Mais uma semana inteira passada sem pôr o traseiro no selim...
Bom, a ver se me despacho e apanho quem aparecer na sede para dar a volta sabadal da ordem. Consigo acordar a tempo, aí 7:45, e faço tudo em grande velocidade. Começo a descer a escada do meu prédio antes das 8:25 e quando rumo à garagem, não vendo aparecer o Zé Cadilha, vem-me a ideia de que o vou apanhar a aprontar-se. O homem não estava lá, o que me deixou uma estranha sensação. Despacho-me, saio e aproximo-me da sede sem avistar bikers nas redondezas. Bom, não acredito que já ali tenham estado e penso que vou ter de me arranjar sózinho, "eles não vêm". Mas ponho-me às voltas na praceta, a dar tempo à chegada de algum atrasado. E aparece o benjamim Luis, equipado a preceito e cavalgando a sua Canyon. Boa! Já há Montibikers! E o céu, enfarruscado mas calminho, convida mesmo à passeata.
Conferenciamos sobre hipóteses de vir mais alguém e eu faço um SMS ao Zé Cadilha só para ver o que ele diz. Nada diz e, conclusão, vamos pedalar os dois. O Luis insiste comigo para eu escolher e acabo por apontar para umas encostas "desconhecidas" na zona da antiga Escola dos Marinheiros, junto ao bairro do Paraíso.
Iniciamos o percurso na Qta. do Cochão, entramos com cuidado na EN10 e a caminho de Alhandra só se nota que há muito pouco movimento. Tal como depois se vê no passeio ribeirinho, onde só de longe em longe se passa por alguém. Esperamos que a passagem de nível abra e entramos em Vila Franca para de seguida sairmos, Cevadeiro ao lado, e seguirmos à direita na rotunda dos Marinheiros. O Luis insistia que eu era o guia mas o guia não sabia no que se metia! Foi assim que, após uma hesitação rapidamente resolvida, enfiámos numa breve descida para o Bairro da Mata. Este, arrumadinho e com poucas casas, recentes algumas, só nos apresentou uma hipótese: caminho empinado, a subir não se percebia até onde. E o Luis a dizer "Vá, vamos embora, o guia é que sabe!" Assim iniciámos o nosso calvário esgatanhando no trilho, encosta acima, sem a mínima noção ou esperança de que a subida abrandasse nem estivesse para acabar. O Luis, feito rapaz novo, lá foi pedalando sem esmorecer, enquanto eu, rapaz velho, acabei por desmontar visto que a Ghost não puxava por mim! Subidinha sacana, meus amigos! Acho que não haverá ninguém que a consiga fazer por inteiro sem desmontar. Assunto a ver qualquer dia.
E então chegámos ao Casal da Mata, silencioso, só cães a dar alarme. Lá passámos por dois casaleiros que nos deram o nome do lugar e, mais umas dezenas de metros pedaladas, parámos a apreciar o vale que nos separava duma encosta salpicada de vivendas atraentes e iguaizinhas. Seria Cachoeiras? Não tirámos a limpo mas descansámos um pouco e decidimo-nos por tentar encontrar um trilho que rejeitámos quando da subida para o Casal da Mata. Avançámos e, trocado o alcatrão por um estradão sem problemas, encontrávamo-nos dali a pouco a descer por uns terrenos onde o Luis informou que tinha havido uma prova de motocross, como as fitas de demarcação esvoaçantes confirmavam. Fomos até ao limite do trilho e parámos num ponto alto, de onde se avista a lezíria e o mouchão de Alhandra, e a vista se pode alongar até ao Mar da Palha. Na EN10 podíamos apreciar o movimento na entrada de Vila Franca, a extensão das instalações da Escola dos Marinheiros e até o movimento no passeio ribeirinho, com ciclistas e caminheiros em tamanho reduzido, se distinguia sem dificuldades. Foi como se conquistássemos um pico duma montanha, imaginem lá!
