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terça-feira, 1 de novembro de 2011

MontiTreino sabadal de 29OUT2011



Amigos, as nossas (do trio acima) bikes estão a gastar ar que é uma coisa por demais! Intensa utilização das bombas na garagem da Torre do Meio em Alverca! Actualizada a informação sobre a constipação do MontiFélix e os impedimentos do MontiNando seguimos depois para a Provisória. Numa rápida troca de impressões logo a seguir à bica matinal do MontiCadilha tomou-se a decisão de visitar o Cabeço de Montachique. A segunda foto que encabeça esta crónica mostra os três Montis de serviço no topo de uma escarpa bem perto do Forte das Ribas ou do Freixial, local vizinho do dito cabeço. E vizinho também do Parque de Lazer respectivo, onde as bikes não podem entrar (para que saibam todos). Mas já estamos no parque e ainda nada se falou do caminho que até lá fizemos! Vamos lá então de volta atrás, sem pressas. Sim, porque não há que enganar: Rotunda do Jumbo, Rotunda da Verdelha, Rotunda do Caldeirão da Cerveja e vira para o Casal das Areias, tudo terreno conhecido e sem surpresas. Claro que aquela subidita ao lado do IC9 não surpreendeu, foi difícil, como de costume. E eu tive de desmontar perto do cimo do 1º troço, como de costume... e também no 2º troço (como - menos - de costume)! Depois foi sempre a aviar e, sim, como de costume. Os meus companheiros bem lá na frente, certo, mas eu, sempre a dar-lhe, também lá andei até ao Cabeço da Rosa e virei para a estrada do Mato da Cruz. Reunidos de novo, saimos do alcatrão e passámos pelo Forte de Arpim, com muita veneração e alguns comentários apropriados do MontiCadilha. Entrámos a descer com muito domínio e sem hesitações (terreno conhecido...). Eu deixei-os adiantar, vou cá na minha. Perdi-os de vista mas há agora esta descida... olha-os ali a dar a curva, caramba estou fora do trilho, e agora vou derrapar e... porrinha, estirada de guarda-redes sobre o lado direito... e eles lá ao longe a olharem para mim e eu a acenar que tudo está bem (e estava, ainda bem), levanto a Ghost e continuamos, descer sabe sempre bem, há que aproveitar! (Aquilo não foi bem uma queda, foi mais uma aterragem de recurso!) Sempre a dar-lhe, e eles a fugir, juntámo-nos de novo na subida da vinha que leva ao caminho de Vila de Rei. MontiCadilha limpou, Emídio esteve quase e eu, desmontando a meio, paguei o preço que tinha de pagar. Pausa para recuperação e ala para Vila de Rei na ideia de passarmos pelo Boição. O caminho que tomámos não foi o certo de maneira que, feita a descida um tanto exigente para uma quintarola onde em tempos (Passeio de Vila de Rei?) tivemos um abastecimento, atravessámos a real vila e seguimos para Bucelas, sem paragens nenhumas, a caminho da Bemposta. Vamos ver como está o ribeiro? Vaaamos! E fomos! E pedalámos naquele leito de calhaus como uns Montibikers, enfrentando a corrente, sem parar mas molhando sapatos, pés, pedais, rodas, um banho, enfim, meus senhores! Das hortas seguimos para o Freixial e parámos ao sol, junto a uns bancos de jardim, para espremer peúgas, despejar sapatos e comer cubos de marmelada (bons! caros!...) do supermercado do Antunes. E aí vamos alcatrão acima a pedalar sempre em esforço e a ritmos variados (o Emídio sempre a controlar a subida do senior - eu - acompanhando e incentivando o esforço que, sabe-o quem já o fez, não é pequeno), Riba de Baixo, Riba de Cima, até à entrada do parque. Pausa para entrevistar o funcionário e obter informação para decidirmos por onde prosseguir. A decisão foi subir mais um pouco até ao Forte das Ribas e ao parque eólico. Bela decisão! A primeira foto desta crónica dá uma ideia da largueza da paisagem que apreciámos, da beleza da vista que um sol brilhante e caloroso tornava luminosa e fascinante. MontiCadilha só dizia: temos de cá vir com os outros Montis, uma beleza destas não se pode deixar de ver! Aí funcionou a máquina fotográfica do artista que escreve a crónica, permitindo registar o evidente prazer daquele momento de fruição duma paisagem bem nossa! Até se avistava o trilho que semanas atrás desceramos com outros companheiros, entre os quais um Almirante, lembram-se? Dali arrancámos percorrendo as vizinhanças do monte onde está a Estação Eléctrica de Fanhões e entrámos na descida vertiginosa (e a tremideira nas lages de calcário à saída do trilho?!) que vai dar à histórica vila (não estou seguro disto mas... fica bem, não acham?). Daí em diante foi só pedalar com bravura para cumprirmos o horário previsto e assim passámos Stº Antão do Tojal, Granja, Alpriate, Vialonga e Verdelha de Baixo, chegando à Torre do Meio cerca do meio-dia e meia hora. Andámos 40,7 km a uma média de 14,9 e eu atingi a máxima de 51,8 km/h. E, atenção, estou de acordo (estamos os três!) com o MontiCadilha, temos de voltar lá todos, tantos quantos for possível, vale a pena!

Abraikes do MontiVictor.









4 comentários:

  1. Bela narrativa, que pena não termos um filme para complementar toda esta prosa.
    Foi uma manhã de se lhe tirar o chapéu.
    Já está decidido temos que galgar este trilho com a equipa completa,incluída a máquina de filmar.
    MontiAusentes já podem imaginar a manhã que perderam.
    A queda que não foi queda mas que podia ter sido, não foi..., foi isso sim uma maneira airosa de desmontar da bike numa descida matreira.

    Vivam os MontiBikers
    Abraikes

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  2. Como tenho inveja destas incursões por trilhos nunca antes percorridos. É claro que já sinto saudades do grupo, apesar de ser uma ausência forçada a nível habitacional (obras), mas será colmatada com o próximo passeio de grupo. As situações caricatas que surgem com os Montis na minha ausência são sempre engraçadas e com motivo para filmagens, pena é que o nosso Montirealizador não levou a câmara.
    Amigo MontiVictor a crónica mais uma vez está impecável.
    Abraikes e até já

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  3. Pois é Nando tens que passar a fazer as obras durante a semana.
    Abraikes

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  4. Mais uma crónica daquelas*****
    Temos men para as fotos... vá lá... já íamos longe... mas ainda se lembrou a tempo que levava a "machina"...(era o único.. e só por isso até lhe dava mais uma estrela eh eh).
    Diz o nosso sénior e muito bem...que nos deixa avançar até perder-nos de vista...pois é! mas depois põe-se a olhar para o horizonte à nossa procura... e quando vai a ver...pimba, catrapimba e lá vai o men...(agora começo a perceber porquê que anda muito com o Jersey das cegonhas) nem as asas lhe valem... eh eh...
    passa as mão pelos calções e já está como novo...grita o sénior "olá! tudo bem? eu estou fixe...não se preocupem...tenho alguma experiência nisto... já vos apanho..)
    Gostei... ganda navegação pelo rio acima, digno de uma GoProfilmagem (havemos de repetir a dose)! porém assim que senti a água no pezinho, lembrei-me logo daquelas meias impermeáveis...
    Pois foi... do outro lado do monte avistamos a tal descida para o Freixial (de quem vem da sub-estação) onde tínhamos como convidados um capitão e um soldado (Frederico).
    Inté

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