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sábado, 31 de dezembro de 2011

Passeio nocturno com os amigos Bttretas 30-12-2011


Amigos Montis, ontem foi um dia (noite) especial para mim, pois fiz a minha estreia em nocturnos, e mais importante foi o de ser na companhia dos BTTRETAS e amigos.
Como sabem o encontro que tivemos com o Rui Centeno Biker deu frutos, o presente que nos ofereceu para efectuarmos o percurso para Santiago de Compostela, como ele referiu e bem seria para o que fosse na frente do grupo a iluminar o caminho, para o caso de haver nocturnos e foi uma lanterna com um potente led e alimentada por uma bateria.
Ora, como havia este nocturno com os TRETAS no dia seguinte e eu demonstrei interesse em ir, todos concordaram que eu devia de levar este precioso engenho para experimentar e ver se era o ideal para futuras encomendas ao nosso embaixador Centeno na China.
O encontro para este passeio era às 21H45 na bomba de gasolina da Repsol na Cavaleira, à entrada para Algueirão. Quando cheguei já fui dos últimos a chegar, mas ainda deu tempo para tirar duas fotografias e efectuar os cumprimentos a alguns dos intervenientes que conhecia e em especial ao nosso anfitrião Pedro (The President). Ele ficou muito contente com a minha presença e com pena de não me estarem a acompanhar o resto dos Montibikers, eu contei-lhe que só não estavam, por terem pequenas constipações e de poderem agravá-las neste passeio, ao qual ele entendeu.
Lá partimos rumo à Serra de Sintra, pelo que me deu a entender seria pelo caminho efectuado no passado, no último passeio que fizemos com os TRETAS em Sintra. Seguimos por estrada até entrar na Vila. Como é diferente andar de noite na Vila, praticamente sem carros lá um ou outro aparecia para fazer a diferença. De vez em quando tínhamos de parar para esperar pelos mais atrasados, o que nestas situações é importante visto que o cenário é nocturno e diferente do diurno onde podemos nos localizar mais facilmente através de pontos de referência. Isso só se aplica mesmo na Vila, porque depois de entrarmos no mato a coisa complica-se e só com boa iluminação é que se consegue andar em condições para nos desviarmos de situações perigosas.
Foi aqui que entrou a preciosa lanterna oferecida pelo Centeno Biker, demonstrou estar à altura deste evento nocturno com uma enorme luminosidade nuns bons metros à frente da bicicleta, esta sim é a melhor lanterna para nos acompanhar e nos iluminar pelos caminhos Santiago. Não tive qualquer problema em ultrapassar os obstáculos que iam aparecendo pelo caminho efectuado.
Se a Serra de Sintra de dia já é linda para passear, de noite fiquei impressionado. Consegue-se ouvir tudo, penso eu ser o facto de ser de noite em que tudo está calmo e que só é perturbado pela nossa passagem. Quando olhava para o céu a imagem que ficou registada, foi o da lua brilhante por entre a folhagem das árvores e arbustos. Até neste cenário de um céu limpo com as estrelas e a lua poderem ser contemplados tive sorte, sabia que pelo facto de ter estado bom tempo durante a semana o terreno estaria óptimo para a prática de BTT.
Tirámos a fotografia de grupo nos Capuchos, sítio que já conhecia do passeio anterior, depois para finalizar após sairmos da mata fomos a umas roulottes para comermos umas bifanas. Eu por exemplo tive de papar duas com a fome e o frio que estava. Alguns a partir daqui foram mais cedo embora. O Pedro fez questão de levar o pessoal de volta, principalmente todos aqueles que tinham deixado os carros no estacionamento das bombas de gasolina, depois disso ainda iria até à sede dos BTTRETAS (a tasca do TI MANEL).
Finalmente depois de ter posto a minha CUBEBIKE em cima do carro despedi-me da malta com votos de um bom ano de 2012 para todos e fui descansado até casa, sem nenhum problema registado.
Abraikes a todos e até ao próximo passeio com os nossos amigos de Sintra, BTTRETAS.





quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Até ao Forte do Freixial, das Históricas Linhas de Torres, passando por Montachique

Pelas 9:00h os Montis marcaram presença na sede eternamente provisória, para darem início a mais um passeio, destino previsto, Cabeço de Montachique.
Partida iniciada com muita calma e muita conversa. Tema central, o jantar de Natal. Recordadas as canecas MontiBikers e o suporte de manutenção do MontiNando.
Pelo caminho das salinas chegamos à Póvoa, rumo ao trilho de Vialonga. Já na variante juntou-se ao grupo um solitário que nos acompanharia até perto do marco geodésico do Zambujal.
Infelizmente o companheiro foi forçado a regressar devido a um furo. Com aros para tubless não arriscou continuar decidindo terminar ali o seu passeio.
E os Montis depois de uma pausa para abastecimento, seguiram para fazerem a bela descida até ao Zambujal. No inicio do segundo troço da descida MontiEmidio teve paragem forçada, furo no pneu de trás.
Câmara de ar com gel, ainda aguentou umas bombadas de ar pelo que não foi necessário a substituíção. Um grupo de uma dezena de bttistas apareceu entretanto a fazerem a mesma descida, optariam por fazer a descida pelo trilho da esquerda e os Montis já tinham decidido fazer o trilho da direita rumo à ponte sobre o rio Trancão. Descida feita rápidamente e com segurança.
Depois continuariamos por alcatrão até à Bemposta. Aqui um obstáculo com o qual já contavamos, o rio. Nunca tinhamos passado por aqui com o rio bem composto, pelo que havia a dúvida se existiria caminho pela margem. De facto havia um pequeno trilho na margem direita e no ponto de passagem para a outra margem o nível da água era baixo, pelo que a travessia foi pacífica. Mas, à sempre um pequeno mas, MontiFélix foi ao banho, ou melhor meteu o pé na poça. Não tinha a velocidade adequada e acabou por se desiquilibrar. Mais uns metros de trilho e retomou-se o alcatrão.
Paragem no Freixial, a câmara de ar do MontiEmidio dava novos sinais de esvazamento e havia que fazer a respectiva manutenção. Aproveitou-se para comer mais umas barritas e alguns para tratarem das meias molhadas.
Agora sim tomariamos a estrada de alcatrão até ao Cabeço de Montachique. Sempre a subir. Junto à entrada para o parque de Montachique apanhamos um trilho por entre um arvoredo. O piso aqui está cheio de plantas e raízes e como é sempre a subir a possibilidade de derrapanço está sempre presente. O troço na fase final não é fácil e mesmo no final o terreno é tão empinado que o desmontar da bike é inevitável.depois atravessamos a estrada nacional e entramos novamente em trilho. O rumo agora é o topo do cabeço onde está localizado um dos fortes das Linhas de Torres, o Forte do Freixial. Paragem para apreciar a vista magnífica, e decididamente MontiEmidio resolve mudar o pneu.
Agora vem a parte mais fácil do passeio, a descida até S.Julião do Tojal. É uma descida de respeito, no troço final a presença de muita pedra provoca um trepidar constante da bike e os braços aqui são chamados a um trabalho suplementar. Entra-se no alcatrão e a descida continua até à rotunda de  S.Julião do Tojal. Depois daqui é só rolar ora por alcatrão ora pelo trilho dos terrenos da Granja.
Em Alpriate MontiFélix toma o caminho da variante e no cruzamento para a Póvoa, MontiNando o caminho para a Quinta da Piedade. Os Montis da torre do meio seguem para Alverca para ao fim de 4:30h e aproximadamente 53km darem por concluído mais um passeio, desta vez Dominical.

