetros em paz e amizade, que foi para isso que nos juntámos todos! E assim foi: a massa enorme de pedalantes, mercê dos reagrupamentos conduzidos pela GNR, manteve a sua espessura e causou excelente impressão, especialmente nas travessias de Vila Franca e de Alverca, onde o público acorreu com mais intensidade a assistir à nossa passagem. Os Montibikers mantiveram-se coesos distribuidos por dois grupos, o dos aceleras - Luis, Armando e Emídio - e o dos ajuizados - Nando, Catarina e Victor - com o nosso MontiCadilha a andar à frente e atrás a fazer a reportagem vídeo com toda a concentração. O prémio da montanha decidiu-se na subida para a Quinta da Piedade e aí, finalmente, todos ganhámos: a satisfação duma agradável e fraterna passeata e... ainda... uma garrafinha de água e uma maçã, reabastecimento final, gentil, que nos foi dado pela Câmara. Nando e Catarina despediram-se aí e foram à procura da Sra. Mota e os restantes apontaram a Alverca, pedalando sem pressas. Armando e Luis seguiram para suas casas separando-se dos três da Qta. da Vala na rotunda da Verdelha. E assim, bem cedo, todos regressaram ao domingo em família que sabe sempre tão bem.
Agora atenção ao Mirante e à reportagem. Se não tivermos o destaque merecido vamos protestar à fugitiva MontiEduarda!!!
Até ao próximo Sabadal, companheiros Montis.
Abraikes.
Victor

Fotos

Filme



domingo, 2 de setembro de 2012

Sabadal de 01 Setembro de 2012

Após 3 semanas de férias eis-me regressado ao nosso blog e às pedaladas MontiBikers.
Neste Sabadal estiveram presentes MontiNando e MontiCadilha, os restantes Montis não responderam ao email do Nando, o mais certo é não terem ido à Net nestes últimos dias.
Após uma ausência de 4 meses MontiNando não podia entrar em grandes pedalanços e eu com 3 semanas sem tocar na ScottBike também tinha que ter calma.
Razão pela qual fizemos um passeio de puro rolanço, foram 37 km em 2:45h sempre em plano, ora em trilho ora em alcatrão.
Aqui fica uma foto tirada na nova máquina do MontiNando

Aproveito este post para vos agraciar com um pequeno filme com algumas quedas MontiBikers


Esperemos que no próximo Sabadal o número de Montis seja maior

Abraikes

domingo, 5 de agosto de 2012

Sabadal de 04 de Agosto de 2012


Pelas 8:05 cheguei à sede, já estavam à espera MontiArmando e o mais novo elemento a MontiBiker MontiTiago e um pouco depois chegava MontiLuís.
Seriam estes os Montis a participar em mais um Sabadal
Com o primeiro destino traçado, Mata do Paraíso, as bikes começaram a rolar pelas ruas de Alverca sendo as salinas o primeiro trilho. Os caminhos de Fátima em Vialonga e Alpriate seguiram-se a bom ritmo, sendo alcançada a Mata do Paraíso pelo lado dos armazéns, uma subida bem mais simpática do que pelo lado do bairro da Icesa.
Zona não conhecida da nossa mais recente “contratação” MontiTiago, estes trilhos da Mata do Paraíso são sempre apetecíveis com os seus espectaculares labirintos.
Depois de fazermos um dos trilhos do labirinto e após uma pequena reunião decidiu-se tomar o destino da subestação da EDP de Fanhões, ou seja, iríamos subir o já famoso trilho do restaurante Os Pneus.
Descida feita até ao Zambujal por um singletrack que o MontiLuís tinha feito aquando na prova do  AlvercaBike, e os Montis em tempos não muito distantes já o tinham também realizado.
A subida dos Pneus sempre difícil mas que os Montis gostam de a fazer antecede uma descida um pouco perigosa por entre árvores e depois a longa subida até à subestação da EDP. Esta subida para além de ser longa tem troços com muita pedra onde a perícia técnica é posta à prova.
No último cruzamento antes do topo, virámos à direita para efectuarmos uma longa descida até à estrada nacional para Bucelas.
Nunca tinha feito esta descida que é bem longa e na fase final com um grau de dificuldade grande. Os Montis Luís e Armando fizeram-na montados mas nem eu nem o MontiTiago arriscamos e a bike foi levada pela mão.
Já em Bucelas efectuamos uma pequena paragem no jardim para abastecimento, onde tiramos a foto de grupo e dicidir qual o trilho a seguir.
Iríamos então seguir pela estrada até ao Cabeço da Rosa, depois virar à direita entrando no trilho para uma subida na direcção do Serves mas a seguir à quinta do Cavalo Lusitano iriamos fazer a longa descida que tem o seu final no Cabo de Vialonga.
A partir daqui foi sempre alcatrão até à rua D.João I, Alverca, onde os Montis se despediram até ao próximo encontro.
Foram 37km efectuados em 3,5 horas com muitas subidas, algumas delas bem longas e também com descidas variadas.
Para já fica a foto de grupo, o filme não tardará.
                                                                 Foto

