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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Chão das Maias com APOGMA – 23-06-2012



Este sábado 23 de Julho fui a convite da secção de BTT – APOGMA, fazer um passeio organizado por eles, na localidade de CHÃO DAS MAIAS, no concelho de Tomar.
Concentração na sua sede, na Capitão Meleças em Alverca, às 6 horas da matina.
Á hora combinada já se encontravam alguns elementos, prontos a colocar as 9 bikes no suporte em cima do tejadilho da Ford Transit. Bikes no suporte, sacos na bagageira, pessoal na carrinha, e toca a arrancar que já se faz tarde, eram 6:20. Primeira paragem que a malta já vai cansada… perto do recinto da feira para o café matinal… cafés bebidos, pessoal satisfeito, toca a arrancar que vamos para longe. Autoestrada até Torres Novas e depois pela nacional até Chão das Maias. Ainda na Autoestrada, em andamento, lá nos aparece mais um convidado especial “Jay Jay” de sua alcunha, o “Aspirante” do Esquadrão BTT, com a sua máquina de filmar/fotografar sempre em riste para gravar e imortalizar mais alguns momentos de boa camaradagem. Chegamos antes das 9, cumprimentamos os anfitriões, preparamos as bikes e toca a rolar que já nos apetece montar nelas. O Toni como cicerone, lá nos indicou quais os trilhos a seguir…  e sempre á frente lá motivou alguns a descer a primeira descida de grande inclinação e ramos soltos, poucos montados e muitos a pé…lá seguimos até á baia da barragem de Castelo de Bode… mais alguma conversa, fotos tiradas e vamos pedalar que até aqui foi só o aquecimento, não olhem para cima que podem desmotivar… toca a rolar encosta acima, alguns cedo fraquejaram, outros nem por isso, mas os mais valentes até a meio tiveram de descansar (á espera do último). Último chegado, toca a seguir que ainda vamos a meio da subida… Subida transposta, toca a descer que mais á frente tem outras (mais suaves).
Uns com mais, outros com menos dificuldade, lá chegamos ao final com vontade de um banhito.
Pessoal, vamos a despachar, toca a entrar na carrinha, que o banho é no lago da Barragem a 4 kms. Umas ensaboadelas, uns mergulhinhos, umas piadas, umas braçadas, e a malta estavam com menos uns anitos, mas com muita fome (e sede que baste). Toca a marchar, encosta acima (na carrinha). Chegados ao estacionamento, enquanto uns colocavam as bikes nos suportes, outros grelhavam a carne, outros colocavam a mesa e faziam a salada (o vinho, as cervejas e os sumos já estavam no frigorifico bem fresquinhos).
Almoço á maneira e como manda a tradição, bem regado (á exceção dos sacrificados motoristas, que só tinham direito de escolher entre água e sumo).
Barriguitas cheias, vamos até ao café. Cafés tomados, mais momentos de lazer. Uns nas cartas a jogar á sueca, outros nos matraquilhos, outros no snooker, outros na galhofa e lá se passou a tarde. O Toni, de seu nome artístico, ainda tinha mais surpresas na manga. Um belo petisco de codornizes e caracóis bem temperados, enquanto a malta esperava e decorreu o Espanha – França. A malta toda satisfeita chegou á conclusão de que nalgum momento, teria de deixar para trás esta localidade de gente amiga e hospitaleira, pelo que pelas dez e tal da noite nos despedimos de quem ficava e arrepiamos caminho pela Autoestrada, tendo chegado a Alverca perto da meia-noite.
Em Alverca ainda haveria de se retirar as Bikes dos respetivos suportes e agradecer tamanho convite a estes BTTistas do APOGMA, que levam um sorriso e amizade para cada canto que percorram com as suas meninas (bikes).
Por último cabe-me aqui, neste momento em que decorrem as comemorações do seu primeiro aniversário, desejar que se mantenham pelo menos assim por muitos e longos anos.