Abraikes e boas pedaladas
Fotos

Filmes
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Jantar de Natal de 2011.12.16

            Os MontiBikers Victor, Emidio, Félix, Cadilha, Nando e esposa reuniram-se à mesa no restaurante Voltar ao Cais em Alhandra para o Jantar Natal de 2011. Este ano não fomos brindados com a  companhia do MontiFaneca, ausente por motivos profissionais, mas tivemos a companhia da Carla, esposa do MontiNando.

            Já agora informo que o nosso amigo MontiFaneca no último Domingo sagrou-se Campeão Nacional de Sala de tiro com arco na distância de 18metros. Parabéns Faneca, faltas aos passeios MontiSabadais mas vingas-te nos tiros, grande MontiFaneca.
            O nosso jantar decorreu, como seria de esperar, numa grande confraternização e alegria.
Na mesa esperavam-nos umas deliciosas entradas, desde melão com presunto, um paté, bolinhos de bacalhau, risóis e croquetes. Com uma ementa variada, as opções foram diversas, lombo de atum, polvo à lagareiro, bife à casa e açorda de marisco. De realçar as sobremesas, muito deliciosas e bem adocicadas.
O vinho de acompanhamento também esteve à altura, o mesmo serviu também para afinar as cordas vocais do nosso tenor, MontiVictor, que na noite seguinte estaria ao mais alto nível cantando no recital de Natal na igreja de S.Pedro em Alverca.

            Os MontiBikers marcaram presença em peso no recital, dando um apoio importantíssimo ao nosso Sénior.
            Para além da degustação delineou-se alguns projectos de participação para o ano de 2012.
Mas o melhor estaria reservado para o fim quando o nosso companheiro MontiEmidio apresentou um “miminho” aos MontiBikers. Que surpresa mais agradável e inesperada, duas belas canecas, tendo cada uma delas estampadas elementos gráficos dos MontiBikers. Numa delas o nosso logotipo e na outra o emblema, que maravilha. MontiEmidio um grande Bem Haja.








           

Fomos os últimos a abandonar o restaurante, e já na rua, MontiNando reservava-nos também uma surpresa. A Mãe-Natal, a esposa, já tinha antecipado a prenda de Natal, um belo suporte para a manutenção da CubeBike. Se até aqui a Cube andava sempre nos trincos o que será daqui para a frente!!!


As despedidas finalmente foram feitas ficando marcada a presença dos Montis no Sábado no recital e também no passeio para Domingo pelas 9:00h, desde já a hora de Inverno.
Esperemos que todos tenhamos um Santo Natal na companhia dos nossos familiares.
E para todos os nossos amigos e seguidores do nosso blog os MontiBikers desejam um Santo Natal e um Feliz Ano Novo.


Abraikes e muito boas pedaladas

domingo, 11 de dezembro de 2011

Um passeio por estrada 11.Dez.2011

Ora como forma de preservarmos os trilhos, já um pouco maltratados das chuvas, e também as carteiras porque o material já começa a pesar devido à crise, os MontiBikers decidiram fazer um passeio por estrada.
Não é que seja do nosso agrado mas o tempo tem estado de chuva e à que poupar as nossas "meninas".
Depois da concentração na sede, sempre provisória, e de um cafézinho, decisões a tomar: qual o destino. Trajecto escolhido pelo nosso MontiEmidio. Destino Sobral de Monte Agraço seguindo a estrada para a Calhandriz e Arruda dos Vinhos.
O tempo estava um pouco ameaçador mas felizmente o S.Pedro esteve connosco e apenas nos deu umas leves pingas de quando em vez.
Até à Adanaia foi sempre a subir a bom ritmo com a companhia de um trek trek na GhostBike do nosso sénior MontiVictor. A Ghost não anda a ter os cuidados necessários. As manutenções têm ficado um pouco esquecidas e a pobre coitada não merece este tratamento.
Na passagem por Arruda ainda se pôs a hipótese de irmos aos pastelinhos, mas como o ritmo imposto tinha sido bom, a chegada a terras dos Vinhos foi rápida sendo ainda muito cedo para a gulosice. 
Bikes direccionadas a norte, rumo Sobral de Monte Agraço, a terra que já tem um parque infantil.
O bom ritmo imposto pelos Montis iria fazer uma moça na perna esquerda no nosso MontiVictor, já na subida para o Sobral. Aquela perna traidora tinha que fazer uma desfeita e obrigar o nosso Sénior a descer da sua Ghost. De castigo, para a próxima, aquela perna já não vai ao passeio, à que ser duro e impor alguma disciplina.
Mas pronto chegamos ao destino e isso é que interessa, sim, porque as doçarias estariam algures à nossa espera.
Era o Kénia, uma pastelaria situada num largo com um tradicional coreto. No Kénia estava um calor do caraças, tivemos que nos despir, os casacos as luvas os capacetes e chega. A doçaria estava óptima e recomenda-se.
O regresso seria rumo a Bucelas, mas antes ainda fizemos uma paragem num miradouro para uma foto de grupo.
Até Bucelas fomos brindados por descidas amigas, para conforto dos Montis e em especial da marota perna esquerda. A paisagem era bela e os Montis avistavam naqueles montes alguns belos trilhos.
Seguiu-se S.Julião do Tojal, Granja e variante de Vialonga passando pela central de cervejas chegamos à Nacional 10.
A garagem do prédio número 4 estava mesmo ali ao virar da esquina e os MontiBikers Victor, Emidio e Cadilha estavam prestes a acabar de percorrer 59km com uma média aproximada de 16km depois de 3horas e meia de pedalanço.
Foi um bom passeio, calmo, e com uma temperatura bem agradável.
E Sexta-feira dia 16 é o nosso jantar de Natal onde os Montis terão oportunidade de pôr a escrita em dia recordando mais um ano de aventuras MontiBikers.
Até lá ABRAIKES e bons sonhos, e fiquem com estes registos.

