Número total de visualizações de páginas

sábado, 15 de outubro de 2011

Os MontiBikers na 7ª Maratona do Sado do Team Cegonhas do Sado -15.Outubro 2011

Mais um participação dos MontiBikers em passeios pelo País, desta vez fomos a Alcácer do Sal, participar na meia maratona, 50km , organizada pelo clube As cegonhas do Sado.
Em primeiro lugar cabe aqui dar publicamente os parabéns à organização pelo belo dia desportivo que nos proporcionou. Tudo positivo, desde os trilhos bem sinalizados, os abastecimentos onde nada faltou, de assinalar que fomos dos últimos a passar por eles e nada faltava, os banhos, e o almoço com um bom menu. Parabéns ao team Cegonhas do Sado que para além do bom serviço foram de uma grande simpatia.
Em nome dos MontiBikers o nosso muito obrigado.
Os MontiBikers mais uma vez tiveram uma prestação assinalável, saindo com o pelotão e chegando em pelotão, ocuparam os lugares 321 a 325 com 4h e 09m. Não conseguimos ser os últimos, depois de nós ainda chegaram sete companheiros.
Desta vez os furos bateram à “bike” do MontiFélix, e practicamente no ínicio do passeio. Teve a ajuda na mudança da camara de ar do MontiVictor, os restantes Montis iam feitos loucos mais à frente. No entanto no abastecimento esperaram pelos seus companheiros fazendo-lhes uma recepção com filme e fotografia.
É de assinalar o registo em filme, finalmente, do beija a flôr, neste caso, beija o peixe, do MontiEmidio. É certo que não foi aparatosa, foi mais tipo cair pró lado.  O operador só o apanhou já no chão não captando o momento do “mergulho”.
Foi mais um dia de agradável confraternização no seio dos MontiBikers com alegria e boa disposição.
Próxima saída, dia 6 de Novembro, Passeio da Rota da Água-pé organizado pelos nossos amigos do AlvercaBike.
Até lá divirtam-se com mais esta série de filmes da nossa participação na
7ª Maratona do Sado organizado pelo Team Cegonhas do Sado
               Filme 01







Peço desculpa pela qualidade do filme, acontece que me esqueci de limpar a lente




 Filme 02
Não sei quantos eram à partida, mas foi tudo muito disciplinado

Filme 03 - A rolar
http://www.youtube.com/watch?v=HqhtQ1uME9c
Filme 04 - Uma pequena descida
http://www.youtube.com/watch?v=luiosVgillA
Filme 05 - Descida mais longa
http://www.youtube.com/watch?v=1EvtMJbB1eQ
Filme 07 - Chegada ao 1º abastecimento
http://www.youtube.com/watch?v=hqLpzhpfMy8
Filme 08 - Depois de um furo a chegada ao abastecimento
http://www.youtube.com/watch?v=AeHh-1iDTR8
Filme 09 - Entre o canal e o milho
http://www.youtube.com/watch?v=rgTeeBohqpc
Filme 10 - Eu prefiro a ponte
http://www.youtube.com/watch?v=StMvI2rg1u4
Filme 11 - A rolar com pedra
http://www.youtube.com/watch?v=6x2i5yiYXVI
Filme 12 - Uma subida calma
http://www.youtube.com/watch?v=4tPoOoF1Z3U
Filme 13 - O 1º ponto de controle
http://www.youtube.com/watch?v=aIHwvKnmDs0
Filme 14 - Chegada à albufeira
http://www.youtube.com/watch?v=96Y0y9GCLvg
Filme15 - Ladeando a albufeira
http://www.youtube.com/watch?v=Xsv_VKZB3q8
Filme 16 - Passagem da vala
http://www.youtube.com/watch?v=M6AWKXRhYVI
Filme 17 - Mais uma descida
http://www.youtube.com/watch?v=YbhTPvzCwCM
Filme 18 - 2º abastecimento
http://www.youtube.com/watch?v=EpycX8Eshgk
Filme 19 - As bikes foram oleadas
http://www.youtube.com/watch?v=lKMOWfm9PuQ
Filme 20 - MontiBikers no relax
http://www.youtube.com/watch?v=AE52HI3Tr9c
Filme 21 - A rolar pela sombra
http://www.youtube.com/watch?v=F53imp_EZ2s
Filme 22 - Um carro!!!
http://www.youtube.com/watch?v=NpW6b5-loE4
Filme 23 - No 3º abastecimento
http://www.youtube.com/watch?v=GZMMpeusscc
Filme 24 - É sempre a abrir
http://www.youtube.com/watch?v=9F0_FECpDlI
Filme 25 - Mais um controle
http://www.youtube.com/watch?v=rlRiVmOaPl4
Filme 26 - Todos ao banho
http://www.youtube.com/watch?v=2_WHrhBqTkc



