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domingo, 3 de março de 2013

Uma ida às "cataratas" da quinta do Boição

O track
clicando terás o track no Gpsies


Foram quatro os Montis que responderam à chamada para este sabadal, MontiLuís, MontiCarlos, MontiTiago e finalmente este vosso cronista que vai tentar dar-vos uma ideia de como decorreu este sabadal, MontiCadilha.
Depois dos minutos de tolerância e do brifing para a decisão do percurso a realizar os quatro bravos do pelotão deram corda aos pedais e fizeram-se ao caminho.
O ponto a alcançar era a quinta do Boição na esperança que as “Cataratas do Boição” estivessem activas.
Eram 8:40 e as bikes começaram a rolar tendo como primeiro objectivo a subida das Areias, seguindo-se o Cabeço da Rosa e fazer uma primeira paragem no Forte das Linhas de Torres. Local ainda não conhecido do nosso mais novo elemento MontiCarlos.
Forças recuperadas o grupo seguiu pelos trilhos em direcçâo a Vila de Rei. Depois de um pequeno desvio por mim provocado, um pequeno lapso de memória do trilho a tomar, recuperamos o caminho certo e mais um singletrack a descer para depois fazermos uma subida em alcatrão com um desnível bem considerável. Foi bonito ver os quatro a terem de ziguezaguear para alcançarem o topo da subida.
Novamente nos trilhos alcançamos um moinho onde fizemos uma paragem para abastecimento e desfrutar a paisagem. Uma zona de vinhas onde se avistava muitos e bons trilhos.
Como nos situavamos num topo o caminho que nos restava era uma descida, maravilha. O trilho que tomamos  desembucou numa vinha e só nos restava atravessá-la. Uma descida com uma inclinação brutal e com imensas valas. É bom descer mas com um pequeno senão, é que normalmente a seguir vem uma subida e foi isso que nos aconteceu.
Por entre um mato raso os Montis subiram, subiram e subiram acabando por atingir um cruzamento num pequeno casario.
Continuamos a subir e finalmente uma descida... and surprise!!! Estavamos à entrada da quinta do Boição. Ouvia-se um barulho forte de água a correr, estamos com sorte, pensei eu, temos  “cataratas”.
Bonito, estavamos encantados e depois de encostarmos as bikes não resisti e subi ao ponto mais alto  para admirar a paisagem.
Antes de deixarmos o local ainda travamos uma pequena conversa com um velhote que reside numa casa perto do ribeiro. Regressava das compras. Revelou-nos a idade, 87 anos e depois das despedidas seguimos o trilho com destino à Bemposta.
Na Bemposta atravessamos o ribeiro e como o leito de água era considerável acabamos por molhar os pés. O que com o frio matinal que estava não era nada agradável. Um pouco mais à frente uma avaria mecânica na bike do MontiTiago obrigou-nos a uma paragem forçada talvez de uns 30 minutos.














Retomando o trilho mais subidas se seguiram depois de passarmos o Parque Aventura do Freixial.
Estava na hora do regresso. Pela estrada de alcatrão tomamos a direcção de Bucelas com a intenção de depois de subir ao Cabeço da Rosa fazermos a descida singletrack do Alvercabike.
Mas ficamo-nos pela intenção porque devido aos meus pés molhados e àquela paragem forçada os meus musculos traíram-me e a descida do Alvercabike ficou adiada para outra oportunidade.
Descemos o Cabeço da Rosa pelo alcatrão, os Montis Luís e Tiago viraram para o Bom Sucesso e eu com o Carlos para Alverca.
Foram 40 km de pedalanço, com uma boa temperatura  e em excelente companhia.
Eu e a minha Scottbike entramos na garagem do nº 4 pelas 12:45 seguindo-se os habituais alongamentos antes de dar entrada no duche.
Como a máquina fotográfica não quis colaborar só tenho 2 fotos
Abraikes
O Filme

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Passeio Casais do Forno-Lousa 17-02-2013