Fotos



Filme





MontiCadilha 

domingo, 27 de novembro de 2011

26NOV2011 Sabadal com Zambujal e Tojal





As fotografias já dão uma ideia da beleza da manhã neste maravilhoso sábado outonal. O pessoal da garagem da Torre do Meio atrasou-se um pouco na chegada à Sede Permanentemente Provisória devido à expectativa quanto à presença do MontiCadilha que, no seu impecável fato de treino, se juntou ao quarteto Félix-Nando-Emídio-Victor na hora do cafézinho matinal e, com muita pena dos pedalantes de serviço, foi de volta a casa por incontornáveis razões familiares. Em cima das bikes, já rodando nas primeiras pedaladas, decidiu-se o destino: Mata do Paraíso e em seguida a grande descida para o Zambujal, incluindo a RampaQueMetiaMedo (a mim metia...). Sem vento e sem pressas, recebendo o quentinho dum sol amável e brilhante, fomos conversando e rodando no trajecto habitual; Salinas, Caniços, Campo até ao túnel da Póvoa, foram-se sucedendo sem surpresas. No desvio para o campo até Alpriate primeira grande decisão: Eh pá, isto é só água e lama, vai dar muito esforço já de início e sem proveito nenhum!... Assim foi: sempre pelo alcatrão e nas calmas chegámos aos Socalcos da Flamenga, jardim bonito e aprazível para bikes, bikers e pessoas desempenadas que passeiam cãezinhos em manhãs abençoadas. Pausa amena, tecidas várias considerações sobre as belezas da paisagem local, levantou-se uma questão magna (ou magana?) a resolver, a questão de quem responde a uma biker simpática que mostrou, num e-mail para o nosso endereço, interesse em saber mais sobre os Montibikers e, eventualmente, contactar-nos. Concluiu-se que o MontiNando, leitor do dito mail, poderá e deverá dar sequência a esse interesse da nossa seguidora com a máxima brevidade. Tudo conversado, montados de novo, subidinha do bairro Icesa para a Mata do Paraíso e, sem precipitações, pedalou-se até ao marco geodésico, lembrando de passagem o episódio do canito que sacou o coelho atingido de chumbo mortal e resolveu depois escondê-lo do caçador. A paragem no marco geodésico deu para comer alguma coisa mas tudo se tornou desagradável quando as melgas descobriram que podiam picar e chupar mesmo através das licras que nos cobriam! Nunca mais pararam e foram atrás de nós, sempre picando e sugando. De qualquer maneira os Montis não se deixaram perturbar muito e foi com perfeita concentração (e já sem melgas) que atacaram a Grande Descida da Pedreira. MontiEmídio e MontiNando na frente, MontiFélix a seguir e o cronista atrás, embalados nos saltos, desvios, aproveita a berma, foge à pedra, trava-destrava, evita a vala, pedala agora, olha a lama, vou pela direita?, sei lá e... MontiFélix perde a embalagem, inclina... e põe o pé em falso, beijando a flor com a simplicidade e doçura dum veterano! Vamos lá ajudar o homem, ele caiu e então ali já não caio eu... Mas tenho de pôr o pé na lama para o puxar dos carrascos onde se deitou... Bem, tem de ser... Tudo bem? Tudo! Vamos em frente, agora eu na dianteira. Que bela descida, sempre com dificuldades, exigindo atenção constante, esqueço-me do MontiFélix, passo pelos dois da frente que desmontaram perto da RampaQueMeteMedo e encaminho-me para a dita cuja com vontade de a fazer como um senhor!... Travando, destravando, desviando, corrigindo, travando sempre com o da frente, concentrado no trajecto a fazer, lá chego à guinada a 90º em perfeito equilíbrio e... está feita, a RampaQueMetiaMedo. Fizemo-la todos, claro está, senão não me punha nesta conversa a dourar a minha pílula! Soube bem e continuou a saber durante o resto da descida até ao alcatrão, onde reunimos em assembleia para comentários. Vamos por onde?... Subida dos Pneus, hã? Pode ser... MontiFélix não se sente em forma mas acaba por ser o primeiro a meter a levezinha e aí vai o pessoal a esgatanhar encosta acima, sempre esforçadamente, montados na bikes ou com elas à mão! E assim chegámos ao entroncamento onde antigamente passámos com o Capitão a caminho da SubEstação. Não, não fomos para lá. Apontámos a Sto. Antão para rimar, pois então! E sempre a andar para a ginjinha que só MontiEmídio escolheu, os outros dedicaram-se à prova do arroz-doce e a uma discreta bica, que tudo o benjamim pagou com o sorriso de quem gosta de ver os companheiros felizes e contentes. Retomou-se a marcha já em tom de regresso, na Rotunda dos Caniços largámos o MontiFélix para o seu fdsemana, na Rotunda da Verdelha o MontiNando optou pela lavagem da bike no Elefante Branco e os restantes dois, entre os quais mim, deslizámos até à Torre do Meio. No meu registo fizemos 32,9 km a uma média de 14,9 km/h mas desconfiem porque eu apaguei o registo antes de escrever e a minha memória do que tinha lido não é de fiar!!!
FILMES

                                  Filme 01      Filme 02      Filme 03      Filme 04      Filme 05



 
Bom Domingo e boa semana.
Abraikes para todos. MontiVictor.




