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domingo, 5 de agosto de 2012

Sabadal de 04 de Agosto de 2012


Pelas 8:05 cheguei à sede, já estavam à espera MontiArmando e o mais novo elemento a MontiBiker MontiTiago e um pouco depois chegava MontiLuís.
Seriam estes os Montis a participar em mais um Sabadal
Com o primeiro destino traçado, Mata do Paraíso, as bikes começaram a rolar pelas ruas de Alverca sendo as salinas o primeiro trilho. Os caminhos de Fátima em Vialonga e Alpriate seguiram-se a bom ritmo, sendo alcançada a Mata do Paraíso pelo lado dos armazéns, uma subida bem mais simpática do que pelo lado do bairro da Icesa.
Zona não conhecida da nossa mais recente “contratação” MontiTiago, estes trilhos da Mata do Paraíso são sempre apetecíveis com os seus espectaculares labirintos.
Depois de fazermos um dos trilhos do labirinto e após uma pequena reunião decidiu-se tomar o destino da subestação da EDP de Fanhões, ou seja, iríamos subir o já famoso trilho do restaurante Os Pneus.
Descida feita até ao Zambujal por um singletrack que o MontiLuís tinha feito aquando na prova do  AlvercaBike, e os Montis em tempos não muito distantes já o tinham também realizado.
A subida dos Pneus sempre difícil mas que os Montis gostam de a fazer antecede uma descida um pouco perigosa por entre árvores e depois a longa subida até à subestação da EDP. Esta subida para além de ser longa tem troços com muita pedra onde a perícia técnica é posta à prova.
No último cruzamento antes do topo, virámos à direita para efectuarmos uma longa descida até à estrada nacional para Bucelas.
Nunca tinha feito esta descida que é bem longa e na fase final com um grau de dificuldade grande. Os Montis Luís e Armando fizeram-na montados mas nem eu nem o MontiTiago arriscamos e a bike foi levada pela mão.
Já em Bucelas efectuamos uma pequena paragem no jardim para abastecimento, onde tiramos a foto de grupo e dicidir qual o trilho a seguir.
Iríamos então seguir pela estrada até ao Cabeço da Rosa, depois virar à direita entrando no trilho para uma subida na direcção do Serves mas a seguir à quinta do Cavalo Lusitano iriamos fazer a longa descida que tem o seu final no Cabo de Vialonga.
A partir daqui foi sempre alcatrão até à rua D.João I, Alverca, onde os Montis se despediram até ao próximo encontro.
Foram 37km efectuados em 3,5 horas com muitas subidas, algumas delas bem longas e também com descidas variadas.
Para já fica a foto de grupo, o filme não tardará.
                                                                 Foto

Filme MontiBiker

Nunca é tarde para visualizar um filme MontiBiker, aí está o filme prometido.

Abraikes
MontiCadilha     

terça-feira, 24 de julho de 2012

21JUL2012. Desventuras dum Senior no Sabadal.