Filme MontiBiker

Nunca é tarde para visualizar um filme MontiBiker, aí está o filme prometido.

Abraikes
MontiCadilha     

terça-feira, 24 de julho de 2012

21JUL2012. Desventuras dum Senior no Sabadal.

Desventura 1
Acordo passava das sete e meia. Que chatice, logo hoje qu'é dia de Sabadal! Vocês não sabem mas eu demoro 1 hora, mínimo, para as funções matinais. Concentrado no essencial começo a despachar-me mas faltam 5 min pr'às 8 e ainda não estou pronto para rumar à garagem. Mensagem curta para MontiCadilha "Eh pá, estou 10 min atrasado!" Chego à bike e roda traseira em baixo. Toca a encher, que o furo é lento e aguenta o passeio sem despejar. Muito bem! Ponho os óculos chineses, enfio as luvas à pressa e chego num instante à sede fugidia, onde MontiCadilha, MontiLuis e MontiPedro me aguardam com um sorriso e decretam que tenho 20 min de atraso (nem refilo, embora ache que foram só 15!).
Nota: MontiPedro, invisível há uns meses por motivos profissionais, musicais e familiais (Monção, vinho verde), está com bom aspecto mas pouco moreno. Todos 4 ansiosos por aproveitar um dia que amanheceu delicioso!
Vamos lá pedalar.
Arrancamos no sentido da EN1, rumo à Mata do Paraíso. Na frente Luis e Zé Cadilha mantêm um andamento vivo e uns metros atrás o Pedro acompanha o senior que se mostra um tanto emperrado. Vialonga passada, no Quintanilho, zona dos armazéns, tomamos um trilho diferente para subir para a Mata do Paraíso, passando pelo alcatrão daquela urbanização que não chegou a ser. Mais acima internamo-nos na Mata e reagrupamos no estradão perto da estrada de Sta. Eulália. Depois de uns golitos de água e dois dedos de conversa retomamos a pedalagem e descemos o estradão, descontraidos, para atacar de seguida a saibrosa rampa em curva que obriga a meter "levezinhas". Vencida essa dificuldade, mim com a respiração já agitada, subimos ainda para atacar o desnível que há para a descansativa plataforma que dá ponto de partida para o troço de subida ao marco geodésico. Eu hesito e fico a pensar, não me apetece empurrar a bike, ao contrário dos meus companheiros que já se aviaram e estão à espera.
Desventura 2
Procuro passagem nas pedras e encontro maneira de facilmente passar para o outro lado, com a bicicleta à mão. Mas quero aproximar-me dos outros Montis e concluo, agora, que nova barreira de pedras mo impede. Sou obrigado a ir ao longo da barreira até que finalmente, com dificuldade, eu e a Ghost atravessamos. Intrigados com a manobra, os meus três companheiros perguntam-me qual o objectivo e eu tenho de confessar que tinha sido não me esforçar muito. Nenhum êxito nisso.
Mas ao menos a respiração já estava normal!
Continua a pedalação
 Retoma-se a subida para o Marco Geodésico, os Montis concentram-se no esforço e chegam todos em boa condição, sendo o último este cronista, aplaudido com simpatia por MontiCadilha. Após a conveniente pausa para recuperar energia, lançamo-nos ao caminho para o trilho de descida para o Zambujal. Mas erra-se a pontaria, MontiLuis, e MontiCadilha com ele, são obrigados a voltar para trás e seguir pelo trilho habitual. Luis à frente, Pedro a seguir, eu em terceiro e Zé Cadilha em último, para filmar, iniciamos a emocionante descida. Sulcos, pedras, bermas inclinadas, declives súbitos, curvas apertadas, tudo é vencido à força de atenção e escolha de caminho e muito travão da frente, aliviando nos momentos certos. Deixo de ver os meus companheiros da frente e começo a ter dificuldade em distinguir o caminho, há sombras que não sei se são pedras, valas ou simplesmente sombras. Estou tramado!
Desventura 3