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

MontiBikers no 4º Terras do Toiro em Porto Alto

Os MontiBikers MontiEmidio, MontiNando e MontiCadilha com a companhia do Frederico, estiveram nas Terras do Toiro, e levaram “porrada”... e levaram com água...e foram enganados.
Na sexta-feira MontiVictor teve que anular a sua participação, em seu lugar tivemos a companhia do amigo Frederico, pouca experiência nestas andanças mas muita vontade de pedalar.
Muita areia, muita água, poças e mais poças, e muitas zonas com areia “alamaçada”. Foi duro, em muitas situações a bike teve que ser empurrada.
As quilómetragens avançadas pela organização estavam aldrabadas, os 35 na realidade foram 46, aquilo é que foi sofrer Frederico. No que toca aos 70 km foram também “só” mais 10, total 80km e mais qualquer coisinha, que raio de conta-kilómetros utilizam as organizações.
Os abastecimentos, na quantidade e variedade de comida foram bons, apenas o reparo de que o 2º estava muito distante do 1º.

A nossa manhã  teve um começo original.
Concentração marcada, como habitualmente, para a garagem do nº4, 7:45h.
Pelas 6:58h toca o meu telemóvel, MontiNando preocupado pelos restantes Montis não aparecerem.
Interiorizou tanto na sua massa encefálica o horário de saída que deu nisto.
Pelas 7:55h, com as bikes bem arrumadinhas no tejadilho do “passat” partimos para o Porto Alto, destino das Terras do Toiro.
O cafézinho matinal foi tomado no Porto Alto. Para MontiNando foi mau porque durante os primeiros quilómetros de bike só tinha vontade de ir para trás de um chaparro. Fomos para a zona de partida, onde já havia grande agitação, com perto de 800 participantes dá para imaginar.

MontiBikers alinhados, pode dar inicio o passeio.
Eram 9:03h e o pelotão começou a rolar. Os primeiros quilómetros foram em alcatrão com a velocidade controlada por um carro da organização.
Entrada nos trilhos da Companhia das Lezírias com o pelotão alongado, os Montis vão juntos e acompanhados por um nevoeiro não muito intenso mas que levantaria rápidamente.

Nos primeiros estradões rolava-se bem, o pior estava para vir. Caminhos com muita areia, de vez em quando umas poças para transpôr e alguma lama arenosa. Os Montis já estão dispersos, falta aqui o MontiVictor para pôr alguma ordem na rapaziada. MontiFélix também não nos honrou com a sua presença, parece que foi para a praia.

O primeiro abastecimento surge aos ~28km. O esforço e algum cansaço já está presente em alguns atletas e as bikes já levaram com muita areia. Muita laranja, banana, bolos, pão com chouriço, barras e muita água. Abastecimento sem reparos.
Montis reagrupados e abastecidos retomam o caminho. Um pouco mais à frente passam mesmo à nossa frente numa grande correria e em fila indiana um grupo de javalis, grandes e pequenos. Ainda esperei, mas sem sucesso, que aparecesse logo de seguida o Obélix.
A separação dos 35 e 70km seria logo de seguida, o amigo Frederico seguiu para os 35(46) e nós para os 70(80)km.

A partir daqui tudo iria piorar.
Muita areia solta, muitas zonas com água, muita lama, subidas com a bike pela mão, descidas a pé, pois havia o receio de que os travões não funcionassem de tanta areia que levavam. Outras descidas fizeram-se apé, não pelo receio dos travões mas porque eram muito inclinadas e o terreno estava mesmo muito mal tratado. Numa destas primeiras descidas fiquei preso nuns ramos dando uma queda felizmente sem qualquer mazela. O MontiNando segundo o seu relato já tinha “beijado a flôr” por duas vezes. Até ao final não haveria de haver mais malhanços. O que não podia faltar era um furo. Desta vez calhou-me a mim MontiCadilha, furar na roda da frente.  Como já estamos “catedráticos” nesta matéria, a operação foi rápida e eficás. Mais à frente tivemos uma paragem forçada, uns 50 metros à frente estava em pleno trilho um toiro e mais uns 30 um outro. Olhavam fixamente para os MontiBikers. Quem dava a primeira pedalada. Ninguém. Parados e paradinhos aproveitamos para umas fotos, até que o primeiro saíu do trilho e o segundo como que mandado pelo primeiro fez o mesmo. Resolvemos avançar se bem que com alguma desconfiança.

O 2º abastecimento só apareceria aos 62km, mais ou menos 30 km depois do primeiro, um exagero. Se o precurso tinha 70km, segundo a organização, estava aqui um grande disparate, um abastecimento 8km antes da meta. Mas não, os organizadores enganaram os participantes pois o percurso teria sim 80km, e até ao final ainda teríamos pela frente 18km
 E lá foram os Montis para os últimos quilómetros já com menos fulgor e desejosos de se enfiarem debaixo do chuveiro. Eram 15:30h quando cortamos a meta e lá estava o nosso amigo Frederico já fartinho de esperar.
Fomos para a lavagem das bikes, que estavam muito mal tratadas e depois para a nossa chuveirada, que lama também era coisa que abundava no nosso belo equipamento. O almoço/lanche foi uma boa sopa da pedra e uma carne guizada com batatinhas, estava bem confeccionado.
O regresso animado recordando os maus e bons momentos do passeio e algumas piadas extra.