E voltámos para trás tomando de seguida a direcção de Alhandra. Mas perante o início da descida no alcatrão decidimos o contrário, tornar a subir no alcatrão para A-dos-Loucos. Tudo bem. E a seguir? Luis insiste que sou eu quem dita o percurso e apontamos finalmente a S. João dos Montes. Não foi nada má a escolha. Por caminhos ainda não conhecidos, em trilhos junto a vivendas e quintas isoladas, acabámos por deparar com a descida áspera, feita de pedras cimentadas, e empinada para valer! Mãos ferradas nos travões e traseirinho bem recuado, aí vão eles por ali abaixo, com as bikes a estremecer e a adrenalina a subir! No fim soube bem o repouso do estradão saibroso que acompanha a ribeira até S. João dos Montes, onde passámos já em plena descontracção. Acertámos então que, visto eu declarar que me sentia com forças, seguiríamos para Subserra e eu teria de repetir a proeza de subir, sem desmontar, a encosta que nos leva ao alto das pedreiras da Cimpor. Assim foi! E soube bem chegar lá acima e iniciar com descontracção a descida para o Sobralinho, sempre a deslizar! Chegados perto do Estacal (estará bem o nome?) fizemos as nossas despedidas, contentinhos da vida. Ainda só eram 11:30 mas o sabadal estava terminado e tinha valido a pena. Obrigado Luis pela excelente companhia. Vejo que tens muita paciência para esperar por um senior e eu espero aproveitar disso enquanto puder.
Até a um próximo Sabadal, Montibikers ausentes.
PS - Fotos não há, não levávamos máquina. Distância percorrida também não porque eu na chegada verifiquei que o meu computador de bordo já tinha esgotado a pilha. Azar!
Abraikes para todos.
MontiVictor
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terça-feira, 15 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
Os MontiBikers no 6º Passeio do BTT Lourel em Sintra
O Track
Dois MontiBikers estiveram
presentes no passeio do BTT Lourel, MontiLuís e MontiCadilha,
Pelas 7:30 saímos de Alverca
depois de um pequeno convívio com o pessoal do AlvercaBIKE, junto ao estádio.
Com tempo de sobra para levantar
os dorsais, chegamos a Lourel ainda o relógio não tinha chegado às 8:15 e quem
é que nos indicou o lugar de estacionamento quem foi? O nosso amigo Pedro Pais
dos BTTretas.
Depois de levantados os dorsais e
de se comer um bolinho na zona destinada ao pequeno almoço, foi tempo de
preparar as bikes para a grande jornada.
Partida ligeiramente atrasada
devido ao atraso da brigada da GNR, recomendações dadas e largada para mais um
passeio desta vez a rondar os 260 participantes.
Dois percursos estavam à
disposição dos Bikers, 35 e 45km, a separação seria aos 20km mesmo na zona do
1º abastecimento. Para quem optasse pelos 45km, como foi o caso dos
MontiBikers, ainda haveria um 2º abastecimento aos 32km. Quantidade de
alimentos o suficiente para encarar os kms seguintes com animação.
Uma boa parte do percurso, até ao
segundo abastecimento 32km, acompanhei por perto, aquela que viria a ser a
primeira senhora dos 45km a cortar a meta, seu nome Tânia. Excelente atleta. Demorei um
pouco no abastecimento e foi o suficiente para nunca mais a ver. Irão vê-la
várias vezes no filme.
Os trilhos selecionados pelos
nossos amigos de Lourel foram bons, aqueles empenos em pedra solta é que não
estavam nos meus planos, mas fizeram-se com calma e pelo menos em dois
deles, metade da subida foi feita com a ScottBike pela mão.
Logo à partida deixei de ver o
jovem MontiLuís, a força da juventude está de tal maneira ao rubro que só lhe
voltei a pôr a vista em cima na meta.
Penso que eram 12:30h quando
cortei a linha de meta, tenho que confirmar com os tempos da organização. Na
chegada fui presenteado, pelo sorteio da quermesse, com uma bomba da BBB, espectááááculo.
Seguiu-se o banho das “meninas” e
só depois fomos nós.
