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segunda-feira, 11 de junho de 2012

XXVI Passeio Internacional de Cicloturismo Sesimbra – Algarve


Este fim-de-semana, os MontiBikers, juntaram-se aos Dinossauros do Pedal, um grupo de ciclistas de estrada, da Póvoa de Santa Iria e foram pedalar no “XXVI Passeio Internacional de Cicloturismo Sesimbra – Algarve”.
Este evento foi composto por três etapas. Uma que seria pedalada no dia 8 de Junho entre Sesimbra e a Comporta, em que não participamos, devido a ser dia de semana. A segunda etapa, no dia 9 de junho foi pedalada entre Comporta (perto de Troia) e Vila Nova de Milfontes, com cerca de 90 kms. A terceira e derradeira etapa seria pedalada no dia 10 de Junho, entre Vila Nova de Milfontes e Silves, com um percurso de aproximadamente 115 kms.
A equipa após tudo preparado, saiu da Póvoa eram 5:30 da manhã de sábado, sendo que vieram a alverca apanhar o último Monti e depois seguiu rumo á Vasco da Gama, para atravessar o Tejo. Saímos em Setúbal da A2 para nunca mais largarmos as nacionais até á Comporta, onde chegamos faltavam 20 minutos para as 8 horas.
A partida estava prevista para as 8 horas, pelo que tivemos bastante tempo para a preparação de todo o equipamento, assim como de algum aquecimento necessário para pedalar tamanha distância.
Saímos á hora prevista em pequenos grupos, uma vez que num passeio deste género, o pessoal não sai em pelotão. Como para nós era o primeiro dia, então fomos sempre em ritmo lento até ao primeiro e único ponto de abastecimento, localizado na praia de São Torpes, em Sines. A partir deste abastecimento que estava aproximadamente ao km 50, a malta impos um ritmo um pouco mais intenso até ao parque de campismo do Sitava, que distava cerca de 8 kms do final desta etapa. Esperamos pela malta mas atrasada, e a partir dai seguimos com o nosso grupo até ao parque de Campismo Campiférias em Vila Nova de Milfontes, onde nos esperavam dois bugalows para tomarmos um belo e reconfortante duche, fazermos as refeições e pernoitarmos, tendo nós chegado perto do meio-dia e meia.
Fizemos para o almoço, uma belas fêveras e entremeadas, com uma boa salada, tendo cada um escolhido o melhor molho para regar o seu copo (minis, sumos, água ou vinho tinto). Depois do almoço fomos beber o café ao centro de vila, tendo alguns ficado a descansar. Para quem quis, ainda houve tempo para dar uma volta pelas tendas da festa da vila e dar uns mergulhinhos na foz do rio Mira.
A segunda etapa iniciou-se no final da ponte principal da vila, eram 8 horas da manhã. Novamente fomos partindo em pequenos grupos, com a intenção de fazermos os cerca de 115 kms do percurso. Esta terceira etapa era considerada a mais dura, sendo que ainda se tornou mais, uma vez que a organização da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicletas “fpcub”, foi obrigada á última hora a fazer uma alteração do percurso. Porem esta alteração não foi devidamente analisada pela organização, uma vez que tinha muitas e grandes subidas com pendentes a superarem os 20% inclinação, onde quase ninguém as conseguia subir, uma vez que neste passeio internacional participam muitos ciclistas perto e outros a passar a casa dos sessenta anos, alguns até levam bicicletas de btt com os pneus estreitos. Uns iam á boleia dos carros de apoio, sendo que muitos, nesses cerca de 15 kms difíceis entraram nos seus carros de apoio, tendo continuado mais á frente a sua participação no evento, até chegarem ao final do passeio em Silves.
Chegamos a Silves perto da uma e meia da tarde. Cada participante recebeu uma pequena lembrança da fpcub e seguiu o seu destino direito a um restaurante ou a um qualquer parque de merendas onde pudesse almoçar. Seguimos viagem até S. Bartolomeu de Messines, onde encontramos um local próprio de merendas, e ai almoçamos, tendo até confraternizado com uns idosos que apareceram por lá para descansar um pouco.
Chegamos a Alverca perto das 20 horas, sendo que o resto dos Dinossauros ainda seguiu caminho até á Póvoa.
Foi um fim-de-semana bem passado, na companhia de malta animada e com gosto para a brincadeira, assim como para pedalarem até que quase as canetas lhes permitam. Eh eh…