No próximo sábado regressamos aos nossos Passeios Sabadais assim o tempo o permita.
Até lá Abraikes 
Fotos de MontiEmidio

Filmes do MontiEmidio
Filme 1
Filme 2
Filme 3
Filme 4
Filme 5
Filme 6
Filme 7
Filme 8

Fotos de MontiCadilha
No picasa

Filmes MontiCadilha com GoPro HD
Filme 1     Filme 2     Filme 3     Filme 4     Filme 5     Filme 6     Filme 7
Filme 8     Filme 9     Filme 10     Filme 11     Filme 12     Filme 13     Filme 14
Filme 15     Filme 16     Filme 17     Filme 18     Filme 19     Filme 20     Filme 21
Filme 22     Filme 23

sábado, 12 de novembro de 2011

Passeio à Azambuja pelos Caminhos de Fátima 12.Nov.2011

Os Montis Emidio e Cadilha compareceram para mais um passeio Sabadal. Os outros Montis, Victor, Félix e Nando, ainda estavam de “ressaca” do passeio da Rota da Água-pé do AlvercaBike que participamos  no último fim de semana.
Pois é bebem bebem e depois faltam forças nas “canetas”.
Como preparação por Terras de Toiros, maratona que iremos participar no dia 20 de Novembro, resolvemos percorrer parte dos caminhos de Fátima. Destino... Azambuja.
Foram 60km percorridos em 3:30h, incluídas as respectivas paragens, com a bonita média de 20km/h, nada mau.
O terreno apresentava-se no geral bom para rolar, se bem que em alguns troços a lama e nalguns casos a areia, obrigou-nos a um redobrado esforço. Talvez uma amostra do que iremos encontrar em Porto Alto/Samora Correia, local onde se realizará a maratona.
Serão 70km percorridos, segundo a organização, por terrenos com pouca lama pouca areia mas muita água.
O nosso abastecimento foi na Azambuja no Diamante, uns bolinhos sumo para mim e leitinho para o MontiEmidio. Regressando de seguida pelo mesmo trilho.
Correu tudo bem, mas não foi perfeito, a ausência dos restantes Montis foi notada constantemente.
Passeio com os cinco Montis é um MontiPasseio.

GPS do passeio

Agora vamos às imagens
Do MontiEmidio
Filmes
http://www.youtube.com/watch?v=sArDrRHwt_s               filme1
http://www.youtube.com/watch?v=B1nw2Ed7Iaw             filme2
http://www.youtube.com/watch?v=0cpVyoBidOo              filme3


Fotos

Minhas


é verdade só uma fotografia
mas deixo-vos este pequeno filme


Próximo evento

Participação na maratona 70km
em Samora Correia/Porto Alto
Terras do Toiro

Até lá
Abraikes e boas pedaladas




segunda-feira, 7 de novembro de 2011

2ª Rota da Água-Pé organizada pelo AlvercaBike

A 06/11/2011 o clube de BTT “AlvercaBike” organizou o 2º passeio da Rota da Água-Pé.
Os bttistas começaram a chegar ao recinto do Futebol Clube de Alverca pelas 8 horas e quando marcavam a sua presença junto do secretariado, eram granjeados com uma caneca que iria servir para fazerem as provas do néctar nos locais de reabastecimento.
Para nossa surpresa também estariam presentes os BTTretas, nossos amigos de Sintra, encabeçados pelo seu presidente “Pedro” e quatro colegas. Ficou desde já combinado que os MontiBikers e os AlvercaBike iria dar uma passeata em Sintra no mês de Março de 2012, com direito a banhos e um grande banquete num local á escolha dos BTTretas.
Foi um excelente passeio que esta organização nos proporcionou, passando pelas Areias, Cabeço da Rosa, Vila de Rei, Calhandriz, Adanaia…, com paisagens magníficas a perderem-se de vista no horizonte. O dia foi abençoado com o amanhecer um pouco frio, mas que foi aquecendo com as pedaladas e com o brilho do sol.
Os MontiBikers estiveram á altura de tamanho evento, assim como todos os participantes. Alguns até animaram a comitiva com algumas quedas algo aparatosas, sendo que um menos afortunado, teve de receber tratamento médico após uns trambolhões não previstos (as rápidas melhoras para esse BTTista).
O percurso teve cerca de 34 kms e um acumulado de subidas a passar os 1000 metros.
No final houve direito a lavagem das bikes, duche e um bom almoço convívio no restaurante situado nas instalações do Futebol Clube de Alverca.
Mas vamos ao que a malta gosta… de boas fotos e bons vídeos cá da malta…
Os comentários são sempre bem vindo e apreciados por todos os MontiBikers



Fotos






Videos


Videos Câmara GoPro Helmet Hero HD

terça-feira, 1 de novembro de 2011

MontiTreinoTerçaFeiral 01/11/2011

Hoje 01/11/2011 dia de Todos os Santos e feriado nacional, os MonTiVictor, MontiCadilha e MontiEmídio fizeram um treino de manhã. Por ser um MontiTreino e não um MontiPasseioSabadal, cada um equipou-se conforme sua intenção, sem que tenha de ler comentários menos abonatórios por não utilizarem o equipamento oficial. Como normalmente acontece nos treinos não programados, só depois do café da manhã, na eterna sede provisória é que o grupo se questiona do trajecto a efectuar. Desta vez seguimos pelo trajecto tradicional das salinas de Alverca até á Póvoa e continuação dos caminhos de Fátima até á estrada do Monteiro Mor. Passamos perto da fábrica do Papel do Tojal. Percorremos a margem esquerda do rio Trancão, numa variante nova. Esta variante revelou-se num trilho que não tinha saída, pelo que no final tivemos de regressar á estrada. Porém neste pequeno trilho foi o local onde dois Montis deram uma queda; um no trilho a subir e o outro no mesmo trilho, mas no sentido descendente. Chegados á estrada de alcatrão fomos direitos ao Zambujal, onde estavam uns castiços que nos informaram que para o almoço deles era um borreguito assado (vejam só, nem nos convidaram). Como não fomos convidados, seguimos em frente, direitos á mata do Paraíso. Ai na mata houve uma situação caricata com um cão dum caçador que levava um coelho na boca, mas, para nosso espanto, o cão não entregou o coelho ao dono e largou-o num local longe dos mesmos. Havia alguns caçadores, á procura do coelho morto, num local, quando para espanto deles, os MontiBikers lhes deram a informação que deveriam procurar do lado oposto, pois tinha sido por ali que o cão largara o tal coelhito. Como também aqui não fomos convidados para o almoço, lá seguimos o nosso treino…Seguida viagem direitos ao marco geodésico, para fazermos a tal descida junto á pedreira, até ao zambujal. Grande descida… pois chegados ao sitio do costume, ainda continuamos a descer mais (pela tal descida que noutros tempos tinha-mos algum receio, e, não a fazíamos). Porém neste troço, o nosso sénior encolheu-se e foi dar a volta por outro caminho, até á ponte do rio Trancão, junto ao restaurante dos pneus. O MontiCadilha, preocupado com o atraso do MontiVictor, começou a subir a encosta para inteirar-se da situação… porém mais tarde recebemos um telefonema a informar-nos que o sénior estava bem de saúde, a descansar e a encher o bandulho, enquanto os dois montis, preocupados, faziam uma busca todo-o-terreno á sua procura…Reencontro realizado, trocas de ideias, e lá seguimos direitos á tasca da ginjinha… fizemos um brinde á saúde dos presentes e do ausente parzinho da Póvoa, assim como dos outros Montis ainda mais ausentes, e dos quais já temos grandes saudades…Brinde realizado, contas ajustadas com a senhora, seguimos direitos a Alverca pelos caminhos de Fátima.

