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domingo, 24 de março de 2013

BTTretas em Sintra com MontiBikers e Alverca Bike



Que dia meus amigos!
Dois MontiBikers marcaram presença em mais uma organização dos BTTretas. Creio que pelo terceiro ano consecutivo os BTTretas organizaram o passeio para os convidados amigos MontiBikers e Alverca Bike.
Este ano a representação MontiBiker foi  menor, os Montis Cadilha e Carlos estiveram na Serra de Sintra,nas praias e na zona saloia. Já os nossos amigos do Alvercabike tinham uma representação bem numerosa.
Os companheiros de Sintra para além dos BTTretas, marcaram presença os BTT Lourel e os Bike Sintra. Um grupo de malta alegre com muito bom humor e de um companheirismo ao mais alto nível
Antes do ínicio das pedaladas e depois da foto de grupo, o amigo Pedro Pais, o carismático presidente dos BTTretas, deu um pequeno briefing sobre o que iria ser o passeio deste ano.
O passeio começou com uma visita ao centro histórico de Sintra.
O tempo estava um pouco acinzentado e ameaçador quanto à possibilidade de cair alguma chuva, mas a animação era grande e a vontade de trilhar pela bela Serra de Sintra era enorme.
A primeira parte deste passeio iria decorrer pelos trilhos da Serra. A chuva miudinha que nos acompanhou durante algum tempo não nos incomodou nem nos fez abrandar o ritmo.
Não fez a chuva mas fez o furo e um ou outro problema mecânico, mas este grupo espectacular não se incomoda com estes contratempos e o companheirismo na entreajuda nos momentos de urgência mecânica é espectacular.
A segunda parte do passeio foi a visita às praias da zona, Praia Pequena, Praia Grande, Praia das Maçãs e Praia Azenhas do Mar.
Por esta altura já o Sol era nosso companheiro e os impremiáveis foram rápidamente recolhidos. O mar muito agitado e o barulho provocado pela forte ondulação era bem grande.
O pedalar pelas arribas foi um momento espectacular.
A terceira parte foi trilhar os estradões dos eucaliptais e visitar as zonas saloias. Longas subidas principalmente a última.
Foram aproximadamente 35km de grande confraternização com muitos e bons momentos para mais tarde recordar.
Seguiu-se a lavagem das “meninas” e as banhocas dos pedaladores nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Sintra, o nosso muito obrigado pelo banhinho quente.
Como não podia deixar de ser veio depois o convívio à mesa na companhia de uma ementa variada e servida com uma fluidez assinalável.
Em nome dos MontiBikers deixo aqui os nossos agradecimentos ao incansável presidente Pedro Pais, aos amigos BTTretas, BTT Lourel, Bike Sintra e conterrâneos Alverca Bike pelos belos momentos de BTT que nos proporcionaram. 
Como devem calcular as belas imagens de Sintra e zonas saloias vão ser colocadas em filme e como foram muitos os bonitos locais por onde passámos, também serão muitas as imagens que irão compôr o filme MontiBiker. Vou pôr mãos à obra para que o filme faça juz ao passeio que nos ofereceram.
Um Grande Bem Hajam
Abraikes 

antes da apresentação do filme do passeio aqui vai um filme de uma das descidas
                                                             FILME
MAIS UM