domingo, 9 de outubro de 2011

Domingo 8 de Outubro - Três Montis nos montes.

Como bem assinalou o MontiEmídio, houve dispersão dos montis mais activos, 2 na estrada e 3 pelos trilhos dos montes. Coube ao MontiNando traçar o percurso das bikes montanheiras e ele apontou para Calhandriz/Mato da Cruz, fase inicial de uma volta a controlar com o GPS. Com pedalada moderada chegámos à ponte que está a ser reconstruida na estrada de Arruda e passámo-la sem incómodos usando a passagem para peões. Está ali obra para demorar ainda uns dois meses, o que deve aborrecer muita gente. A verdade é que no troço até ao desvio para o Sobralinho a ausência de transito permite uma descontracção maior tanto a peões como a ciclistas. Sabe bem. Continuámos a alcatroar e desviámos para a Calhandriz iniciando aquela subida empinada que atravessa a povoação. Mostrou-se logo com clareza que havia um pedalante que ia jogar à defesa, eu, MontiVictor. Com os foles em ritmo agitado pedi logo uma paragem no larguinho onde estão os lavadouros. Descanso curto, hidratação, e aí vai o trio em subida contínua até ao Mato da Cruz com uma cautelosa passagem de vala logo no início do trilho de terra batida que leva ao viaduto. Atravessado o alcatrão entrámos definitivamente no trilho e na alegria de uma descida sem problemas logo seguida de uma subida a pedir aplicação, em terrenos já conhecidos de passeios anteriores e, claro, sempre saborosos, como aquela descida longa que termina na estrada que liga à Alverca-Bucelas. Fomos em direcção ao forte recentemente arranjado (li o nome mas esqueci...) junto ao caminho que conduz às encostas viradas a Bucelas e, feita uma visita breve ao histórico recinto, iniciámos mais uma descida que leva ao ponto de separação 35 km/50 km do passeio Alvercabike. Eu consegui subir até esse ponto mas os bofes saíam-me pela boca fora e tive de parar. Os meus amigos Cadilha e Nando já tinham virado subindo o estradão (que melhorado está!) que volta ao Mato da Cruz mas acabaram por voltar para trás. Perceberam que eu precisava era de descer um pouquinho e apontámos então a Vila de Rei, até que desviámos para o vale e nos internámos de novo nos trilhos que nos fazem dar valor às 3x9 velocidades que temos à nossa disposição. Com mais uma subida exigente entrámos numas vinhas onde andavam uns caçadores, continuando a subir por ali acima o parzinho dos meus companheiros, mais possantes do que eu e entusiasmados pelo desafio. Mas eu fazia pela vida e continuava dar ao canelo como um senior que se preza (atenção, esta do senior que se preza traz água no bico, vocês vão ver a seguir). Quando ataco a última inclinação à vista sinto que a roda traseira derrapa e torna a derrapar e... olho e estava de pneu vazio! Furo, claro! E o parzinho já não se via!... Termino a subida desmontado e passados uns momentos tenho comigo os meus companheiros que se prontificam a ajudar. Então MontiVictor, vamos mudar a câmara de ar? Sim, sim, tenho aqui uma nova... Pois, era nova mas o pipo não passava no buraco do aro... Bom, diz o Nando, o nosso senior não vai ter de fazer o regresso a pé, vamos remendar o furo. MontiVictor não tem remendos nem acessórios? Não interessa, o Nando tem - e o Cadilha também caso não tivesse o Nando - e vamos lá a isso. Bem, foram 3 furos que se manifestaram e que, com 2 remendos, deixaram de se manifestar. Mas não foi assim tão rápido como se lê! Levou uma boa meia hora a pôr a roda em condições de andar! E tudo porque o senior não tinha o material adequado para resolver o azar que já lhe estava futurado; sim, porque ele sabia que o pneu traseiro andava há mais de um mês com uma tacha bem cravada e que só o gel da câmara de ar é que permitia, até quando?, manter a roda operacional. Vergonha, pouca, do senior! Nem parece Montibiker! Um senior que se preza ( cá está!...) tem de dar o exemplo e ter o material necessário para participar sem atrapalhar o passeio! Toma lá! Foi mau, mesmo, grande trabalheira! Mas pensam vocês que isso fez desanimar o pessoal? Não senhor! Em vez de nos despedirmos na Rotunda do Alambique (ou será da caldeira?) seguimos os três e ainda fizemos a subida para os montes do Forte da Casa, descida para o viaduto dos Caniços e subida para o alto da Póvoa de Sta. Iria... pelo trilho, sim, claro! E eu? Portei-me bem mas não subi tudo. Perto do cotovelo deixei levantar-se a roda da frente por duas vezes seguidas e tive de parar e desmontar. Virei o cotovelo a pé mas montei de novo e despachei o resto da subida sem problemas. Descemos até à Rotunda do Nando e despedimo-nos dele quase à porta de casa, num gesto de MontiGentileza que só nos fica bem a todos. O regresso dos sobrantes a Alverca não teve história. Ah! excepto por um pormenor: com marcada MontiGentileza, o Zé Cadilha, cuidando de manter aberto o portão da garagem para o seu colega, pouco faltou para, nessa manobra, levar o corpinho ao chão. Obrigado amigo, pelo cuidado, é só o que posso dizer. Foi assim que terminou mais um MontiPasseio, este, por sinal, dominical.