Fotos



Filmes





Os Filmes da GoPro HD
Zambujal                                                                                                      S. Julião do Tojal








   
Tojal                                                                                                             Na Ginja










Dados do treino:

Inicio - 8:40 h

Distância percorrida – 46,63 kms

Velocidade máxima instantânea – 45,2 km/h

Velocidade média – 16,6 km/h

Tempo montado na bike – 2 horas 48 minutos

Chegada – 12:20 h

MontiTreino sabadal de 29OUT2011



Amigos, as nossas (do trio acima) bikes estão a gastar ar que é uma coisa por demais! Intensa utilização das bombas na garagem da Torre do Meio em Alverca! Actualizada a informação sobre a constipação do MontiFélix e os impedimentos do MontiNando seguimos depois para a Provisória. Numa rápida troca de impressões logo a seguir à bica matinal do MontiCadilha tomou-se a decisão de visitar o Cabeço de Montachique. A segunda foto que encabeça esta crónica mostra os três Montis de serviço no topo de uma escarpa bem perto do Forte das Ribas ou do Freixial, local vizinho do dito cabeço. E vizinho também do Parque de Lazer respectivo, onde as bikes não podem entrar (para que saibam todos). Mas já estamos no parque e ainda nada se falou do caminho que até lá fizemos! Vamos lá então de volta atrás, sem pressas. Sim, porque não há que enganar: Rotunda do Jumbo, Rotunda da Verdelha, Rotunda do Caldeirão da Cerveja e vira para o Casal das Areias, tudo terreno conhecido e sem surpresas. Claro que aquela subidita ao lado do IC9 não surpreendeu, foi difícil, como de costume. E eu tive de desmontar perto do cimo do 1º troço, como de costume... e também no 2º troço (como - menos - de costume)! Depois foi sempre a aviar e, sim, como de costume. Os meus companheiros bem lá na frente, certo, mas eu, sempre a dar-lhe, também lá andei até ao Cabeço da Rosa e virei para a estrada do Mato da Cruz. Reunidos de novo, saimos do alcatrão e passámos pelo Forte de Arpim, com muita veneração e alguns comentários apropriados do MontiCadilha. Entrámos a descer com muito domínio e sem hesitações (terreno conhecido...). Eu deixei-os adiantar, vou cá na minha. Perdi-os de vista mas há agora esta descida... olha-os ali a dar a curva, caramba estou fora do trilho, e agora vou derrapar e... porrinha, estirada de guarda-redes sobre o lado direito... e eles lá ao longe a olharem para mim e eu a acenar que tudo está bem (e estava, ainda bem), levanto a Ghost e continuamos, descer sabe sempre bem, há que aproveitar! (Aquilo não foi bem uma queda, foi mais uma aterragem de recurso!) Sempre a dar-lhe, e eles a fugir, juntámo-nos de novo na subida da vinha que leva ao caminho de Vila de Rei. MontiCadilha limpou, Emídio esteve quase e eu, desmontando a meio, paguei o preço que tinha de pagar. Pausa para recuperação e ala para Vila de Rei na ideia de passarmos pelo Boição. O caminho que tomámos não foi o certo de maneira que, feita a descida um tanto exigente para uma quintarola onde em tempos (Passeio de Vila de Rei?) tivemos um abastecimento, atravessámos a real vila e seguimos para Bucelas, sem paragens nenhumas, a caminho da Bemposta. Vamos ver como está o ribeiro? Vaaamos! E fomos! E pedalámos naquele leito de calhaus como uns Montibikers, enfrentando a corrente, sem parar mas molhando sapatos, pés, pedais, rodas, um banho, enfim, meus senhores! Das hortas seguimos para o Freixial e parámos ao sol, junto a uns bancos de jardim, para espremer peúgas, despejar sapatos e comer cubos de marmelada (bons! caros!...) do supermercado do Antunes. E aí vamos alcatrão acima a pedalar sempre em esforço e a ritmos variados (o Emídio sempre a controlar a subida do senior - eu - acompanhando e incentivando o esforço que, sabe-o quem já o fez, não é pequeno), Riba de Baixo, Riba de Cima, até à entrada do parque. Pausa para entrevistar o funcionário e obter informação para decidirmos por onde prosseguir. A decisão foi subir mais um pouco até ao Forte das Ribas e ao parque eólico. Bela decisão! A primeira foto desta crónica dá uma ideia da largueza da paisagem que apreciámos, da beleza da vista que um sol brilhante e caloroso tornava luminosa e fascinante. MontiCadilha só dizia: temos de cá vir com os outros Montis, uma beleza destas não se pode deixar de ver! Aí funcionou a máquina fotográfica do artista que escreve a crónica, permitindo registar o evidente prazer daquele momento de fruição duma paisagem bem nossa! Até se avistava o trilho que semanas atrás desceramos com outros companheiros, entre os quais um Almirante, lembram-se? Dali arrancámos percorrendo as vizinhanças do monte onde está a Estação Eléctrica de Fanhões e entrámos na descida vertiginosa (e a tremideira nas lages de calcário à saída do trilho?!) que vai dar à histórica vila (não estou seguro disto mas... fica bem, não acham?). Daí em diante foi só pedalar com bravura para cumprirmos o horário previsto e assim passámos Stº Antão do Tojal, Granja, Alpriate, Vialonga e Verdelha de Baixo, chegando à Torre do Meio cerca do meio-dia e meia hora. Andámos 40,7 km a uma média de 14,9 e eu atingi a máxima de 51,8 km/h. E, atenção, estou de acordo (estamos os três!) com o MontiCadilha, temos de voltar lá todos, tantos quantos for possível, vale a pena!