Os óculos chineses prejudicam a minha visão de pormenor e só penso em tirá-los, começo a não entender nada do caminho que escolho para a Ghost. Mas vamos a descer e não apetece nada parar. Num troço mais perigoso resolvo que é já e desvio a bike do trilho travando a fundo. Azar, resvala-me um pé e caio, sem perigo, no terreno que tinha escolhido. Segundos após chega MontiCadilha e explico-lhe rapidamente o acidente ao mesmo tempo que lhe digo que siga, que vou já atrás. Tiro os óculos, acabo o troço com bicicleta à mão e torno a montar depois para continuar a descer até onde o pessoal resolveu parar, à espera de se decidir o resto da descida. Sem parar, avanço para aquela conhecida rampa bem a pique. Mas já havia muito cagaço no meu bestunto. Ponho as rodas na zona das ervas, para evitar derrapagens, mas acabo por ter de parar para não bater num pedregulho que não tinha visto. Os outros Montis passam por mim, descendo com elegância, e eu acabo a rampa com a bicicleta à mão, com a sensação embaraçosa de andar de cavalo para burro!
Sempre a descer
Torno a montar na Ghost e despachamos o resto da descida até ao alcatrão, onde o trio avançado espera o senior que já demora. Reafirma-se o traçado que vamos fazer: por Bucelas, passar depois por Chamboeira e até ao Parque de Lazer do Cabeço de Montachique. Descemos até à ponte e resolvemos parar mais uma vez. Na ponte está um ciclista "à civil", com uma bike desdobrável e chegamo-nos para apreciá-la, ela tem um ar estranho. Pois claro, tratava-se de uma bike com motor eléctrico destinado a ajudar nas subidas. O senhor era simpático e fomos percebendo que, morador no Zambujal, onde quer que vá tem sempre que gramar uma subida no regresso. Com aquela máquina já se safa perfeitamente nessas subidas e confia nela nas deslocações para perto, evitando usar o carro.
Desventura 4
A Ghost não tem motor eléctrico. Nem tem um descanso retráctil, percebem? Assim o dono dela, o cronista, encostou-a à guarda da ponte sem cuidar bem da sua estabilidade e segurança. Não é que se forma ali uma rajada de vento e atira a Ghost ao chão? MontiVictor levanta-a com desvelo e torna a encostá-la, mais segura desta vez, e regressa de seguida à cavaqueira. Mas temos de andar, pessoal! Todos montam e recomeçam a pedalação mas a Ghost não avança, está como que presa! MontiVictor analisa e conclui que o travão impede a roda de trás de andar. Regressam os companheiros, estranhando mais uma demora do senior, e conclui-se após rápidas observações, que o disco do travão de trás foi empenado na queda da bike. A roda não mexe! Lá se vai o Sabadal, diz MontiCadilha. E todos concluem que sim, não pode deixar de ser. Mas o Luis lembra que se pode sacar o bloco de travagem e libertar assim o disco e a roda. Meu dito, meu feito! MontiVictor fica sem travão traseiro mas pode andar! Conferencia-se uma última vez, já em Bucelas e, na impossibilidade de MontiVictor participar, com a bike diminuida, no projecto inicial, decide-se o regresso a Alverca.
Fim do episódio
A partir daqui a história é simples: o pessoal deixou MontiVictor marcar o ritmo do regresso e assim foi até ao portão da Quinta da Romeira. Aí, bebidas as últimas gotas de água, iniciou-se a subida para o Cabeço da Rosa com a formação inicial, Luis e Cadilha à frente e Victor e Pedro atrás. Subimos sem problemas, reagrupámos lá mesmo no topo, e aí MontiVictor mostrou que não tinha preconceitos com a falta de travão traseiro e atingiu os 57 km/h na descida, optando ainda por desviar para o trilho que vai dar ao Casal das Areias, com muito prazer e sem ocorrências desagradáveis.
Daí foi o regresso a Alverca pela Estrada de Alfarrobeira, Rotunda da Verdelha, Rotunda do Jumbo, variante e fomos, em fim de passeio, fazer todos uma visita ao António da MotoAvenida.
A Ghost ficou internada e faz a operação na próxima semana, meus amigos. Espero tê-la, impecável, para o possível Sabadal de 28JUL.