Olá amantes do BTT,
Hoje fomos para os lados de Loures, mais precisamente Casais do Forno, onde o grupo local elaborou o seu primeiro passeio de BTT.
De manhã, quando estava a preparar-me para sair de casa, recebo um telefonema do MontiLuis, a perguntar-me se eu estava com mesmo com ideias de ir ao passeio com a chuva que estava a cair. Eu disse que sim pois já estava equipado para isso, ele entretanto disse que não estava muito interessado em ir e que ia ligar ao MontiCadilha para saber se iam também ao passeio.
Esperei um pouco e o MontiCadilha ligou-me a dizer que também não ia, mas que o MontiArmando já estava pronto para acompanhar quem fosse. Também mais uma das desistências foi o MontiVictor (o nosso sénior), que não se sentia em condições para efectuar tamanha façanha.
Após todas estas informações decidi ir buscar o MontiLuis, como tinha combinado com ele, já que queria ir nem que fosse para o almoço da praxe. Com o GPS apontado para casa dele lá me meti a caminho, dei com a rua mas não com a porta (bem ele tinha avisado). Como já estavam cães a fazer barulho perto da casa dele, derivado às minhas manobras para encontrar a porta, ele saiu de casa já com a ideia que eu estaria por perto.
A seguir fomos ao ponto de encontro na torre do meio, onde nos esperava o MontiCadilha e o MontiArmando, após cumprimentos pusemos a bike do MontiArmando em cima do meu carro e lá nos pusemos a caminho de Casais do Forno. Só ainda não sabíamos era se o MontiCarlos estaria ele também presente para o passeio, como não tinha telefonado concluímos que ele iria.
À chegada ao local e quando estávamos à procura de lugar, surge o MontiCarlos em cima da sua bike a passar por nós. Apitei-lhe, pois ele não conhecia o meu carro. Ele voltou para trás e indicou-nos o local onde ele tinha o dele, e disse que puséssemos o nosso à frente do dele, enquanto ele ia levantar os nossos dorsais.
Preparados e prontos para começar-mos o passeio lá fomos para o ponto de partida. Como era cedo para o inicio da prova e estava a chover, fomos para dentro do edifício da associação. Eu como já tinha o GPS ligado fui à procura do track dos 25 Kms e não o encontrei, o MontiCarlos ao saber disso, disse-me que no balcão onde estava o secretariado eles tinham um computador e que facultavam os track's a quem quisesse e que não tinham feito o download em casa. Eu fiz, mas constatei que tinha posto num menu do GPS mal, ao qual o rapaz do secretariado deu conta e me mostrou no ecrã.
Já faltavam poucos minutos para o início e fomos para o local de partida para nos prepararmos.
Após discurso normal de início de prova, lá deram a partida e começámos a pedalar. Os primeiros metros foram de um empeno bem grande e logo ali houve uma separação grande de pessoal, é claro que os mais fortes começaram a dar-lhe com alma e desapareceram um deles era o nosso MontiArmando que estava cheio de pica desde que saiu do prédio do meio.
Ainda esperou pelo MontiCarlos, pois estavam a planear fazer mesmo os 45 Kms, mas ele logo ficou para trás e decidiu fazer comigo os 25 Kms.
Quando entrámos no trilho, eu vi logo que o resto do caminho iria ser penoso com o terreno muito lamacento e pesado para pedalar, e tinha razão, pois após alguns Kms a subir e descer, algumas vezes tinha de ser com as bikes à mão e por vezes ainda escorreguei e caí em algumas das descidas mais perigosas ao tentar andar na lama.
Eu só me lembrava do MontiArmando e o que ele ia sofrer com tantos Kms de trilho nestas condições. Uma coisa lhes digo, os trilhos estavam bem assinalados ao ponto de ser difícil enganar no caminho, um ponto favorável para a organização.
Mais ou menos ao Km 14 houve um abastecimento onde havia comida e bebida suficiente para quem precisasse de repor as energias.
Depois de penosos 23 Kms lá chegámos ao final do passeio e fomos lavar as bikes, no local já se encontrava muitos Bttistas na fila para o mesmo propósito. Aqui um ponto desfavorável à organização, pois tinham só uma mangueira, sem ser de alta pressão e assim tínhamos de estar bastante tempo à espera para a lavagem, com esta situação ficávamos com frio, que para nosso mal ainda tínhamos também a companhia da chuva um bom coktail para uma gripe.
Após esta situação estar feita fomos arrumar as coisas e trazer as mochilas, para irmos tomar um duche numas instalações improvisadas com um contentor. Não estava à espera deste tipo de situação e foi a primeira vez que a vi num passeio organizado de BTT. Ao menos a pouca água que corria era quente, aqui também dou um ponto desfavorável à organização.
Depois do banho tomado fomos tratar do almoço enquanto esperávamos pelo bravo MontiArmando.
O almoço estava bom: com uma boa sopa; queijos frescos; carne de porco com salada, arroz e batata frita; vinho, sumos e água e de sobremesa pêra encharcada, arroz doce e gelatina. Aqui a organização esteve bem e assim dou um ponto favorável.
Entretanto chegou o MontiArmando, foi lavar a bike, tomar banho e ir fazer-nos companhia no almoço.
Ainda deu para falarmos sobre o que tinha acontecido durante o passeio e outras coisas mais. Uma delas foi que tinha havido quem fizesse corta-mato dos que iam à frente do MontiArmando de forma a que ele tivesse a impressão que poderia ter ficado em terceiro lugar e merecesse um troféu.
Chegada a hora de partir, despedi-mo-nos do MontiCarlos que estava perto de casa e fomos pôr o MontiLuis a casa dele. Aí despedi-mo-nos dele e fui levar o MontiArmando ao prédio do meio, pois ele tinha deixado lá a sua viatura. Em frente ao prédio do meio quando chegámos, telefonei ao MontiCadilha para ele ir ter connosco para ser-lhe entregue o saco dos brindes do passeio e do MontiVictor.
Depois fui eu para casa e terminando mais uma saga dos Montibikers.
Só vou dar o benefício da dúvida a esta organização pelo facto de ser a primeira vez que fazem um evento destes, mas não devia de haver desculpas, pois o nº de inscritos já era de 200 pessoas, portanto deviam de ter isso mais em conta.
E com esta crónica me despeço e até a uma próxima aventura dos grandes Montibikers
Abraikes a todos
Mapa e track
clica e vais para o GPSIES