Abraikes do MontiVictor.









sábado, 22 de outubro de 2011

Visita feira da bike em Santarém 22 de Outubro de 2011

Hoje foi dia de visitar a Feira da Bike em Santarém.
No entanto de manhã ainda houve tempo para o nosso passeio Sabadal, hoje com as presenças de MontiVictor, MontiEmidio e MontiCadilha. Foi um passeio suave apenas para rolar, destino Parque das Nações pelas quintas de Vialonga, trilho do Trancão e regressso pela quinta da Boiça.
Para arquivo não temos fotos mas estes filmes.
Peço desculpa aos meus amigos mas só limpei a lente da caixa da GoPro e não a lente da GoPro e o resultado final foram filmes com alguma sujidade.

Filme 02-BTT trilho junto ao Rio Trancão



Filme 03-BTT Trancão-Parque das Nações



Filme 04-BTT caminho pedonal junto ao Tejo



Filme 05-BTT pelo interior do jardim no Parque das Nações



Filme 07-BTT pela Quinta da Boiça



De tarde os Montis Emídio, Nando e Cadilha, acompanhados pelo meu mano Agostinho, foram ver as novidades para 2012 que os fabricantes de Bikes tinham em exposição.
Foi uma delicia para os nossos olhos ver aquela imensa variedade de belas máquinas.
Muitas bikes, muitos acessórios, muita roupa e muita alimentação e bebida energética.
Pena é que as nossas carteiras não permitam satisfazer os nossos olhos, no meu caso a aquisição de uma Canyon. O meu mano está muito bem lançado para a compra de uma Specialized de estrada.
MontiNando ficou de olho num suporte de manutenção, e a Magura não lhe deu a alegria de observar mais em pormenor as suas suspensões, nem uma em exposição.
MontiEmidio observou atentamente as novidades da Trek, todas elas um bocadinho melhores que a sua.
No meio daquela multidão encontramos em primeiro lugar o nosso companheiro MontiFaneca. Devido à sua participação no campeonato Nacional de tiro com arco, não nos tem acompanhado nas voltas de BTT.
Um pouco tempo depois encontramos o nosso amigo Arrabidabike Mário Caetano, em forma mas sem treinar, o trabalho e outros afazeres não lhe tem permitido pedalar na sua Ghost.
Foi uma tarde bem passada no meio de muita beldade.
Agora só falta vir o Euromilhões para podermos levantar o nosso material.
Ficam aqui umas fotos de algumas dessas beldades.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Passeio em Alcácer do Sal 15-10-2011