Na companhia dos nossos amigos do
AlvercaBIKE seguimos para o almoço.
Em boa companhia e numa saudável
confraternização digerimos uma boa refeição tanto em quantidade como em
qualidade.
Obrigado amigos de Lourel que com
a ajuda dos amigos BTTretas, nos proporcionaram mais um excelente dia de BTT.
Abraikes
E vamos às fotos, as imagens em filme virão depois da respectiva
montagem.
Fotos
Filme 1ª Parte até ao 1º Abastecimento
Filme 2ª Parte até ao 2º Abastecimento
Filme 3ª Parte até à Meta
terça-feira, 1 de outubro de 2013
29 de Setembro Dominical com o AlvercaBIKE
Este fim de semana não houve
Sabadal, o tempo não colaborou. No entanto três Montis, mesmo com ameaça de
chuva, responderam à chamada para um Dominical.
MontiArmando e MontiCadilha às
8:30 já estavam no ponto de encontro, faltava MontiVictor. Um SMS dizia-me que
estava atrasado, ficamos a saber que os atrasos se devem à leitura do jornal,
15 minutos.
Como 15 min. Já está fora da
tolerância, os dois pontuários decidiram ir ter com os amigos do AlvercaBIKE e
acompanhá-los no seu passeio. Enviamos uma mensagem ao “atrasadito” onde
estaríamos e “fora figo”.
Os companheiros do AlvercaBIKE já
estavam no seu ponto de encontro, junto ao estádio do FCA, e preparavam-se para
partirem no reconhecimento da 4ª Rota da Água pé.
Depois de umas dicas sobre o que
iria ser o possível trajecto, o amigo João Nogueira deu ordem de marcha.
Começariamos pelo trilho do
Parque Ribeirinho e Linear. Antes de entrarmos no trilho, uma ligeira paragem,
mesmo em cima da ponte houve um furo, ou um pneu em baixo, fica aqui a dúvida.
Aproveitei para dar um telefonema
a MontiVictor. Estava no estádio. Dada a nossa localização e rumo, MontiVictor
deu “fogo à peça” para nos alcançar o mais rápido possível.
Iria-nos alcançar em pleno Parque
Linear, numa paragem forçada, desta vez para a substituíção da câmara de ar, da
bike do companheiro que em cima da ponte tinha tido a paragem.
Dois compassos de espera que
deram uma ajudinha importante para que o nosso sénior nos alcançasse.
Passagem pela Póvoa, estrada dos
caniços e variante até ao Pingo Doce de Vialonga. Seria então a primeira
subida, até à Mata do Paraíso. Depois de uma paragem para recuperação de uma má
disposição de um dos companheiros, foi descer até ao Zambujal.
Seguimos por alcatrone até ao
restaurante dos pneus onde terá lugar a primeira paragem da prova de água pé.
A continuação do reconhecimento
fiaria reduzida de duas unidades, MontiVictor e Figueiredo. regressariam a
Alverca.
Sempre por “piso negro” até
Bucelas para junto ao quartel de bombeiros fazermos uma “subidita” ainda em alcatrone para entrarmos nos trilhos
de Vila de Rei.
Em Calhandros Grandes foi a 2ª
paragem onde será feita a outra prova de água pé. MontiArmando já não nos
acompanhou nesta visita, tinha que regressar a casa.
Seguiu-se o pedalanço em direcção
ao Cabeço da Rosa para descermos pelo trilho junto à CREL até Á-dos-Potes.
Paragem na Associação onde será feita a degustação da feijoada e tintol.
Depois de recolher imagens das
sala do repasto, despedi-me dos amigos do AlvercaBIKE e rumei à garagem do nº4,
para a minha sessão de alongamentos.
Foram 35km de muito bom convívio
e de umas subiditas que nos farão abrir o apetite, para os petiscos e água pé,
que os nossos anfitriões habitualmente nos oferecem.
No próximo domingo será o passeio
dos amigos do Lourel
Abraikes
O Track
O Filme
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