O Néctar A D, Laurinda


Um Sabadal com presença de 5 MontiBikers, Victor, Cadilha,
Armando, um Secreto e o nosso mais recente reforço MontiPaulo.
Diga-se desde já a pontualidade de MontiPaulo, o único a
chegar à sede em cima das 8:30 e veio a pedalar desde Arruda, os restantes
chegaram breves minutos depois.
Impunha-se um passeio não muito puxado ao jeito do Secreto.
Foi decidido então um percurso suave, nada de exageros, e em simultâneo a
preocupação de escolher um trilho que fosse novidade para o MontiPaulo.
Assim as bikes rumaram como primeiro trilho, as salinas e
depois trilhamos exactamente o mesmo percurso feito no Sabadal passado pelos
Montis Victor e Cadilha.
Depois das salinas, que mesmo com as recentes chuvadas se
apresentavam bem cicláveis, entramos na Póvoa de Santa Iria. Passada a rotunda
dos caniços direccionamos as bikes para o Forte da Casa e então aí entramos no trilho
já por nós baptizado pela rota do Alvercabike, em direcção à Mata do Paraíso.
Em Vialonga, perto do bairro da Icessa, o nosso sénior
MontiVictor, despediu-se do grupo. Altas funções de representatividade do Grupo
Ares Novos obrigavam o nosso ilustre companheiro regressar a Alverca.
Os MontisRestantes prosseguiram o pedalanço para a Mata do
Paraíso. Aqui depois de consultado o relógio e o estado físico do companheiro
Secreto, foi decidido seguir os estradões até ao Zambujal e pedalar com vigor
até ao Tojal para fazermos uma visita à D. Laurinda e degustar a sua bela
ginginha.
Quando bebiamos a dita cuja entrou um camarada do pedal a
quem ofereci uma ginginha. O men recusou,
resposta rápida e firme, isso não nem pensar. Bebeu um café e saíu. Logo de
seguida foi a nossa vez de sair e surpresa, demos com o camarada a fumar uma
grande cigarrada.
Mais uma consulta ao companheiro Secreto e decisão tomada,
seguir pelo trilho do vale até Unhos.
Já no regresso pelo vale e quando seguía uns quantos metros
à frente do grupo, fui abalroado por cinco cães de um rebanho de ovelhas. Durante
uns intermináveis e longos segundos
aquelas alminhas danadas não me largaram os tornozelos. Com aquelas dentuças
afiadas e constantemente a ladrarem, este vosso cronista não parava de pedalar
e de zinguezaguear com a sua ScottBike na esperança que os bichos malvados
parassem a perseguição.
Quando finalmente desistiram de ferrar os meus belos e
trabalhadores tornozelos, olhei para trás e vi os grandes sacanas a passarem
pelos MontisRestantes numa calmaria impressionante. Conclusão, ou os tornozelos
dos meus companheiros não eram convidativos, ou cansei-os em demasia.
Bom, depois disto foi regressar a casa na santa paz do
sossego, sempre em trilho plano.
Na rotunda do alambique da cerveja, na Verdelha, as despedidas
dos Montis Paulo e Armando. Seguiriam via Bom Sucesso e eu na companhia do
companheiro Secreto rumo a Alverca.
Foi mais um Sabadal MontiBiker com aproximadamente 40km
percorridos e chegada a Alverca às 12:25h.
No próximo domingo estaremos representados no 3º passeio da
Rota da Água-Pé dos nossos amigos do Alvercabike
Até lá Abraikes
e boas pedaladas