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sábado, 9 de junho de 2012

Sabadal de 09 de Junho, um dia de descobertas


    Este fim de semana os Montis andam muito dispersos, senão vejamos; MontiFélix e MontiEmidio foram Kalkar alkatrão até Melides sentados em biclas, MontiVictor anda numa recuperação de amigdalite e essa malvada sem coração impede o nosso sénior de se sentar na Ghostbike. MontiNando anda numa azáfama danada à volta do arco e flechas na tentativa de alcançar o ponto mais alto do pódio no Campeonato Nacional, MontiPedro continua a trocar os sabadais pelo trabalho no seu emprego, é assim temos que ser uns p´ros outros. Assim temos que tanto no feriado como este sabadal os únicos que marcaram presença foram MontiLuís e eu MontiCadilha.
    Neste sabadal chegamos quase em simultâneo à sede mas ainda não sede, eram 8:05. Depois de alguns minutos de espera na esperança de mais algum Monti aparecer, decidimos avançar para o trilho, eram 8:10.
Levamos as nossas bikes por trilhos nunca antes pedalados. No total foram 45kms percorridos no tempo de 3 horas e 15 minutos, eram 11:25 quando parei a ScottBike na garagem do nº 4.
    Iniciamos pelo trilho junto ao FC Alverca, atravessamos a linha da CP, trilho da Argiby, percorremos um caminho junto ao Tejo, onde se  viam muitos pescadores desportivos. Voltamos a atravessar a linha férrea, agora para apanharmos a estrada nacional no cruzamento do Sobralinho junto à fábrica da Colgate, antiga Sonadel. Seguimos em direcção ao passeio ribeirinho de Alhandra pedalando junto ao Tejo até ao jardim de Vila Franca de Xira. Agora em alcatrão fomos até à Central Termoeléctrica do Carregado.
    A partir daqui decidimos ir à descoberta de novos trilhos. E a aventura começou com uma subidinha bem longa por um trilho que acabou num arvoredo sem saída. Só tinhamos duas hipóteses voltar para trás ou seguirmos por um campo de cultivo. Decidimo-nos pela segunda.
    Para não danificarmos o campo, seguimos sempre junto a uns arbustos no limite do terreno, era uma boa descida com alguns solavancos é certo mas animadita. Para sairmos do terreno tivemos que ultrapassar uma vedação de arame farpado, sem problema. Depois de alguns metros de alcatrão, voltamos a subir por um trilho que nos levaria a uns depósitos de água da EPAL, junto a um marco geodésico. Esta subida foi bem durinha, piso com muita pedra solta e bem empinadinha. No topo foi o merecido descanso e abastecimento.             Era um autêntico miradouro.
    Agora era chegada a vez de descer. Uma primeira tentativa iria ser abortada, o trilho acabava num silvado. Regressamos ao ponto de partida. A segunda opção iria ser magnífica, descida por um single track espectacular que nos levaria até à Castanheira. Dentro da vila virámos para uma urbanização, Quinta dos Anjos e subimos até a uma grande mata que vai até Vila Franca. Era nossa intenção seguirmos nela até Vila Franca, mas tal não foi possível. Acabamos por entrar numa propriedade privada sem darmos conta, sorte a nossa não havia nenhum cão a guardá-la. A estrada nacional estava à vista e tendo em conta a hora, e a minha necessidade de chegar antes do meio dia a casa, optámos por fazer o caminho de regresso pelo alcatrão. Estavamos muito próximo do centro equestre da Leziria, junto ao novo hospital.
    Regressamos em bom ritmo pela estrada nacional até à praça de toiros, subimos pelo elevador para atravessarmos a linha férrea, circulamos pelo passeio ribeirinho até Alhandra, regressando à nacional até ao Sobralinho, ponto da despedida do MontiLuís.
    Regresso solitário até à garagem do nº4 tendo sido registada a hora de chegada, 11:25 com 45kms percorridos.
     Mais um Sabadal cumprido, este com sabor de novas descobertas.
Até sexta-feira dia 15, para o nosso 1º Nocturno.

    Abraikes
PS. Infelizmente não há registo fotográfico nem de filme, levei a máquina mas a bateria estava em baixo. Azelhice deste vosso companheiro, imperdoável bem sei.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

MontiPasseio 02/06/2012



Este Sábado os Montis planearam fazer uma visita á “Volvo Ocean Race 2012”. Os barcos estavam ancorados na doca de Pedrouços em Algés, para manutenção e reparações.
A partida estava prevista para as 8 horas (hora de verão dos MontiBikers).
MontiEmídio, MontiVictor e MontiLuis saíram da sede às 8:20, uma vez que o nosso sénior se atrasou um pouco (talvez por ser este o primeiro dia do horário de verão), e pedalaram rumo á rotunda dos Caniços, onde estava á nossa espera o MontiFelix.
Cumprimentos realizados, lá seguimos pela nacional até á expo sempre em ritmo intenso. Passamos pela zona ribeirinha até ao Cais do Sodré, onde a partir dai seguimos pela ciclovia até ao “Padrão dos Descobrimentos”, local onde descansamos um pouco e fizemos alguma foto/reportagem.
Recompostas as forças, lá seguimos caminho, passando pela torre de Belém e parando já na doca de Pedrouços eram 10:25 horas.
Junto ao portão de acesso ao cais (zona restrita aos participantes do evento), já se encontravam muitos turistas e curiosos que pretendiam fazer uma visita ao recinto, uma vez que a organização reservou vários horários públicos de acesso ao mesmo.
Para nossa surpresa, o recinto só abria ao público pelas 11 horas, pelo que passeamos pelo perímetro da doca, onde vimos de longe algumas embarcações e depois de um pequeno descanso, fomos comer uns pastéis de Belém, que como sempre estavam uma delícia.
Retemperadas as forças, lá seguimos de volta a Alverca, passando pelo Cais do Sodré, Santa Apolónia, Expo, Sacavém, Póvoa (onde nos despedimos do MontiFelix). Chegamos a Alverca às 12:30.
Pedalamos cerca de 76 kms numa média de 20 kms/hora.



As Fotos
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Os Vídeos
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Até á próxima aventura