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domingo, 20 de outubro de 2013

Sabadal de 19 Outubro de 2013



Este fim de semana tivemos um Sabadal bem diferente, um passeio rolante até Belém, junto ao monumento dos descobrimentos.
Marcaram presença dois Montis, Luís o primeiro a chegar ao ponto de encontro e eu, um pouco ensonado.
Cheguei com 5 minutos de atraso. Contra todas as regras de um bom MontiBiker, deitar cedo antes de um pedalanço, este vosso companheiro depois de uma ída à disco, entrou na terra dos lençóis às 4:30 da madrugada. Mas não faltei e com o ligeiro atraso às 8:35 estava em cima da ScottBike.
Devido à carga de água que tinha caído de noite optámos por fazer um rolanço e o destino sugerido por MontiLuís foi posto em marcha. Passagem pelo Parque Linear e ida ao Parque das Nações depois mais se veria.
Tempo um pouco cinzento mas prometia umas aberturas o que veio a confirmar-se.
Sempre a rolar com um bom andamento chegamos ao Parque das Nações. Como as bikes não se detiveram fomos obrigados a segui-las e só viriamos a parar na roda dos descobrimentos em Belém, eram 10:30h.
Não fomos aos pastelinhos pois tinhamos tido a informação momentos antes por um amigo, que os “camones” estavam a ocupar em força os pastelinhos.
Tirámos umas fotos para o registo MontiBiker, com a preciosa ajuda de uma menina japonesa e iniciamos o regresso.
Praticamente pelo mesmo percurso com a alteração na parte final, não fizemos o Parque Linear, chegados à Póvoa continuamos pela estrada nacional até Alverca.
Chegamos às 11:50 à garagem do nº4 após perto de 72km percorridos, com um tempo fantástico e um andamento muito bom, com pena de o grupo não ser mais alargado.
Sempre na esperança de um passeio com muitos MontiBikers eu e a minha ScottBike vamos aparecendo nos Sabadais.
Hoje não à filme apenas estas fotos de registo.

Para o próximo sábado não pedalarei, terei a visita do meu filhoca mais velho e o programa para o fim de semana será especial.
Assim voltaremos a encontrar-nos na 4ª Rota da Água pé do AlvercaBIKE a 3 de Novembro.


Abraikes

terça-feira, 15 de outubro de 2013

12OUT2013 - Sabadal dos extremos.