Claro que chegámos cedinho, eram aí onze e meia (?), tendo percorrido 26,7 km à média de 14,7 km/h.
Não foi um grande sabadal mas foi, mais uma vez, um par de horas de fraterno convívio e demonstração de espírito de colaboração e entreajuda, dons sempre presentes na actividade MontiBiker.
Obrigado companheiros, as minhas desventuras serão apagadas por novas aventuras.
Abraikes.
Victor
Filme MontiBiker


domingo, 15 de julho de 2012

MontiTreino 14/07/2012


Este Sabadal, os montis tiveram a presença do convidado especial, Armando, um benjamim, quem sabe, candidato a MontiArmando. O tempo o dirá.
Como normalmente fazemos, às 8 horas já estávamos preparados para iniciarmos o MontiTreino, quando somos interrogados por um rapaz que procurava pelos MontiBikers, uma vez que tinha visto na “net” reportagens do grupo, e gostaria de pedalar com eles e quem sabe, vir até a fazer parte do grupo.
Pois amigos, os MontiBikers ainda são um grupo pequeno, pelo que serão sempre bem-vindos mais uns quantos amantes das bikes btt que tenham por gosto pedalar pelos montes e subir até onde a vista alcança tamanhas maravilhas da natureza. Para tal basta falar com um de nós, ou enviar-nos um e-mail para montibikers@gmail.com, (conforme consta no nosso blog), a manifestar o interesse em pedalar connosco e logo combinaremos.
Bem, continuemos com o percurso do sabadal, pois como verão nas fotos/vídeos, este MontiTreino teve de tudo um pouco do que mais gostamos e irá meter um pouco de inveja aos MontiAusentes.
Saída da sede ás 8:20, sendo que, como costume, antes da saída, houve a assembleia geral com a discussão de qual os trilhos a seguir.  Hoje calha-te a ti, hoje calha-te a ti, hoje calha-te a ti opinares de qual o caminho a seguir. Então lá que surge alguém que diz, vamos planar até Azambuja…outro diz… mas primeiro vamos passar pelo Adarse e vamos passar pela “praia dos Tesos” perto da antiga Argibay.
Ok! Lá seguimos novos trilhos com novas dificuldades! As perninhas a picarem e a malta a dizer… “cuidado com os picos… olha o buraco…cuidado aqui…cuidado ali…” e os obstáculos foram sendo ultrapassados, até que retomamos a nacional 10 até Alhandra e seguimos os “Caminhos de Fátima” até ao carregado, sendo que eu ainda tive de parar junto á estação da CP, numa oficina auto, pois precisei de uma chave de caixa, para apertar o parafuso da roda pedaleira, que se foi soltando e por isso dificultando o andamento. Ficam aqui os meus agradecimentos a quem me ajudou, pois sem tal afinação não me seria possível ultrapassar os obstáculos que nos deparariam pela frente.
Pelo caminho foi-se alterando a ida a Azambuja e a bom trecho se foi delineando que chegados ao carregado, deveríamos sair para a nacional 10, passando pela Central Termoelétrica e com direção aos montes iriamos pedalar novos trilhos nos arredores das localidades de Quintas, Castanheira e Povos.
Bons trilhos com boas subidas, boas descidas e pelas bermas algumas belas flores! Sendo bem visíveis, houve a normal tentação de alguns, que por vezes quando se descuidaram, irem saborear o aroma normal de tamanhas belezas. Desta vez foram vários os apanhados pelas imagens dos nossos MontiReporters, conforme poderão constatar nos vídeos.
Chegados á nacional 10 em Povos, seguimos em direção ao jardim de Vila Franca pelos “Caminhos de Fátima, e sempre por ai seguimos até Alverca, sendo que antes nos despedimos do MontiLuis no Sobralinho.
Chegamos por volta das 12:30 com cerca de 45 kms percorridos.


Fotos no Picasa

Vídeos

Inté

quinta-feira, 12 de julho de 2012

2012.07.07 Noturno BTTretas com Sol, Amizade, Bifanas e Coiratos

 Foto 1 - Uma fila bonita num campo inculto à espera dos atrasados.

 Foto 2 - Reagrupamento em cima dum viaduto; já cheira a bifanas!

Foto 3 - Nelson, o assador incansável das bifanas e coiratos, em acção no Ti Manel.