Vídeos


Fotos
Track gps Gpsies
Track gps Wikiloc

domingo, 24 de junho de 2012

Sabadal de 23 Junho 2012


     Mais um passeio de sabadal realizado por trilhos nunca antes pedalados.
Tendo sido definido  à partida que hoje iriamos para os lados de Trancoso, local nunca antes por nós visitado, MontiLuís foi nomeado o nosso MontiGuia.
     Partida pelas 8:05 com um primeiro destino... Sobralinho.
     Os três Montis iriam fazer 4 horas de pedalanço num total de 38km, com inúmeras subidas, sim porque o nosso benjamim só se sente bem a subir e os séniores que aguentem. Claro que depois vêm as abençoadas descidas, e nos entretantos as várias paragens onde os nossos olhos descansam desfrutando as belas paisagens.
     Depois do Sobralinho as bikes levaram-nos até ao Trancoso, subimos até à pedreira da Mota-Engil e lá bem no alto recuperamos as energias com a ajuda das nossas barras energéticas.
   Seguiram-se descidas e subidas por montes nunca visitados pelos MontiBikers com  trilhos onde as pedras marcavam presença.
    Depois de algumas voltas acabamos por apanhar estrada de alcatrão até Calhandriz, e Adanaia subindo por trilho até ao alto da pedreira da Cimpor. A descida até ao Sobralinho seria por um trilho bem diferente do habitual, MontiLuís deu-nos a conhecer uma outra alternativa.
   Já no Sobralinho seguimos até à estrada Alverca-Arruda onde nos despedimos do nosso guia deste sabadal, MontiLuís seguindo os Montis Victor e Cadilha até à garagem do nº4.
    Mais um belo Sabadal com uma boa temperatura e o habitual companheirismo dos MontiBikers.

    Abraikes
    e até ao próximo Domingo no Passeio do 1º Aniversário do Clube BTT APOGMA
Vamos lá ao filme deste sabadal



domingo, 17 de junho de 2012

2012.06.16 SABADAL c/ sangue e tudo!!!



SABADAL de 16JUN2012, com sangue e tudo!