O FILME DO ESPECTACULAR PASSEIO

Trilho das Arribas





domingo, 3 de março de 2013

Uma ida às "cataratas" da quinta do Boição

O track
clicando terás o track no Gpsies


Foram quatro os Montis que responderam à chamada para este sabadal, MontiLuís, MontiCarlos, MontiTiago e finalmente este vosso cronista que vai tentar dar-vos uma ideia de como decorreu este sabadal, MontiCadilha.
Depois dos minutos de tolerância e do brifing para a decisão do percurso a realizar os quatro bravos do pelotão deram corda aos pedais e fizeram-se ao caminho.
O ponto a alcançar era a quinta do Boição na esperança que as “Cataratas do Boição” estivessem activas.
Eram 8:40 e as bikes começaram a rolar tendo como primeiro objectivo a subida das Areias, seguindo-se o Cabeço da Rosa e fazer uma primeira paragem no Forte das Linhas de Torres. Local ainda não conhecido do nosso mais novo elemento MontiCarlos.
Forças recuperadas o grupo seguiu pelos trilhos em direcçâo a Vila de Rei. Depois de um pequeno desvio por mim provocado, um pequeno lapso de memória do trilho a tomar, recuperamos o caminho certo e mais um singletrack a descer para depois fazermos uma subida em alcatrão com um desnível bem considerável. Foi bonito ver os quatro a terem de ziguezaguear para alcançarem o topo da subida.
Novamente nos trilhos alcançamos um moinho onde fizemos uma paragem para abastecimento e desfrutar a paisagem. Uma zona de vinhas onde se avistava muitos e bons trilhos.
Como nos situavamos num topo o caminho que nos restava era uma descida, maravilha. O trilho que tomamos  desembucou numa vinha e só nos restava atravessá-la. Uma descida com uma inclinação brutal e com imensas valas. É bom descer mas com um pequeno senão, é que normalmente a seguir vem uma subida e foi isso que nos aconteceu.
Por entre um mato raso os Montis subiram, subiram e subiram acabando por atingir um cruzamento num pequeno casario.
Continuamos a subir e finalmente uma descida... and surprise!!! Estavamos à entrada da quinta do Boição. Ouvia-se um barulho forte de água a correr, estamos com sorte, pensei eu, temos  “cataratas”.
Bonito, estavamos encantados e depois de encostarmos as bikes não resisti e subi ao ponto mais alto  para admirar a paisagem.
Antes de deixarmos o local ainda travamos uma pequena conversa com um velhote que reside numa casa perto do ribeiro. Regressava das compras. Revelou-nos a idade, 87 anos e depois das despedidas seguimos o trilho com destino à Bemposta.
Na Bemposta atravessamos o ribeiro e como o leito de água era considerável acabamos por molhar os pés. O que com o frio matinal que estava não era nada agradável. Um pouco mais à frente uma avaria mecânica na bike do MontiTiago obrigou-nos a uma paragem forçada talvez de uns 30 minutos.














Retomando o trilho mais subidas se seguiram depois de passarmos o Parque Aventura do Freixial.
Estava na hora do regresso. Pela estrada de alcatrão tomamos a direcção de Bucelas com a intenção de depois de subir ao Cabeço da Rosa fazermos a descida singletrack do Alvercabike.
Mas ficamo-nos pela intenção porque devido aos meus pés molhados e àquela paragem forçada os meus musculos traíram-me e a descida do Alvercabike ficou adiada para outra oportunidade.
Descemos o Cabeço da Rosa pelo alcatrão, os Montis Luís e Tiago viraram para o Bom Sucesso e eu com o Carlos para Alverca.
Foram 40 km de pedalanço, com uma boa temperatura  e em excelente companhia.
Eu e a minha Scottbike entramos na garagem do nº 4 pelas 12:45 seguindo-se os habituais alongamentos antes de dar entrada no duche.
Como a máquina fotográfica não quis colaborar só tenho 2 fotos
Abraikes
O Filme

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Passeio Casais do Forno-Lousa 17-02-2013