Vídeos



Amigos do mundo do BTT, mais uma vez os Montibikers partiram para uma bonita aventura em terras do Sado. Foi um dia com algumas peripécias que não podiam escapar ao nosso grupo.
Tudo começou pela reunião de todos às 6:45 da manhã no prédio do meio em Alverca, em que consistia carregar as 5 bikes no veículo do Monticadilha. Eu ainda duvidei se aquilo funcionava mas fui informado que havia sido testado dois dias antes. Com algum jeito e paciência lá ficaram arrumadas e bem apertadas aos suportes.
Às 7:04 já estávamos de partida para Alcácer do Sal, onde seguimos pela estrada nacional, até porque tínhamos tempo de sobra para ir sem stress, coisa que iria ser alterado na entrada da ponte em Vila Franca de Xira.
O nosso primeiro contratempo foi o acidente que tivemos quando íamos entrar na ponte, por distracção e contando com o nevoeiro que existia, o MontiCadilha ao olhar para o lado esquerdo para ver se vinha algum veículo não contou que o mesmo não se passava com o automobilista do veículo da frente e avançou não contando que o outro tivesse parado em vez de ter seguido.
Pimba, mesmo na traseira do outro. Saímos todos e fomos ver se os estragos eram muitos, o condutor do outro veículo saiu e vinha atrapalhado. O MontiCadilha verificou que não tinha estragos significativos e o outro condutor também ajudou à festa ao não dar muita relevância ao estrago no seu veículo. Eu acho que devia estar preocupado com outra situação pior (embriagado, falta de documentos), pois nem sugeriu fazer a participação de seguro amigável. Tudo resolvido entrámos dentro do carro e seguimos caminho para o nosso destino.
Durante a viagem fomos pondo a conversa em dia e tentando animar o nosso condutor que parecia uma pedra fria e silenciosa só estando com rigorosa atenção na estrada.
Ao chegar a Alcácer do Sal e sem GPS para coordenar o trajecto, enganámo-nos na saída certa para o local de levantamento dos dorsais, que era numa escola e fomos para o que seria o local de partida do passeio. O MontiEmídio como tem algum sentido de orientação, tendo visto no Google Earth a posição certa do local, instruiu o nosso condutor no caminho certo.
Após termos estacionado no parque junto ao sítio onde se ia tomar banho e almoçar, retirámos as bikes de cima do carro e fomos efectuar o levantamento dos dorsais no interior da escola. Os sacos que nos deram continham a bonita Jersey alusiva ao evento e mais uns papéis de anúncios. Reparei que o dorsal estava agrafado à parte de fora do saco, mas não encontrava as braçadeiras de plástico que costumam dar para montar na bike, voltei a trás e perguntei sobre as mesmas aos membros da organização ao que me responderam que se encontravam coladas com fita adesiva atrás do dorsal, é claro que fiquei com cara de parvo.
Já estávamos muito perto da hora para o começo do passeio, quando nos reunimos junto do carro, por isso ficou de parte a ideia de tomarmos um café. Deslocámo-nos cerca de 2 Kms até ao local da partida, após chegarmos ainda tivemos tempo para tirar fotografias e começar os filmes por conta do MontiCadilha.
A partida foi organizada e sem problemas, nos primeiros 18 Kms até ao primeiro abastecimento, eu comecei a andar mais depressa nas subidas existentes e a consequência foi a minha separação do grupo, coisa que eu tinha prometido não fazer.
Quando cheguei ao abastecimento ainda havia laranjas, bananas, barras energéticas e bolinhos de manteiga, mas aos poucos ia desaparecendo esses alimentos, após 6 minutos de espera lá chegou um Montibiker (MontiEmídio), que não chegou a tempo dos alimentos mencionados atrás, como ele muitos ficaram indignados com este primeiro abastecimento. À falta disso ainda deram umas sandes. Logo a seguir ao MontiEmídio chegou o Monticadilha, que informou que não via os dois restantes à já algum tempo, visto que começou a andar mais depressa na perspectiva de me encontrar parado pelo caminho. Esperámos, esperámos e nada, pensámos logo que tinha acontecido alguma coisa, bem dito bem certo, o MontiFélix tinha tido um furo no pneu da frente e como vinham atrasados ficaram para último. Valeu a ajuda dos elementos da organização que faziam de carro vassoura dar algum auxílio a eles. Parece que precisam de uma workshop mais aprofundada em matéria de mudança de pneus com furos.
Reunidos novamente e já alimentados partimos novamente para mais uns Kms, este passeio tinha muitas partes de terreno com areia e muitos deles em sítios perigosos, como em descidas, para aqueles que não têm experiência houve ocasiões que desequilibraram e desmontaram forçosamente das bikes. Eu como tenho a sorte de ter um pneu traseiro mais largo e novo, não tive qualquer dificuldade em ultrapassar esse obstáculo.
Entretanto até ao segundo abastecimento todos se mantiveram juntos sem haver distanciamento, normalmente feito aos parezinhos (par do prédio do meio), hehehehhe.
Houve uma situação engraçada por parte do nosso MontiEmídio, que num troço como ia à frente de nós o caminho parecia ir incidir com uma pequena poça de água, mas a sinalização estava direccionada para um caminho a ladear a mesma, o que o MontiEmídio não se apercebeu e foi desfrutar de uma boa e refrigerada molhadela. Claro como seria de esperar ele foi o centro da chacota nessa altura, mas como mais à frente vou mencionar, não foi a última.
O segundo abastecimento estava num sítio muito belo, nas margens de uma barragem, um local calmo e bom para passar um dia com a família ou um grupo de amigos a desfrutar da natureza. Aí, já não houve a falta de alimentos como na primeira e inclusive estava uma equipa de dois rapazes a fazerem publicidade a uma firma de comercialização de produtos de lubrificação para bicicletas, que se propuseram para lubrificar as correntes das bikes para quem quisesse. Claro que todos os Montis não se negaram a esta bela oferta, tivemos conhecimento que também estariam representados na próxima feira das bikes em Santarém.
Até ao terceiro abastecimento houve uns pequenos grandes empenos, e digo isto porque foram mais precisamente três subidas relativamente próximas umas das outras em que apesar de serem pequenas tinham um grau elevado de inclinação. Eu que nunca me nego a nada nestas alturas confesso que na terceira só consegui ir até meio, por isto se vê que eram uns bons empenos.
As descidas eram boas e agradáveis, aqui consegui ver que esta organização tinha tudo bem estruturado, porque mesmo as descidas mais perigosas estavam muito bem sinalizadas.
Mais uma vez no terceiro e último abastecimento estava tudo nos conformes sem falta de produtos alimentares necessários para saciar a nossa perda de energias. Após alguns momentos de relaxe e repasto seguimos para os últimos Kms do passeio. Esta parte foi-nos comunicado pelos elementos da organização que estavam presentes no abastecimento, que iria ser mais rolante e sem esforço.
Houve duas coisas que gostei neste último troço, a primeira foi na passagem por um desnível com água, o nosso MontiEmídio teve a sua primeira experiência de beija a flor gravada em vídeo para futura visualização com os seus netos, para os informar que um dia também caiu como os outros caiem. A segunda foi o ladear um canal de transporte de água para possível rega de campos de cultivo. Houve inclusive uma transposição desse canal com alguma destreza por cima de umas tábuas.
Os Kms finais foram feitos em alcatrão e desta vez passámos a linha da meta todos juntos, esse é um dos nossos lemas. Uns metros a seguir à meta, estava preparado um local para a lavagem das bikes, onde todos os Montis deram esse mimo às suas companheiras de viagem. Quando estávamos a preparar para regressar ao carro eis que surge uma senhora montada numa bicicleta a perguntar se alguém falava inglês para explicar que precisava de um remendo para remendar o pneu da bicicleta do seu companheiro. Eu e o MontiVitor primeiro fomos ver se alguém da organização podia tratar desta situação visto que estávamos com pressa de regressar. Como não obtivemos resposta positiva, tivemos nós de resolver o problema ao casal. Fomos atrás da senhora até à porta do recinto onde acabámos a prova e lá estava o senhor com a sua bicicleta. Tirei da minha mochila o material para remendar o furo e com a ajuda do MontiVitor lá nos safámos com a tarefa. Este casal era Belga e estava a passar uns dias no nosso país, disseram que estavam a gostar imenso de cá estar e que as pessoas são muito hospitaleiras e simpáticas coisa que nos diferenciava dos nossos vizinhos espanhóis, que nem faziam normalmente um esforço para entenderem as pessoas estrangeiras. Como ficaram desenrascados da situação, queriam pagar pelo serviço prestado por nós coisa que recusámos, pois acredito que a ajuda dada com boa intenção no futuro será recompensada.
A nossa predisposição de bons Samaritanos não foi vista com bons olhos perante os outros Montis, por estarem já imenso tempo à nossa espera junto do carro para arrumar o material e seguir para os banhos, para depois irmos almoçar. Eu reconheço que também isso seria o fruto da fome que já tinham, eu sou o primeiro a reconhecer essa insatisfação e perdoo a todos.
Mais uma vez fiquei impressionado com a organização na parte do almoço, que até tinha umas sandes e imperiais para aqueles que estavam na fila à espera para almoçar, ao menos sempre iam mastigando qualquer coisa e matando a sede. No final ainda tivemos direito a um café e bolinhos de manteiga.
De seguida fomos para o carro e iniciámos a nossa viagem de regresso. Foi mais um passeio bem desfrutado pelos Montibikers sem problemas de maior.
Deixo aqui os parabéns a todas as pessoas envolvidas nesta organização, pois fizeram um excelente trabalho.
Um bem-haja e que para o ano nos possamos encontrar novamente.
Abraikes a todos.