Conforme se previa o céu estava cinzento. Mesmo assim os Montis foram saindo das tocas e junto às 8 h já se mexiam na Torre do Meio os três que ali têm a base. MontiVictor, este cronista que vos fala, afadigava-se a tentar montar a roda traseira que, "arranjada" na véspera, se apresentou completamente em baixo na hora da saída. Com a ajuda amável e pronta de  MontiEmídio a coisa ficou em condições e seguimos os três a caminho da Sede/Cervejaria/Restaurante Estrela, a próxima instituição portuguesa a ser resgatada pela troika (não sabiam?... podem acreditar!). O paciente Belarmino não dura até à eternidade! MontiCadilha avia o seu cafézinho e chega o nosso benjamim MontiLuis. E para onde se vai? Casal das Areias, Cabeço da Rosa e ao forte, do Arpim, sim; depois logo se vê. MontiVictor, em ritmo de convalescença, fica para trás, como é de bom tom, e vê a companhia desaparecer sucessivamente: Luis e Cadilha primeiro, Emídio esfuma-se a seguir, mas Victor persiste no esforço e lá sobe até ao alcatrão da rampa do Cabeço da Rosa onde o espera um Luis atencioso (Então não quer parar um bocadinho?) mais o par da Torre. Siga! Atacamos a estrada e sobe-se a velocidade senior o que falta para o cimo, seguindo o caminho para o Forte do Arpim, siiiim, onde o Luis ouve algumas informações históricas sobre as Linhas de Torres e eu tiro a primeira fotografia com a lente cheia de humidade (máquina em má posição no bolso de trás da minha camisola, claro). Bons minutos de cavaqueira e fotografias para descermos de seguida à vinha que sobe para o estradão de Vila de Rei. Mais uma vez MontiVictor mostra que é um senior e, quando falece a perna, empurra a bicicleta à mão, enquanto o pessoal espera com muita consideração! Descemos com prazer e já decidimos que rumamos à Quinta do Boição, Luis não conhece. Lá nos metemos no trilho que dá para a quinta e o prazer reaparece, mesmo sem o sol a apertar; o arvoredo cobre-nos, o trilho convida-nos e, ora em piso macio ora sobre pedras exigentes, chegamos à ponte da entrada. E apontamos para subir a vinha à nossa direita, ziguezagueando com delicadeza e sabedoria, até que deparamos com uma saída no cimo que nos põe no estradão, mesmo em cima da estrada que vai para Bucelas; sim ou não? Não vamos, não! Mas antes há que dizer que o talude de saída da vinha é difícil de subir em cima da bike! Todos acabaram empurrando a bicicleta à mão, menos o Luis que fez ali a sua primeira demonstração: senhor duma técnica avançada e leve como um benjamim, despachou a rampinha... assim!... E regressámos ao caminho que nos levara à quinta, passando a repisar trilhos já explorados em passeios do Alvercabike, subindo pela margem esquerda da ribeira que vai dar ao Boição. Entrámos por uma vinha onde um casal tratava de sulfatar, ela em cima da caixa da camioneta fazia as caldas e ele, de máquina às costas, soparava-as para as videiras. A senhora lá nos disse que havia caminho em frente e eu, com a alegria, arranquei mal e tive de agarrar-me ao taipal, senão caía.
Prosseguimos a passeata até que uma vedação nos barrava o caminho. Feita a inevitável exploração, encontrámos passagem fácil e empurrámos as bikes sem problemas, entrando a pedalar logo de seguida num trilho de encosta que nos conduziu a mais subidas e descidas, tantas que a minha memória não aguentou e perdeu-lhes a sequência. Numa das vezes (quando é que terá sido?) apresentou-se-nos uma subida daquelas que convidam "Mostra que és gente e avança!" mas que, passada a primeira vintena de metros, se temos o azar de parar, nos obriga a fazer o resto de bicicleta na mão e pés no chão. Foi acontecendo assim, com o MontiCadilha, com o MontiEmídio e, chegada a vez do nosso MontiLuis, não é que ele arranca por ali acima e faz tudo de uma ponta à outra?!!! Não quero exagerar mas estou seguro que é para aí centena e meia de metros bem inclinados, atravessados de valas para todos os gostos, e deixando às rodas umas estreitas faixas saibrosas de derrapagem quase garantida, tudo isto acrescentado de arbustos ramosos à altura da cabeça, que obrigavam a desvios constantes e arriscados. Vi e acreditei! Ficámos mais inteirados da fibra do nosso benjamim! Que, há que dizê-lo, junto à ponte do Boição tinha cedido à lei da gravidade de modo inesperado, dando ocasião a umas bocazinhas de fraterna gozação.