Olá amantes do BTT,
Hoje fomos para os lados de Loures, mais precisamente Casais do Forno, onde o grupo local elaborou o seu primeiro passeio de BTT.
De manhã, quando estava a preparar-me para sair de casa, recebo um telefonema do MontiLuis, a perguntar-me se eu estava com mesmo com ideias de ir ao passeio com a chuva que estava a cair. Eu disse que sim pois já estava equipado para isso, ele entretanto disse que não estava muito interessado em ir e que ia ligar ao MontiCadilha para saber se iam também ao passeio.
Esperei um pouco e o MontiCadilha ligou-me a dizer que também não ia, mas que o MontiArmando já estava pronto para acompanhar quem fosse. Também mais uma das desistências foi o MontiVictor (o nosso sénior), que não se sentia em condições para efectuar tamanha façanha.
Após todas estas informações decidi ir buscar o MontiLuis, como tinha combinado com ele, já que queria ir nem que fosse para o almoço da praxe. Com o GPS apontado para casa dele lá me meti a caminho, dei com a rua mas não com a porta (bem ele tinha avisado). Como já estavam cães a fazer barulho perto da casa dele, derivado às minhas manobras para encontrar a porta, ele saiu de casa já com a ideia que eu estaria por perto.
A seguir fomos ao ponto de encontro na torre do meio, onde nos esperava o MontiCadilha e o MontiArmando, após cumprimentos pusemos a bike do MontiArmando em cima do meu carro e lá nos pusemos a caminho de Casais do Forno. Só ainda não sabíamos era se o MontiCarlos estaria ele também presente para o passeio, como não tinha telefonado concluímos que ele iria.
À chegada ao local e quando estávamos à procura de lugar, surge o MontiCarlos em cima da sua bike a passar por nós. Apitei-lhe, pois ele não conhecia o meu carro. Ele voltou para trás e indicou-nos o local onde ele tinha o dele, e disse que puséssemos o nosso à frente do dele, enquanto ele ia levantar os nossos dorsais.
Preparados e prontos para começar-mos o passeio lá fomos para o ponto de partida. Como era cedo para o inicio da prova e estava a chover, fomos para dentro do edifício da associação. Eu como já tinha o GPS ligado fui à procura do track dos 25 Kms e não o encontrei, o MontiCarlos ao saber disso, disse-me que no balcão onde estava o secretariado eles tinham um computador e que facultavam os track's a quem quisesse e que não tinham feito o download em casa. Eu fiz, mas constatei que tinha posto num menu do GPS mal, ao qual o rapaz do secretariado deu conta e me mostrou no ecrã.
Já faltavam poucos minutos para o início e fomos para o local de partida para nos prepararmos.
Após discurso normal de início de prova, lá deram a partida e começámos a pedalar. Os primeiros metros foram de um empeno bem grande e logo ali houve uma separação grande de pessoal, é claro que os mais fortes começaram a dar-lhe com alma e desapareceram um deles era o nosso MontiArmando que estava cheio de pica desde que saiu do prédio do meio.
Ainda esperou pelo MontiCarlos, pois estavam a planear fazer mesmo os 45 Kms, mas ele logo ficou para trás e decidiu fazer comigo os 25 Kms.
Quando entrámos no trilho, eu vi logo que o resto do caminho iria ser penoso com o terreno muito lamacento e pesado para pedalar, e tinha razão, pois após alguns Kms a subir e descer, algumas vezes tinha de ser com as bikes à mão e por vezes ainda escorreguei e caí em algumas das descidas mais perigosas ao tentar andar na lama.
Eu só me lembrava do MontiArmando e o que ele ia sofrer com tantos Kms de trilho nestas condições. Uma coisa lhes digo, os trilhos estavam bem assinalados ao ponto de ser difícil enganar no caminho, um ponto favorável para a organização.
Mais ou menos ao Km 14 houve um abastecimento onde havia comida e bebida suficiente para quem precisasse de repor as energias.
Depois de penosos 23 Kms lá chegámos ao final do passeio e fomos lavar as bikes, no local já se encontrava muitos Bttistas na fila para o mesmo propósito. Aqui um ponto desfavorável à organização, pois tinham só uma mangueira, sem ser de alta pressão e assim tínhamos de estar bastante tempo à espera para a lavagem, com esta situação ficávamos com frio, que para nosso mal ainda tínhamos também a companhia da chuva um bom coktail para uma gripe.
Após esta situação estar feita fomos arrumar as coisas e trazer as mochilas, para irmos tomar um duche numas instalações improvisadas com um contentor. Não estava à espera deste tipo de situação e foi a primeira vez que a vi num passeio organizado de BTT. Ao menos a pouca água que corria era quente, aqui também dou um ponto desfavorável à organização.
Depois do banho tomado fomos tratar do almoço enquanto esperávamos pelo bravo MontiArmando.
O almoço estava bom: com uma boa sopa; queijos frescos; carne de porco com salada, arroz e batata frita; vinho, sumos e água e de sobremesa pêra encharcada, arroz doce e gelatina. Aqui a organização esteve bem e assim dou um ponto favorável.
Entretanto chegou o MontiArmando, foi lavar a bike, tomar banho e ir fazer-nos companhia no almoço.
Ainda deu para falarmos sobre o que tinha acontecido durante o passeio e outras coisas mais. Uma delas foi que tinha havido quem fizesse corta-mato dos que iam à frente do MontiArmando de forma a que ele tivesse a impressão que poderia ter ficado em terceiro lugar e merecesse um troféu.
Chegada a hora de partir, despedi-mo-nos do MontiCarlos que estava perto de casa e fomos pôr o MontiLuis a casa dele. Aí despedi-mo-nos dele e fui levar o MontiArmando ao prédio do meio, pois ele tinha deixado lá a sua viatura. Em frente ao prédio do meio quando chegámos, telefonei ao MontiCadilha para ele ir ter connosco para ser-lhe entregue o saco dos brindes do passeio e do MontiVictor.
Depois fui eu para casa e terminando mais uma saga dos Montibikers.
Só vou dar o benefício da dúvida a esta organização pelo facto de ser a primeira vez que fazem um evento destes, mas não devia de haver desculpas, pois o nº de inscritos já era de 200 pessoas, portanto deviam de ter isso mais em conta.
E com esta crónica me despeço e até a uma próxima aventura dos grandes Montibikers
Abraikes a todos
Mapa e track
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