Mais uma semana inteira passada sem pôr o traseiro no selim...
Bom, a ver se me despacho e apanho quem aparecer na sede para dar a volta sabadal da ordem. Consigo acordar a tempo, aí 7:45, e faço tudo em grande velocidade. Começo a descer a escada do meu prédio antes das 8:25 e quando rumo à garagem, não vendo aparecer o Zé Cadilha, vem-me a ideia de que o vou apanhar a aprontar-se. O homem não estava lá, o que me deixou uma estranha sensação. Despacho-me, saio e aproximo-me da sede sem avistar bikers nas redondezas. Bom, não acredito que já ali tenham estado e penso que vou ter de me arranjar sózinho, "eles não vêm". Mas ponho-me às voltas na praceta, a dar tempo à chegada de algum atrasado. E aparece o benjamim Luis, equipado a preceito e cavalgando a sua Canyon. Boa! Já há Montibikers! E o céu, enfarruscado mas calminho, convida mesmo à passeata.
Conferenciamos sobre hipóteses de vir mais alguém e eu faço um SMS ao Zé Cadilha só para ver o que ele diz. Nada diz e, conclusão, vamos pedalar os dois. O Luis insiste comigo para eu escolher e acabo por apontar para umas encostas "desconhecidas" na zona da antiga Escola dos Marinheiros, junto ao bairro do Paraíso.
Iniciamos o percurso na Qta. do Cochão, entramos com cuidado na EN10 e a caminho de Alhandra só se nota que há muito pouco movimento. Tal como depois se vê no passeio ribeirinho, onde só de longe em longe se passa por alguém. Esperamos que a passagem de nível abra e entramos em Vila Franca para de seguida sairmos, Cevadeiro ao lado, e seguirmos à direita na rotunda dos Marinheiros. O Luis insistia que eu era o guia mas o guia não sabia no que se metia! Foi assim que, após uma hesitação rapidamente resolvida, enfiámos numa breve descida para o Bairro da Mata. Este, arrumadinho e com poucas casas, recentes algumas, só nos apresentou uma hipótese: caminho empinado, a subir não se percebia até onde. E o Luis a dizer "Vá, vamos embora, o guia é que sabe!" Assim iniciámos o nosso calvário esgatanhando no trilho, encosta acima, sem a mínima noção ou esperança de que a subida abrandasse nem estivesse para acabar. O Luis, feito rapaz novo, lá foi pedalando sem esmorecer, enquanto eu, rapaz velho, acabei por desmontar visto que a Ghost não puxava por mim! Subidinha sacana, meus amigos! Acho que não haverá ninguém que a consiga fazer por inteiro sem desmontar. Assunto a ver qualquer dia.
E então chegámos ao Casal da Mata, silencioso, só cães a dar alarme. Lá passámos por dois casaleiros que nos deram o nome do lugar e, mais umas dezenas de metros pedaladas, parámos a apreciar o vale que nos separava duma encosta salpicada de vivendas atraentes e iguaizinhas. Seria Cachoeiras? Não tirámos a limpo mas descansámos um pouco e decidimo-nos por tentar encontrar um trilho que rejeitámos quando da subida para o Casal da Mata. Avançámos e, trocado o alcatrão por um estradão sem problemas, encontrávamo-nos dali a pouco a descer por uns terrenos onde o Luis informou que tinha havido uma prova de motocross, como as fitas de demarcação esvoaçantes confirmavam. Fomos até ao limite do trilho e parámos num ponto alto, de onde se avista a lezíria e o mouchão de Alhandra, e a vista se pode alongar até ao Mar da Palha. Na EN10 podíamos apreciar o movimento na entrada de Vila Franca, a extensão das instalações da Escola dos Marinheiros e até o movimento no passeio ribeirinho, com ciclistas e caminheiros em tamanho reduzido, se distinguia sem dificuldades. Foi como se conquistássemos um pico duma montanha, imaginem lá!
E voltámos para trás tomando de seguida a direcção de Alhandra. Mas perante o início da descida no alcatrão decidimos o contrário, tornar a subir no alcatrão para A-dos-Loucos. Tudo bem. E a seguir? Luis insiste que sou eu quem dita o percurso e apontamos finalmente a S. João dos Montes. Não foi nada má a escolha. Por caminhos ainda não conhecidos, em trilhos junto a vivendas e quintas isoladas, acabámos por deparar com a descida áspera, feita de pedras cimentadas, e empinada para valer! Mãos ferradas nos travões e traseirinho bem recuado, aí vão eles por ali abaixo, com as bikes a estremecer e a adrenalina a subir! No fim soube bem o repouso do estradão saibroso que acompanha a ribeira até S. João dos Montes, onde passámos já em plena descontracção. Acertámos então que, visto eu declarar que me sentia com forças, seguiríamos para Subserra e eu teria de repetir a proeza de subir, sem desmontar, a encosta que nos leva ao alto das pedreiras da Cimpor. Assim foi! E soube bem chegar lá acima e iniciar com descontracção a descida para o Sobralinho, sempre a deslizar! Chegados perto do Estacal (estará bem o nome?) fizemos as nossas despedidas, contentinhos da vida. Ainda só eram 11:30 mas o sabadal estava terminado e tinha valido a pena. Obrigado Luis pela excelente companhia. Vejo que tens muita paciência para esperar por um senior e eu espero aproveitar disso enquanto puder.
Até a um próximo Sabadal, Montibikers ausentes.
PS - Fotos não há, não levávamos máquina. Distância percorrida também não porque eu na chegada verifiquei que o meu computador de bordo já tinha esgotado a pilha. Azar!

Abraikes para todos.
MontiVictor

domingo, 6 de outubro de 2013

Os MontiBikers no 6º Passeio do BTT Lourel em Sintra

O Track

Dois MontiBikers estiveram presentes no passeio do BTT Lourel, MontiLuís e MontiCadilha,
Pelas 7:30 saímos de Alverca depois de um pequeno convívio com o pessoal do AlvercaBIKE, junto ao estádio.
Com tempo de sobra para levantar os dorsais, chegamos a Lourel ainda o relógio não tinha chegado às 8:15 e quem é que nos indicou o lugar de estacionamento quem foi? O nosso amigo Pedro Pais dos BTTretas.