Estou a exagerar, meus amigos, a crónica já está crescida. Mas quem é que pode esquecer que, no cimo da subida para as cercanias de Santiago dos Velhos, nos aparece a desejada oportunidade para uma reconfortante chinchada. Cadilha e Luis, desatentos destas particularidades, iam lá à frente, em conversa amena, enquanto Emídio e eu puxávamos ainda pela levezinha, estradão acima. Aparece-nos o primeiro damasqueiro, tudo verde, o segundo, já pintalgado de frutos amarelinhos mas escasso. Até que, mais acima, nos salta ao caminho uma árvore generosamente carregada. Chamámos os dois distraidos e lá estivemos a aviar-nos, com prazer enorme, de damascos (ou serão alperces?) maduros, maduros-rijos e rijos, se a tanto chegava a variedade da oferta. Os descobridores foram os verdadeiros comedores, levando alperces (ou seriam damascos?) no papo e também no saco; MontiCadilha controlou-se e o Luis é sempre frugal. Mas foi um momento de descontracção agradável, sem mácula. Ponto de vista nosso, claro. Não entrevistámos o dono para sabermos que opinião ele tinha.
E entramos na última fase do passeio. Decidiu-se apontar ao Cabeço da Rosa, desviar para a direita no Morgado Lusitano, seguindo para o Forte da Aguieira (o primeiro da segunda linha) para depois descermos o "singletrack" que vai dar ao Casal das Areias. O qual o cronista já tinha ouvido referir mas não tinha o prazer de conhecer. Como podem ver na segunda fotografia lá em cima, no início da crónica, houve reunião preparatória e tudo. Esgotaram-se os depósitos de água e, com o Luis à frente e o cronista a seguir, avançámos para o "singletrack". Trilho - na terceira fotografia podem ver como se apresenta - a exigir atenção mas pede-a gradualmente, não é brusco. E até está sinalizado, por enquanto, num cotovelo perigoso que se apresenta passada uma centena de metros. Aí MontiEmídio passou-me à frente, eu tinha desmontado, e lá seguimos, MontiCadilha descendo agora imediatamente atrás de mim. Ocupado em travar sem derrapar e em escolher a boa trajectória, descurei um tanto o apoio nos pedais, imprescindível, e ia descendo mal apoiado no pedal direito, prejudicando-me a concentração. E assim cheguei a um ressalto que exigia uma volta de pedaleira que não aconteceu. Esbarra a roda da frente, desequilíbrio total, vou ao chão, inteirinho, e a boa da bike, embalada, passa-me por cima e cai-me em cima do capacete. Sinto um golpezito na cara e levanto-me sem dificuldade, já com MontiCadilha a chegar. Ele confirma que sangro de um golpe junto à sobrancelha mas não há mais prejuizos. Reunião do grupo, Emídio aplica um penso rápido na ferida, a bike está OK, então vamos lá embora, pessoal! Continuámos a descida, o cronista a cortar-se sempre nos pontos de maior dificuldade, os outros Montis na descontracção de quem está bem e confia em que tudo está bem com o "beija-flor" a quem calhou a rifa da queda mais espectacular do passeio.
Acabámos a passar pelo túnel d' "o Barco" e despedimo-nos do Luis na rotunda da Omnia, atravessando sem novidades a feira e a baixa de Alverca, animadas de gente e já com o sol a aparecer. Registei 36,2 km andados (sim, do meu lado não foram muito pedalados!) a uma média final de 11,6 km/h e com uma máxima de 58,6 km/h.
Estou bem, o golpe há-de deixar cicatriz, e bom domingo para todos. Que os holandeses chuchem no dedo é o meu voto especial de final de crónica.
Abraikes.
Victor
Fotos de MontiCadilha