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Um sabadal com muita subida e.... um "beija-flor"


Eram 21:00h de sexta feira e na sede dos MontiBikers festejava-se o 3º aniversário da sua fundação, apenas 3 ausências justificadas e a animação habitual no seio MontiBiker.
Após tomar-se o café delineou-se a estratégia para o sabadal, seis MontiBikers garantiram presença.
Cumprido. Às 8:35 os seis Montis apresentavam-se, Carlos, Luis, Armando, Nando, Cadilha e o nosso sénior Victor, queapós ausência forçada, uma gripe, malvada sem coração, nem uns treininhos lhe lhe foi permitido fazer.
Sem mais demoras e depois de um cafézinho o grupo partiu, o trajecto e destino previamente traçado iria ter como primeiro objectivo o single track dos placards, mesmo paralelo à auto estrada, com Vialonga no horizonte.
Primeiros quilómetros percorridos na estrada Nacional 10 até ao Forte da Casa com uma subidita ainda em alcatrão até à entrada no primeiro trilho.
E para começar logo uma subida bem puchadita que iria causar um primeiro “estrago”.
MontiVictor ainda não totalmente recomposto da sua gripe e com um mês sem pedalanço, tomava a decisão de não acompanhar o grupo, iria rolar em planície.
Continuamos a subir até atingirmos o marco geodésico, onde se inicia a descida do single track dos placards.
Passagem pelo viaduto fantasma da Póvoa e nova subida por trilho até à Quinta da Piedade. Mais “alcatroni” e em frente ao cemitério entrada novamente em trilho e mais uma subidita.
Depois das Bragadas e de mais algumas subidas chegariamos à mata, mesmo por cima de Alpriate onde uma grande descida nos esperava. Seguiriamos pelo Quintanilho para entrarmos na Mata do Paraíso, com subida até ao ribeiro, onde se faria uma pequena paragem para abastecimento e foto de grupo.
Fotos

A grande subida até ao marco geodésico do Zambujal seria a nossa próxima tarefa. É uma subida longa mas compensadora. Não só pela vista que nos é proporcionada mas principalmente pela descida que se segue.
Entramos na descida com o MontiNando tomando a dianteira logo seguido de MontiLuis. MontiCarlos não os perdeu de vista, já o mesmo não direi de mim e do MontiArmando que rápidamente ficamos para trás. Mas não por muito tempo. Uma centena de metros  e paragem forçada, MontiNando deu uma queda aparatosa mas felizmente sem gravidade. Já se encontrava de pé e a sacudir o equipamento. Queda aparentemente provocada por um furo na roda traseira. Mudança de câmara de ar efectuada e vamos embora que se faz tarde. Ou melhor fazia, porque MontiCarlos deu o alerta, o pneu estava novamente em baixo. Nova mudança mas desta vez o elemento que provocou os furos foi eliminado. Um arame de pequenas dimensões mas mau como as cobras. O itenerário préviamente elaborado ficou assim desfeito, com esta paragem tinhamos perdido seguramentemais de meia hora o que fez com que o regresso a Alverca fosse antecipado.
Continuamos a descida com os três audazes elementos a tomarem a dianteira e a desaparecerem rápidamente no horizonte.
Numa curva que antecede uma parte da descida mais ingreme os três estavam novamente parados. MontiNando tinha derrapado numa pedra e nova queda, mas rápidamente se tinha levantado e retomava a descida. A câmara GoPro com estes velocistas só tem hipótese de apanhar os levantamentos porque as quedas, os beija-flores, nicles.
De MontiArmando não havia rasto, à frente não ía de certeza e olhando para trás, nada. Resolvi  voltar para trás ver o que se passava enquanto MontiCarlos continuou a descer avisando os da frente para aguardarem no final da descida.
Lá estava MontiArmando no meio de uma descida calmamente falando ao telemóvel. Este elemento de alta tecnologia, bastante útil para os bttistas, por vezes pregam-nos estas partidas.
Depois de reagrupados no final da descida tomou-se então a decisão definitiva de regressarmos a Alverca.
Por alcatrone, seguiriamos por Bucelas, Vila de Rei, Cabeço da Rosa, Casal das Areias e Alverca.
Chegada por volta do meio dia com aproximadamente 34 km percorridos.
No próximo Domingo estes mesmos Montis estarão presentes no 1º Passeio BTT de Casais do Forno em Lousa, para pedalar os 45km de sobe e desce e depois da banhoca a degustação habitual.
A montagem do filme está um pouco atrasada mas aqui fica o registo fotográfico realizado pelo MontiNando assim como o track.
Abraikes
MontiCadilha  
oTrack

O Filme