Desculpem, este trio não ia equipado para fotografias. Não há imagens, portanto, e é pena. Mais um ponto a ter em conta na mudança de atitude que este senior tem de realizar como Montibiker.


Bom, espero que não comecem a chorar face à minha autopunição. Isto passa-me depressa, descansem!


Abraikes para todos.


MontiVictor.

MontiPasseio em Alcatrone

Hoje os MontiBikeres dividiram-se em dois grupos.

O grupo do passeio normal pelos montes da região em que foram destacados três elementos, e um grupo de estrada composto por dois MontiBikers e dois amigos convidados, em que fizeram este treino no âmbito da sua participação no 4º Mega Passeio Lisboa/Santarém a realizar no dia 23 de Outubro de 2011 com organização da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, com partida do Parque Tejo (em Sacavém) e final em Santarém, no Centro Nacional de Exposições onde vai decorrer de 21a 23 de Outubro a 8ª edição do Festival Bike Portugal – Festival Internacional da Bicicleta, Equipamentos e Acessórios e Salão de Ciclismo Profissional.

Como participante no grupo de estrada, com a bike emprestada pelo MontiVictor, posso dizer que saímos da nossa sede pelas 9 horas e foi um treino de adaptação á referida bike. Percorremos cerca de 70 kms, sendo que a volta passou por Vila Franca de Xira, Alenquer e Ota. Na Ota descansamos um pouco e regressamos pelo mesmo trajecto até á Póvoa, sendo que ai há um café onde a malta das bikes hidrata com uma bebida conhecida pela malta local como um “Cai Bem”.

Depois dessa hidratação e um pouco de reinação e cavaqueira, regressei a Alverca, onde acabei o treino pelas 12:40 horas.



Fotos do Passeio