Filme do MontiCadilha

Aproveito para publicar os
Momentos MontiBikers na Ecopista do Dão


Filme do MontiEmidio



segunda-feira, 11 de junho de 2012

XXVI Passeio Internacional de Cicloturismo Sesimbra – Algarve


Este fim-de-semana, os MontiBikers, juntaram-se aos Dinossauros do Pedal, um grupo de ciclistas de estrada, da Póvoa de Santa Iria e foram pedalar no “XXVI Passeio Internacional de Cicloturismo Sesimbra – Algarve”.
Este evento foi composto por três etapas. Uma que seria pedalada no dia 8 de Junho entre Sesimbra e a Comporta, em que não participamos, devido a ser dia de semana. A segunda etapa, no dia 9 de junho foi pedalada entre Comporta (perto de Troia) e Vila Nova de Milfontes, com cerca de 90 kms. A terceira e derradeira etapa seria pedalada no dia 10 de Junho, entre Vila Nova de Milfontes e Silves, com um percurso de aproximadamente 115 kms.
A equipa após tudo preparado, saiu da Póvoa eram 5:30 da manhã de sábado, sendo que vieram a alverca apanhar o último Monti e depois seguiu rumo á Vasco da Gama, para atravessar o Tejo. Saímos em Setúbal da A2 para nunca mais largarmos as nacionais até á Comporta, onde chegamos faltavam 20 minutos para as 8 horas.
A partida estava prevista para as 8 horas, pelo que tivemos bastante tempo para a preparação de todo o equipamento, assim como de algum aquecimento necessário para pedalar tamanha distância.
Saímos á hora prevista em pequenos grupos, uma vez que num passeio deste género, o pessoal não sai em pelotão. Como para nós era o primeiro dia, então fomos sempre em ritmo lento até ao primeiro e único ponto de abastecimento, localizado na praia de São Torpes, em Sines. A partir deste abastecimento que estava aproximadamente ao km 50, a malta impos um ritmo um pouco mais intenso até ao parque de campismo do Sitava, que distava cerca de 8 kms do final desta etapa. Esperamos pela malta mas atrasada, e a partir dai seguimos com o nosso grupo até ao parque de Campismo Campiférias em Vila Nova de Milfontes, onde nos esperavam dois bugalows para tomarmos um belo e reconfortante duche, fazermos as refeições e pernoitarmos, tendo nós chegado perto do meio-dia e meia.
Fizemos para o almoço, uma belas fêveras e entremeadas, com uma boa salada, tendo cada um escolhido o melhor molho para regar o seu copo (minis, sumos, água ou vinho tinto). Depois do almoço fomos beber o café ao centro de vila, tendo alguns ficado a descansar. Para quem quis, ainda houve tempo para dar uma volta pelas tendas da festa da vila e dar uns mergulhinhos na foz do rio Mira.
A segunda etapa iniciou-se no final da ponte principal da vila, eram 8 horas da manhã. Novamente fomos partindo em pequenos grupos, com a intenção de fazermos os cerca de 115 kms do percurso. Esta terceira etapa era considerada a mais dura, sendo que ainda se tornou mais, uma vez que a organização da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicletas “fpcub”, foi obrigada á última hora a fazer uma alteração do percurso. Porem esta alteração não foi devidamente analisada pela organização, uma vez que tinha muitas e grandes subidas com pendentes a superarem os 20% inclinação, onde quase ninguém as conseguia subir, uma vez que neste passeio internacional participam muitos ciclistas perto e outros a passar a casa dos sessenta anos, alguns até levam bicicletas de btt com os pneus estreitos. Uns iam á boleia dos carros de apoio, sendo que muitos, nesses cerca de 15 kms difíceis entraram nos seus carros de apoio, tendo continuado mais á frente a sua participação no evento, até chegarem ao final do passeio em Silves.
Chegamos a Silves perto da uma e meia da tarde. Cada participante recebeu uma pequena lembrança da fpcub e seguiu o seu destino direito a um restaurante ou a um qualquer parque de merendas onde pudesse almoçar. Seguimos viagem até S. Bartolomeu de Messines, onde encontramos um local próprio de merendas, e ai almoçamos, tendo até confraternizado com uns idosos que apareceram por lá para descansar um pouco.
Chegamos a Alverca perto das 20 horas, sendo que o resto dos Dinossauros ainda seguiu caminho até á Póvoa.
Foi um fim-de-semana bem passado, na companhia de malta animada e com gosto para a brincadeira, assim como para pedalarem até que quase as canetas lhes permitam. Eh eh…