Carregadas as bikes no Honda do MontiEmídio, partiu, à hora prevista, o grupo Montibiker (Zé Cadilha, Emídio, Félix e Victor) que acorreu ao convite dos nossos amigos BTTretas. Confiados na cuidada escolha de equipamento e de luzes para este noturno, os quatro Montis palraram descontraidamente toda a viagem e foi já no fim do IC19 que começaram a concluir que afinal ninguém sabia onde era o local de encontro - a célebre bomba Repsol da Cavaleira. A salvação foi um telefonema para o sempre disponível presidente Pedro, que "destacou" o Bispo para um FollowMe desde o Modelo de Lourel até à referida Cavaleira. Fim de tarde ameno, muito soalheiro, e o pessoal, bem disposto e preparado, escutou o curto "briefing" do PPP(Presidente Pedro Pais para quem não se lembra) logo em seguida às fotos da praxe. Cinquenta e três pedalantes na minha contagem.
O ritmo de passeio imprimido desde o início dava ocasião para boas conversatas entre os bikers, proporcionando que se apresentassem os que não se conheciam e que tagarelassem com fraternal alegria os conhecidos. Sem necessidade de acender a farolagem que trazia, nem de puxar muito pelo pernil, o pessoal foi percorrendo os campos, estradões e alcatrones de ligação (foi eficaz o controle das entradas em estrada montado pelos nossos anfitriões) da zona de Lourel, Terrugem, Vila Verde, Ral, Campo Raso, aproveitando as paragens dos reagrupamentos, frequentes, para a cavaqueira e para a hidratação, apesar de pouco necessária.
Foi a subir para o Algueirão que se começaram a ligar as poderosas iluminações, a tomarem a vez do sol poente, já desaparecido no horizonte das praias de Fontanelas e Magoito. O nosso PPP aproveitou um derradeiro reagrupamento para anunciar que havia que encurtar o circuito previsto, pois cumpri-lo iria empurrar para muito tarde a chegada ao TiManel. Assim avançámos todos juntos, alongando a fila numa ou noutra subida ou descida, a caminho do Restaurante-Sede dos nossos anfitriões e amigos BTTretas. Bicicletas arrumadas com cuidado e vamos lá explorar o que os nossos generosos amigos resolveram oferecer-nos, o convívio à volta do grelhador.
Eles têm sorte: a sede, o Ti Manel, que frequentam regularmente, dispõe de um largo passeio em frente, que está mesmo a jeito de receber reuniões mais numerosas e, como foi o caso, o ajuntamento de umas boas dezenas de comedores de bifanas e hidratadores de bejecas e tintóis, sempre a aviar pelo infatigável assador Nelson e pelo homem que dava assistência à torneira das imperiais, fresquinhas e vivas que era um regalo.
Tudo bem organizado, com simplicidade sábia: agarra num copo, enche de cerveja, vai buscar um pão, mete-te na bicha, conversa com o vizinho, dá troco ao PPP (sempre a controlar o andamento), chega-te para a frente senão nunca mais vês a bifana, bebe mais um gole (não entornes o copo), chega-te agora ao grelhador e espera a dádiva do Nelson, a carninha morena que te vai rechear o pão. Finalmente! Então já podes ir mastigar e conversar para o pé da malta e fazer uma saúde com os Tretas, os Bicicletando, os Porquinhos da Ilda, os de Lourel, etc. etc.. Quando acabares a primeira dose podes meter-te na bicha outra vez para uma segunda e no fim ainda, se fores capaz, terás acesso aos coiratos, um petisco que saiu em beleza.
E os vizinhos não embirraram com a algazarra? Nãssenhoriii! Játão habituades... Gente fixe, há que dizer e reconhecer. Porque os BTTretas merecem, pelo ambiente que conseguem criar e porque não abusam e estão sempre prontos para ajudar!
Chegou a hora de regressar e as despedidas inevitáveis. Abraços e até à vista, PPedroP, Bispo, Fernando, Jorge, Sebastião, Nelson, todos, grandes amigos. Ainda de bicicleta, e com um guia para não nos enganarmos, voltámos ao Honda que nos esperava com nipónica paciência. Com as quatro bikes, aliviadas dos selins, montadas em cima do tejadilho da nobre viatura, abalámos para a viagem de regresso. O MontiFélix foi deixado em boa condição junto à sua casa, com todos os seus pertences, e os restantes apontaram à Torre do Meio. Descarregadas as meninas e fechadas as garagens foram as despedidas e o regresso à família a uma hora simpática, meia-noite e meia, se não me falha a memória. E, para que não se esqueça, andámos à volta dos 17 km, a uma média de 14,4 km/h e eu registei como máxima 38,8 km/h.
Excelente jornada de confraternização. Obrigado amigos BTTretas e até à próxima.

Abraikes para todos do MontiVictor.