Desventura 1
Acordo passava das sete e meia. Que chatice, logo hoje qu'é dia de Sabadal! Vocês não sabem mas eu demoro 1 hora, mínimo, para as funções matinais. Concentrado no essencial começo a despachar-me mas faltam 5 min pr'às 8 e ainda não estou pronto para rumar à garagem. Mensagem curta para MontiCadilha "Eh pá, estou 10 min atrasado!" Chego à bike e roda traseira em baixo. Toca a encher, que o furo é lento e aguenta o passeio sem despejar. Muito bem! Ponho os óculos chineses, enfio as luvas à pressa e chego num instante à sede fugidia, onde MontiCadilha, MontiLuis e MontiPedro me aguardam com um sorriso e decretam que tenho 20 min de atraso (nem refilo, embora ache que foram só 15!).
Nota: MontiPedro, invisível há uns meses por motivos profissionais, musicais e familiais (Monção, vinho verde), está com bom aspecto mas pouco moreno. Todos 4 ansiosos por aproveitar um dia que amanheceu delicioso!
Vamos lá pedalar.
Arrancamos no sentido da EN1, rumo à Mata do Paraíso. Na frente Luis e Zé Cadilha mantêm um andamento vivo e uns metros atrás o Pedro acompanha o senior que se mostra um tanto emperrado. Vialonga passada, no Quintanilho, zona dos armazéns, tomamos um trilho diferente para subir para a Mata do Paraíso, passando pelo alcatrão daquela urbanização que não chegou a ser. Mais acima internamo-nos na Mata e reagrupamos no estradão perto da estrada de Sta. Eulália. Depois de uns golitos de água e dois dedos de conversa retomamos a pedalagem e descemos o estradão, descontraidos, para atacar de seguida a saibrosa rampa em curva que obriga a meter "levezinhas". Vencida essa dificuldade, mim com a respiração já agitada, subimos ainda para atacar o desnível que há para a descansativa plataforma que dá ponto de partida para o troço de subida ao marco geodésico. Eu hesito e fico a pensar, não me apetece empurrar a bike, ao contrário dos meus companheiros que já se aviaram e estão à espera.
Desventura 2
Procuro passagem nas pedras e encontro maneira de facilmente passar para o outro lado, com a bicicleta à mão. Mas quero aproximar-me dos outros Montis e concluo, agora, que nova barreira de pedras mo impede. Sou obrigado a ir ao longo da barreira até que finalmente, com dificuldade, eu e a Ghost atravessamos. Intrigados com a manobra, os meus três companheiros perguntam-me qual o objectivo e eu tenho de confessar que tinha sido não me esforçar muito. Nenhum êxito nisso.
Mas ao menos a respiração já estava normal!
Continua a pedalação
 Retoma-se a subida para o Marco Geodésico, os Montis concentram-se no esforço e chegam todos em boa condição, sendo o último este cronista, aplaudido com simpatia por MontiCadilha. Após a conveniente pausa para recuperar energia, lançamo-nos ao caminho para o trilho de descida para o Zambujal. Mas erra-se a pontaria, MontiLuis, e MontiCadilha com ele, são obrigados a voltar para trás e seguir pelo trilho habitual. Luis à frente, Pedro a seguir, eu em terceiro e Zé Cadilha em último, para filmar, iniciamos a emocionante descida. Sulcos, pedras, bermas inclinadas, declives súbitos, curvas apertadas, tudo é vencido à força de atenção e escolha de caminho e muito travão da frente, aliviando nos momentos certos. Deixo de ver os meus companheiros da frente e começo a ter dificuldade em distinguir o caminho, há sombras que não sei se são pedras, valas ou simplesmente sombras. Estou tramado!
Desventura 3
Os óculos chineses prejudicam a minha visão de pormenor e só penso em tirá-los, começo a não entender nada do caminho que escolho para a Ghost. Mas vamos a descer e não apetece nada parar. Num troço mais perigoso resolvo que é já e desvio a bike do trilho travando a fundo. Azar, resvala-me um pé e caio, sem perigo, no terreno que tinha escolhido. Segundos após chega MontiCadilha e explico-lhe rapidamente o acidente ao mesmo tempo que lhe digo que siga, que vou já atrás. Tiro os óculos, acabo o troço com bicicleta à mão e torno a montar depois para continuar a descer até onde o pessoal resolveu parar, à espera de se decidir o resto da descida. Sem parar, avanço para aquela conhecida rampa bem a pique. Mas já havia muito cagaço no meu bestunto. Ponho as rodas na zona das ervas, para evitar derrapagens, mas acabo por ter de parar para não bater num pedregulho que não tinha visto. Os outros Montis passam por mim, descendo com elegância, e eu acabo a rampa com a bicicleta à mão, com a sensação embaraçosa de andar de cavalo para burro!
Sempre a descer
Torno a montar na Ghost e despachamos o resto da descida até ao alcatrão, onde o trio avançado espera o senior que já demora. Reafirma-se o traçado que vamos fazer: por Bucelas, passar depois por Chamboeira e até ao Parque de Lazer do Cabeço de Montachique. Descemos até à ponte e resolvemos parar mais uma vez. Na ponte está um ciclista "à civil", com uma bike desdobrável e chegamo-nos para apreciá-la, ela tem um ar estranho. Pois claro, tratava-se de uma bike com motor eléctrico destinado a ajudar nas subidas. O senhor era simpático e fomos percebendo que, morador no Zambujal, onde quer que vá tem sempre que gramar uma subida no regresso. Com aquela máquina já se safa perfeitamente nessas subidas e confia nela nas deslocações para perto, evitando usar o carro.
Desventura 4
A Ghost não tem motor eléctrico. Nem tem um descanso retráctil, percebem? Assim o dono dela, o cronista, encostou-a à guarda da ponte sem cuidar bem da sua estabilidade e segurança. Não é que se forma ali uma rajada de vento e atira a Ghost ao chão? MontiVictor levanta-a com desvelo e torna a encostá-la, mais segura desta vez, e regressa de seguida à cavaqueira. Mas temos de andar, pessoal! Todos montam e recomeçam a pedalação mas a Ghost não avança, está como que presa! MontiVictor analisa e conclui que o travão impede a roda de trás de andar. Regressam os companheiros, estranhando mais uma demora do senior, e conclui-se após rápidas observações, que o disco do travão de trás foi empenado na queda da bike. A roda não mexe! Lá se vai o Sabadal, diz MontiCadilha. E todos concluem que sim, não pode deixar de ser. Mas o Luis lembra que se pode sacar o bloco de travagem e libertar assim o disco e a roda. Meu dito, meu feito! MontiVictor fica sem travão traseiro mas pode andar! Conferencia-se uma última vez, já em Bucelas e, na impossibilidade de MontiVictor participar, com a bike diminuida, no projecto inicial, decide-se o regresso a Alverca.
Fim do episódio
A partir daqui a história é simples: o pessoal deixou MontiVictor marcar o ritmo do regresso e assim foi até ao portão da Quinta da Romeira. Aí, bebidas as últimas gotas de água, iniciou-se a subida para o Cabeço da Rosa com a formação inicial, Luis e Cadilha à frente e Victor e Pedro atrás. Subimos sem problemas, reagrupámos lá mesmo no topo, e aí MontiVictor mostrou que não tinha preconceitos com a falta de travão traseiro e atingiu os 57 km/h na descida, optando ainda por desviar para o trilho que vai dar ao Casal das Areias, com muito prazer e sem ocorrências desagradáveis.
Daí foi o regresso a Alverca pela Estrada de Alfarrobeira, Rotunda da Verdelha, Rotunda do Jumbo, variante e fomos, em fim de passeio, fazer todos uma visita ao António da MotoAvenida.
A Ghost ficou internada e faz a operação na próxima semana, meus amigos. Espero tê-la, impecável, para o possível Sabadal de 28JUL.