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Fotos

sábado, 9 de junho de 2012

Sabadal de 09 de Junho, um dia de descobertas


    Este fim de semana os Montis andam muito dispersos, senão vejamos; MontiFélix e MontiEmidio foram Kalkar alkatrão até Melides sentados em biclas, MontiVictor anda numa recuperação de amigdalite e essa malvada sem coração impede o nosso sénior de se sentar na Ghostbike. MontiNando anda numa azáfama danada à volta do arco e flechas na tentativa de alcançar o ponto mais alto do pódio no Campeonato Nacional, MontiPedro continua a trocar os sabadais pelo trabalho no seu emprego, é assim temos que ser uns p´ros outros. Assim temos que tanto no feriado como este sabadal os únicos que marcaram presença foram MontiLuís e eu MontiCadilha.
    Neste sabadal chegamos quase em simultâneo à sede mas ainda não sede, eram 8:05. Depois de alguns minutos de espera na esperança de mais algum Monti aparecer, decidimos avançar para o trilho, eram 8:10.
Levamos as nossas bikes por trilhos nunca antes pedalados. No total foram 45kms percorridos no tempo de 3 horas e 15 minutos, eram 11:25 quando parei a ScottBike na garagem do nº 4.
    Iniciamos pelo trilho junto ao FC Alverca, atravessamos a linha da CP, trilho da Argiby, percorremos um caminho junto ao Tejo, onde se  viam muitos pescadores desportivos. Voltamos a atravessar a linha férrea, agora para apanharmos a estrada nacional no cruzamento do Sobralinho junto à fábrica da Colgate, antiga Sonadel. Seguimos em direcção ao passeio ribeirinho de Alhandra pedalando junto ao Tejo até ao jardim de Vila Franca de Xira. Agora em alcatrão fomos até à Central Termoeléctrica do Carregado.
    A partir daqui decidimos ir à descoberta de novos trilhos. E a aventura começou com uma subidinha bem longa por um trilho que acabou num arvoredo sem saída. Só tinhamos duas hipóteses voltar para trás ou seguirmos por um campo de cultivo. Decidimo-nos pela segunda.
    Para não danificarmos o campo, seguimos sempre junto a uns arbustos no limite do terreno, era uma boa descida com alguns solavancos é certo mas animadita. Para sairmos do terreno tivemos que ultrapassar uma vedação de arame farpado, sem problema. Depois de alguns metros de alcatrão, voltamos a subir por um trilho que nos levaria a uns depósitos de água da EPAL, junto a um marco geodésico. Esta subida foi bem durinha, piso com muita pedra solta e bem empinadinha. No topo foi o merecido descanso e abastecimento.             Era um autêntico miradouro.
    Agora era chegada a vez de descer. Uma primeira tentativa iria ser abortada, o trilho acabava num silvado. Regressamos ao ponto de partida. A segunda opção iria ser magnífica, descida por um single track espectacular que nos levaria até à Castanheira. Dentro da vila virámos para uma urbanização, Quinta dos Anjos e subimos até a uma grande mata que vai até Vila Franca. Era nossa intenção seguirmos nela até Vila Franca, mas tal não foi possível. Acabamos por entrar numa propriedade privada sem darmos conta, sorte a nossa não havia nenhum cão a guardá-la. A estrada nacional estava à vista e tendo em conta a hora, e a minha necessidade de chegar antes do meio dia a casa, optámos por fazer o caminho de regresso pelo alcatrão. Estavamos muito próximo do centro equestre da Leziria, junto ao novo hospital.
    Regressamos em bom ritmo pela estrada nacional até à praça de toiros, subimos pelo elevador para atravessarmos a linha férrea, circulamos pelo passeio ribeirinho até Alhandra, regressando à nacional até ao Sobralinho, ponto da despedida do MontiLuís.
    Regresso solitário até à garagem do nº4 tendo sido registada a hora de chegada, 11:25 com 45kms percorridos.
     Mais um Sabadal cumprido, este com sabor de novas descobertas.
Até sexta-feira dia 15, para o nosso 1º Nocturno.

    Abraikes
PS. Infelizmente não há registo fotográfico nem de filme, levei a máquina mas a bateria estava em baixo. Azelhice deste vosso companheiro, imperdoável bem sei.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

MontiPasseio 02/06/2012



Este Sábado os Montis planearam fazer uma visita á “Volvo Ocean Race 2012”. Os barcos estavam ancorados na doca de Pedrouços em Algés, para manutenção e reparações.
A partida estava prevista para as 8 horas (hora de verão dos MontiBikers).
MontiEmídio, MontiVictor e MontiLuis saíram da sede às 8:20, uma vez que o nosso sénior se atrasou um pouco (talvez por ser este o primeiro dia do horário de verão), e pedalaram rumo á rotunda dos Caniços, onde estava á nossa espera o MontiFelix.
Cumprimentos realizados, lá seguimos pela nacional até á expo sempre em ritmo intenso. Passamos pela zona ribeirinha até ao Cais do Sodré, onde a partir dai seguimos pela ciclovia até ao “Padrão dos Descobrimentos”, local onde descansamos um pouco e fizemos alguma foto/reportagem.
Recompostas as forças, lá seguimos caminho, passando pela torre de Belém e parando já na doca de Pedrouços eram 10:25 horas.
Junto ao portão de acesso ao cais (zona restrita aos participantes do evento), já se encontravam muitos turistas e curiosos que pretendiam fazer uma visita ao recinto, uma vez que a organização reservou vários horários públicos de acesso ao mesmo.
Para nossa surpresa, o recinto só abria ao público pelas 11 horas, pelo que passeamos pelo perímetro da doca, onde vimos de longe algumas embarcações e depois de um pequeno descanso, fomos comer uns pastéis de Belém, que como sempre estavam uma delícia.
Retemperadas as forças, lá seguimos de volta a Alverca, passando pelo Cais do Sodré, Santa Apolónia, Expo, Sacavém, Póvoa (onde nos despedimos do MontiFelix). Chegamos a Alverca às 12:30.
Pedalamos cerca de 76 kms numa média de 20 kms/hora.



As Fotos
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Os Vídeos
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Até á próxima aventura