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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

2ª Rota da Água-Pé organizada pelo AlvercaBike

A 06/11/2011 o clube de BTT “AlvercaBike” organizou o 2º passeio da Rota da Água-Pé.
Os bttistas começaram a chegar ao recinto do Futebol Clube de Alverca pelas 8 horas e quando marcavam a sua presença junto do secretariado, eram granjeados com uma caneca que iria servir para fazerem as provas do néctar nos locais de reabastecimento.
Para nossa surpresa também estariam presentes os BTTretas, nossos amigos de Sintra, encabeçados pelo seu presidente “Pedro” e quatro colegas. Ficou desde já combinado que os MontiBikers e os AlvercaBike iria dar uma passeata em Sintra no mês de Março de 2012, com direito a banhos e um grande banquete num local á escolha dos BTTretas.
Foi um excelente passeio que esta organização nos proporcionou, passando pelas Areias, Cabeço da Rosa, Vila de Rei, Calhandriz, Adanaia…, com paisagens magníficas a perderem-se de vista no horizonte. O dia foi abençoado com o amanhecer um pouco frio, mas que foi aquecendo com as pedaladas e com o brilho do sol.
Os MontiBikers estiveram á altura de tamanho evento, assim como todos os participantes. Alguns até animaram a comitiva com algumas quedas algo aparatosas, sendo que um menos afortunado, teve de receber tratamento médico após uns trambolhões não previstos (as rápidas melhoras para esse BTTista).
O percurso teve cerca de 34 kms e um acumulado de subidas a passar os 1000 metros.
No final houve direito a lavagem das bikes, duche e um bom almoço convívio no restaurante situado nas instalações do Futebol Clube de Alverca.
Mas vamos ao que a malta gosta… de boas fotos e bons vídeos cá da malta…
Os comentários são sempre bem vindo e apreciados por todos os MontiBikers



Fotos






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Videos Câmara GoPro Helmet Hero HD

terça-feira, 1 de novembro de 2011

MontiTreinoTerçaFeiral 01/11/2011

Hoje 01/11/2011 dia de Todos os Santos e feriado nacional, os MonTiVictor, MontiCadilha e MontiEmídio fizeram um treino de manhã. Por ser um MontiTreino e não um MontiPasseioSabadal, cada um equipou-se conforme sua intenção, sem que tenha de ler comentários menos abonatórios por não utilizarem o equipamento oficial. Como normalmente acontece nos treinos não programados, só depois do café da manhã, na eterna sede provisória é que o grupo se questiona do trajecto a efectuar. Desta vez seguimos pelo trajecto tradicional das salinas de Alverca até á Póvoa e continuação dos caminhos de Fátima até á estrada do Monteiro Mor. Passamos perto da fábrica do Papel do Tojal. Percorremos a margem esquerda do rio Trancão, numa variante nova. Esta variante revelou-se num trilho que não tinha saída, pelo que no final tivemos de regressar á estrada. Porém neste pequeno trilho foi o local onde dois Montis deram uma queda; um no trilho a subir e o outro no mesmo trilho, mas no sentido descendente. Chegados á estrada de alcatrão fomos direitos ao Zambujal, onde estavam uns castiços que nos informaram que para o almoço deles era um borreguito assado (vejam só, nem nos convidaram). Como não fomos convidados, seguimos em frente, direitos á mata do Paraíso. Ai na mata houve uma situação caricata com um cão dum caçador que levava um coelho na boca, mas, para nosso espanto, o cão não entregou o coelho ao dono e largou-o num local longe dos mesmos. Havia alguns caçadores, á procura do coelho morto, num local, quando para espanto deles, os MontiBikers lhes deram a informação que deveriam procurar do lado oposto, pois tinha sido por ali que o cão largara o tal coelhito. Como também aqui não fomos convidados para o almoço, lá seguimos o nosso treino…Seguida viagem direitos ao marco geodésico, para fazermos a tal descida junto á pedreira, até ao zambujal. Grande descida… pois chegados ao sitio do costume, ainda continuamos a descer mais (pela tal descida que noutros tempos tinha-mos algum receio, e, não a fazíamos). Porém neste troço, o nosso sénior encolheu-se e foi dar a volta por outro caminho, até á ponte do rio Trancão, junto ao restaurante dos pneus. O MontiCadilha, preocupado com o atraso do MontiVictor, começou a subir a encosta para inteirar-se da situação… porém mais tarde recebemos um telefonema a informar-nos que o sénior estava bem de saúde, a descansar e a encher o bandulho, enquanto os dois montis, preocupados, faziam uma busca todo-o-terreno á sua procura…Reencontro realizado, trocas de ideias, e lá seguimos direitos á tasca da ginjinha… fizemos um brinde á saúde dos presentes e do ausente parzinho da Póvoa, assim como dos outros Montis ainda mais ausentes, e dos quais já temos grandes saudades…Brinde realizado, contas ajustadas com a senhora, seguimos direitos a Alverca pelos caminhos de Fátima.