Claro que chegámos cedinho, eram aí onze e meia (?), tendo percorrido 26,7 km à média de 14,7 km/h.
Não foi um grande sabadal mas foi, mais uma vez, um par de horas de fraterno convívio e demonstração de espírito de colaboração e entreajuda, dons sempre presentes na actividade MontiBiker.
Obrigado companheiros, as minhas desventuras serão apagadas por novas aventuras.
Abraikes.
Victor
Filme MontiBiker


domingo, 15 de julho de 2012

MontiTreino 14/07/2012


Este Sabadal, os montis tiveram a presença do convidado especial, Armando, um benjamim, quem sabe, candidato a MontiArmando. O tempo o dirá.
Como normalmente fazemos, às 8 horas já estávamos preparados para iniciarmos o MontiTreino, quando somos interrogados por um rapaz que procurava pelos MontiBikers, uma vez que tinha visto na “net” reportagens do grupo, e gostaria de pedalar com eles e quem sabe, vir até a fazer parte do grupo.
Pois amigos, os MontiBikers ainda são um grupo pequeno, pelo que serão sempre bem-vindos mais uns quantos amantes das bikes btt que tenham por gosto pedalar pelos montes e subir até onde a vista alcança tamanhas maravilhas da natureza. Para tal basta falar com um de nós, ou enviar-nos um e-mail para montibikers@gmail.com, (conforme consta no nosso blog), a manifestar o interesse em pedalar connosco e logo combinaremos.
Bem, continuemos com o percurso do sabadal, pois como verão nas fotos/vídeos, este MontiTreino teve de tudo um pouco do que mais gostamos e irá meter um pouco de inveja aos MontiAusentes.
Saída da sede ás 8:20, sendo que, como costume, antes da saída, houve a assembleia geral com a discussão de qual os trilhos a seguir.  Hoje calha-te a ti, hoje calha-te a ti, hoje calha-te a ti opinares de qual o caminho a seguir. Então lá que surge alguém que diz, vamos planar até Azambuja…outro diz… mas primeiro vamos passar pelo Adarse e vamos passar pela “praia dos Tesos” perto da antiga Argibay.
Ok! Lá seguimos novos trilhos com novas dificuldades! As perninhas a picarem e a malta a dizer… “cuidado com os picos… olha o buraco…cuidado aqui…cuidado ali…” e os obstáculos foram sendo ultrapassados, até que retomamos a nacional 10 até Alhandra e seguimos os “Caminhos de Fátima” até ao carregado, sendo que eu ainda tive de parar junto á estação da CP, numa oficina auto, pois precisei de uma chave de caixa, para apertar o parafuso da roda pedaleira, que se foi soltando e por isso dificultando o andamento. Ficam aqui os meus agradecimentos a quem me ajudou, pois sem tal afinação não me seria possível ultrapassar os obstáculos que nos deparariam pela frente.
Pelo caminho foi-se alterando a ida a Azambuja e a bom trecho se foi delineando que chegados ao carregado, deveríamos sair para a nacional 10, passando pela Central Termoelétrica e com direção aos montes iriamos pedalar novos trilhos nos arredores das localidades de Quintas, Castanheira e Povos.
Bons trilhos com boas subidas, boas descidas e pelas bermas algumas belas flores! Sendo bem visíveis, houve a normal tentação de alguns, que por vezes quando se descuidaram, irem saborear o aroma normal de tamanhas belezas. Desta vez foram vários os apanhados pelas imagens dos nossos MontiReporters, conforme poderão constatar nos vídeos.
Chegados á nacional 10 em Povos, seguimos em direção ao jardim de Vila Franca pelos “Caminhos de Fátima, e sempre por ai seguimos até Alverca, sendo que antes nos despedimos do MontiLuis no Sobralinho.
Chegamos por volta das 12:30 com cerca de 45 kms percorridos.


Fotos no Picasa

Vídeos

Inté