Depois de levantados os dorsais e de se comer um bolinho na zona destinada ao pequeno almoço, foi tempo de preparar as bikes para a grande jornada.
Partida ligeiramente atrasada devido ao atraso da brigada da GNR, recomendações dadas e largada para mais um passeio desta vez a rondar os 260 participantes.
Dois percursos estavam à disposição dos Bikers, 35 e 45km, a separação seria aos 20km mesmo na zona do 1º abastecimento. Para quem optasse pelos 45km, como foi o caso dos MontiBikers, ainda haveria um 2º abastecimento aos 32km. Quantidade de alimentos o suficiente para encarar os kms seguintes com animação.
Uma boa parte do percurso, até ao segundo abastecimento 32km, acompanhei por perto, aquela que viria a ser a primeira senhora dos 45km a cortar a meta, seu nome Tânia. Excelente atleta. Demorei um pouco no abastecimento e foi o suficiente para nunca mais a ver. Irão vê-la várias vezes no filme.
Os trilhos selecionados pelos nossos amigos de Lourel foram bons, aqueles empenos em pedra solta é que não estavam nos meus planos, mas fizeram-se com calma e pelo menos em dois deles, metade da subida foi feita com a ScottBike pela mão.
Logo à partida deixei de ver o jovem MontiLuís, a força da juventude está de tal maneira ao rubro que só lhe voltei a pôr a vista em cima na meta.
Penso que eram 12:30h quando cortei a linha de meta, tenho que confirmar com os tempos da organização. Na chegada fui presenteado, pelo sorteio da quermesse, com uma bomba  da BBB, espectááááculo.
Seguiu-se o banho das “meninas” e só depois fomos nós.
Na companhia dos nossos amigos do AlvercaBIKE seguimos para o almoço.
Em boa companhia e numa saudável confraternização digerimos uma boa refeição tanto em quantidade como em qualidade.
Obrigado amigos de Lourel que com a ajuda dos amigos BTTretas, nos proporcionaram mais um excelente dia de BTT.
Abraikes

E vamos às fotos, as imagens em filme virão depois da respectiva montagem. 
Fotos

Filme 1ª Parte até ao 1º Abastecimento

Filme 2ª Parte até ao 2º Abastecimento

Filme 3ª Parte até à Meta




terça-feira, 1 de outubro de 2013

29 de Setembro Dominical com o AlvercaBIKE

Este fim de semana não houve Sabadal, o tempo não colaborou. No entanto três Montis, mesmo com ameaça de chuva, responderam à chamada para um Dominical.
MontiArmando e MontiCadilha às 8:30 já estavam no ponto de encontro, faltava MontiVictor. Um SMS dizia-me que estava atrasado, ficamos a saber que os atrasos se devem à leitura do jornal, 15 minutos.
Como 15 min. Já está fora da tolerância, os dois pontuários decidiram ir ter com os amigos do AlvercaBIKE e acompanhá-los no seu passeio. Enviamos uma mensagem ao “atrasadito” onde estaríamos e “fora figo”.
Os companheiros do AlvercaBIKE já estavam no seu ponto de encontro, junto ao estádio do FCA, e preparavam-se para partirem no reconhecimento da 4ª Rota da Água pé.
Depois de umas dicas sobre o que iria ser o possível trajecto, o amigo João Nogueira deu ordem de marcha.
Começariamos pelo trilho do Parque Ribeirinho e Linear. Antes de entrarmos no trilho, uma ligeira paragem, mesmo em cima da ponte houve um furo, ou um pneu em baixo, fica aqui a dúvida.
Aproveitei para dar um telefonema a MontiVictor. Estava no estádio. Dada a nossa localização e rumo, MontiVictor deu “fogo à peça” para nos alcançar o mais rápido possível.
Iria-nos alcançar em pleno Parque Linear, numa paragem forçada, desta vez para a substituíção da câmara de ar, da bike do companheiro que em cima da ponte tinha tido a paragem.
Dois compassos de espera que deram uma ajudinha importante para que o nosso sénior nos alcançasse.
Passagem pela Póvoa, estrada dos caniços e variante até ao Pingo Doce de Vialonga. Seria então a primeira subida, até à Mata do Paraíso. Depois de uma paragem para recuperação de uma má disposição de um dos companheiros, foi descer até ao Zambujal.  
Seguimos por alcatrone até ao restaurante dos pneus onde terá lugar a primeira paragem da prova de água pé.
A continuação do reconhecimento fiaria reduzida de duas unidades, MontiVictor e Figueiredo. regressariam a Alverca.
Sempre por “piso negro” até Bucelas para junto ao quartel de bombeiros fazermos uma “subidita”  ainda em alcatrone para entrarmos nos trilhos de Vila de Rei.
Em Calhandros Grandes foi a 2ª paragem onde será feita a outra prova de água pé. MontiArmando já não nos acompanhou nesta visita, tinha que regressar a casa.
Seguiu-se o pedalanço em direcção ao Cabeço da Rosa para descermos pelo trilho junto à CREL até Á-dos-Potes. Paragem na Associação onde será feita a degustação da feijoada e tintol.
Depois de recolher imagens das sala do repasto, despedi-me dos amigos do AlvercaBIKE e rumei à garagem do nº4, para a minha sessão de alongamentos.
Foram 35km de muito bom convívio e de umas subiditas que nos farão abrir o apetite, para os petiscos e água pé, que os nossos anfitriões habitualmente nos oferecem.

No próximo domingo será o passeio dos amigos do Lourel


Abraikes

O Track

O Filme