Fotos



Filmes





Os Filmes da GoPro HD
Zambujal                                                                                                      S. Julião do Tojal








   
Tojal                                                                                                             Na Ginja










Dados do treino:

Inicio - 8:40 h

Distância percorrida – 46,63 kms

Velocidade máxima instantânea – 45,2 km/h

Velocidade média – 16,6 km/h

Tempo montado na bike – 2 horas 48 minutos

Chegada – 12:20 h

MontiTreino sabadal de 29OUT2011



Amigos, as nossas (do trio acima) bikes estão a gastar ar que é uma coisa por demais! Intensa utilização das bombas na garagem da Torre do Meio em Alverca! Actualizada a informação sobre a constipação do MontiFélix e os impedimentos do MontiNando seguimos depois para a Provisória. Numa rápida troca de impressões logo a seguir à bica matinal do MontiCadilha tomou-se a decisão de visitar o Cabeço de Montachique. A segunda foto que encabeça esta crónica mostra os três Montis de serviço no topo de uma escarpa bem perto do Forte das Ribas ou do Freixial, local vizinho do dito cabeço. E vizinho também do Parque de Lazer respectivo, onde as bikes não podem entrar (para que saibam todos). Mas já estamos no parque e ainda nada se falou do caminho que até lá fizemos! Vamos lá então de volta atrás, sem pressas. Sim, porque não há que enganar: Rotunda do Jumbo, Rotunda da Verdelha, Rotunda do Caldeirão da Cerveja e vira para o Casal das Areias, tudo terreno conhecido e sem surpresas. Claro que aquela subidita ao lado do IC9 não surpreendeu, foi difícil, como de costume. E eu tive de desmontar perto do cimo do 1º troço, como de costume... e também no 2º troço (como - menos - de costume)! Depois foi sempre a aviar e, sim, como de costume. Os meus companheiros bem lá na frente, certo, mas eu, sempre a dar-lhe, também lá andei até ao Cabeço da Rosa e virei para a estrada do Mato da Cruz. Reunidos de novo, saimos do alcatrão e passámos pelo Forte de Arpim, com muita veneração e alguns comentários apropriados do MontiCadilha. Entrámos a descer com muito domínio e sem hesitações (terreno conhecido...). Eu deixei-os adiantar, vou cá na minha. Perdi-os de vista mas há agora esta descida... olha-os ali a dar a curva, caramba estou fora do trilho, e agora vou derrapar e... porrinha, estirada de guarda-redes sobre o lado direito... e eles lá ao longe a olharem para mim e eu a acenar que tudo está bem (e estava, ainda bem), levanto a Ghost e continuamos, descer sabe sempre bem, há que aproveitar! (Aquilo não foi bem uma queda, foi mais uma aterragem de recurso!) Sempre a dar-lhe, e eles a fugir, juntámo-nos de novo na subida da vinha que leva ao caminho de Vila de Rei. MontiCadilha limpou, Emídio esteve quase e eu, desmontando a meio, paguei o preço que tinha de pagar. Pausa para recuperação e ala para Vila de Rei na ideia de passarmos pelo Boição. O caminho que tomámos não foi o certo de maneira que, feita a descida um tanto exigente para uma quintarola onde em tempos (Passeio de Vila de Rei?) tivemos um abastecimento, atravessámos a real vila e seguimos para Bucelas, sem paragens nenhumas, a caminho da Bemposta. Vamos ver como está o ribeiro? Vaaamos! E fomos! E pedalámos naquele leito de calhaus como uns Montibikers, enfrentando a corrente, sem parar mas molhando sapatos, pés, pedais, rodas, um banho, enfim, meus senhores! Das hortas seguimos para o Freixial e parámos ao sol, junto a uns bancos de jardim, para espremer peúgas, despejar sapatos e comer cubos de marmelada (bons! caros!...) do supermercado do Antunes. E aí vamos alcatrão acima a pedalar sempre em esforço e a ritmos variados (o Emídio sempre a controlar a subida do senior - eu - acompanhando e incentivando o esforço que, sabe-o quem já o fez, não é pequeno), Riba de Baixo, Riba de Cima, até à entrada do parque. Pausa para entrevistar o funcionário e obter informação para decidirmos por onde prosseguir. A decisão foi subir mais um pouco até ao Forte das Ribas e ao parque eólico. Bela decisão! A primeira foto desta crónica dá uma ideia da largueza da paisagem que apreciámos, da beleza da vista que um sol brilhante e caloroso tornava luminosa e fascinante. MontiCadilha só dizia: temos de cá vir com os outros Montis, uma beleza destas não se pode deixar de ver! Aí funcionou a máquina fotográfica do artista que escreve a crónica, permitindo registar o evidente prazer daquele momento de fruição duma paisagem bem nossa! Até se avistava o trilho que semanas atrás desceramos com outros companheiros, entre os quais um Almirante, lembram-se? Dali arrancámos percorrendo as vizinhanças do monte onde está a Estação Eléctrica de Fanhões e entrámos na descida vertiginosa (e a tremideira nas lages de calcário à saída do trilho?!) que vai dar à histórica vila (não estou seguro disto mas... fica bem, não acham?). Daí em diante foi só pedalar com bravura para cumprirmos o horário previsto e assim passámos Stº Antão do Tojal, Granja, Alpriate, Vialonga e Verdelha de Baixo, chegando à Torre do Meio cerca do meio-dia e meia hora. Andámos 40,7 km a uma média de 14,9 e eu atingi a máxima de 51,8 km/h. E, atenção, estou de acordo (estamos os três!) com o MontiCadilha, temos de voltar lá todos, tantos quantos for possível, vale a pena!

Abraikes do MontiVictor.