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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Manhã de Domingo 15 de Abril - Não foi mau...




























Olá MontisTodos e outros bikers!
O S.Pedro dá-nos a volta com as suas risonhas partidas e permite ao mesmo tempo, pelo menos neste nosso cantinho peninsular, que a esperança não nos abandone, seja perante a mais persistente seca, seja perante céus azuis desestabilizados por ameaçadoras nuvens cinzentas, que só se pode imaginar que carregam chuva em abundância. Assim ficou preparada a conversa para vos informar que, após uma mensagem matinal do Zé Cadilha dizendo que recolhia os pedais face à manifesta instabilidade climática, compareceram dois bikers junto à nossa fugitiva sede provisória. Quem? O cronista, que nem tinha consciência da mensagem (é muito distraído e não ouve os toques...) e estava determinado a concretizar a voltita mesmo a solo, e o Pedro Guise, conhecedor da mensagem mas confiante em que a uma mensagem/desistência corresponde só uma ausência. E esteve certo! O encontro no ponto de reunião fez-se em local abrigado, como a chuvinha que caía aconselhava, e a conclusão foi que ambos estavam preparados para andar e então... toca a andar!
Arrancámos decididos para a Quinta do Cochão e recebendo as últimas gotas da chuvada que se extinguira. As fracas e curtas chuvas nem sequer provocam grandes lamaçais, o terreno apresentava-se mais firme do que nos informara o amigo Zé dos Pombos, e foi sempre a andar. Adarse, EN10, Alhandra, Passeio Ribeirinho, Vila Franca, bem encarreiradas e quase sem gente, apesar de já passadas as 9 horas, sucederam-se com uma pedalagem descontraída e em ritmo de aquecimento. A luz da manhã era agradável, o sol mostrava que existia e brincava às escondidas com as nuvens, decorando-as de vez em quando com luzentes e fugazes arcos de cores e transportando-nos a fantasias ingénuas e esquecidas. Entrados na estrada seguinte ao Jardim Palha Blanco deparámos dali a pouco com a hesitação no caminho a seguir, logo resolvida avançando no estradão do campo que depois continua paralelo à linha do caminho de ferro e que, com soluções diversificadas - estradão, taludes subidos com bicicleta às costas, pontes do combóio, portões que se deixam atravessar mesmo fechados, trilhos paralelos aos carris, alcatrão - nos fez passar a Castanheira, o Espadanal e chegar, sem chuva nem problemas, à estação da Azambuja. Só a nortada insistiu em contrariar a nossa descontracção, obrigando-nos a maior esforço. Mas a dianteira partilhada e a conversa nunca terminada ( Minho, Monção, Melgaço, a Páscoa, o vinho verde...) adoçaram a carreira em que nos tínhamos metido. De caminho pudemos observar uma grande concentração de patos, dentro e junto daquelas lagunas de rega já próximo da Azambuja; aproximávamo-nos e eles levantavam voo em grupos, e iam sobrevoar a campina, incertos quanto à resolução pacífica da nossa passagem. Além deles avistámos um dos milhafres, duas cegonhas e um grou cinzento, residentes majestosos de um território que alimenta garças e outros pássaros que MontiEmídio, olha quem, afirma saber distinguir. Passámos a estação azambujal e dirigimo-nos à ponte onde em seguida se poderia continuar a caminho de Valada, etc.. Sendo já dez e meia da manhã, concluimos com sensatez que era hora boa para encetarmos o caminho de regresso. Ali bebemos do precioso líquido que transportávamos, comemos umas coisas boas, doces, e apreciámos o geométrico trabalho de gradagem que alguém num tractor fazia, diligente, a meio da manhã de domingo. Feita a fotografia da praxe e mais algumas a apanhar o campo, montámos nas bikes para a caminhada de volta a casa. Mesmo trajecto, sem vento contra, estamos bem, estamos, sempre a dar-lhe, e lembra-se o MontiVictor de desviar o rumo para não ser sempre o mesmo caminho e a mesma paisagem! Ó Pedro, nós não costumamos usar este caminho aqui, mas deve ir dar na mesma ao rio e permitir apanharmos depois outra vez o estradão, lá mais à frente, sempre por baixo do IC não sei quantos que vai dar a Benavente. Erro, tivemos de voltar para trás. A volta à esquerda no estradão era mais além! Mas fizemo-la e aproveitámos do prazer de apanhar e ultrapassar um grupo de bikers mais pachorrentos que iam ficar-se pela sua Castanheira. Com umas dezenas de kms nas pernas já sentiam os dois bikers que a musculatura se aproximava do cansaço. Certo, certo, era que estávamos dentro do horário e vai de mantermos o ritmo e a coisa aguentou-se bem. Chegámos a Alverca em cima do meio-dia e meia, com 60,7 km percorridos à velocidade média de 18,1 km/h e uma máxima registada de 34,7 km/h.
Foi bom, amigos e valeu a pena termo-nos guiado pela esperança: molha, não houve, nem chuva; mas sujámo-nos e às bikes o q.b. que levou o nosso Pedro a decidir retornar a casa pelo meio de Alverca, de maneira a que publicamente se vissem as marcas do nosso radicalismo (?!).
Foi bom!!!
Abraikes do Victor.





domingo, 1 de abril de 2012

31 de Março de 2012 passeio à subestação EDP Fanhões

     Este "sabadal" ficou registado com a participação de dois novos companheiros, o Luís Rodrigues e o Pedro Guise. Dois jovens com o "sangue na guelra", não se negam a uma subida e destemidos nas descidas.
    O dia começou como habitualmente pelas 8:30 na sede eternamente provisória, registe-se a pontualidade dos participantes. Feitas as apresentações lançamo-nos para os trilhos com um tempo que se apresentava convidativo.
    O trajecto seleccionado foi a nossa conhecidíssima Mata do Paraíso e depois logo se veria. Apontamos para as salinas, seguimos pelo trilho das quintas de Vialonga e uma primeira paragem no novo jardim de Vialonga. De seguida rumamos à Mata do Paraíso e continuamos a subir até ao marco geodésico do Zambujal para uma paragem de recuperação de energias.
     Seguiu-se a já famosa descida até ao Zambujal onde os nossos jovens mostraram um enorme à vontade na enorme descida, rapidamente deixamos de os ter no horizonte. 
     No final da descida levantou-se a questão, e agora? Propus a subida dos "pneus" até à subestação da EDP de Fanhões e logo foi aceite. Depois foi descer até S.Julião do Tojal e não sei como as bikes levaram-nos até à ginginha. A dita cuja foi acompanhada por um belo pastelinho de bacalhau.
     Depois de uma foto de grupo continuamos o nosso percurso pelo vale do Trancão apanhando o trilho dos caminhos de Fátima rumo a Alverca.
     Chegamos por volta das 12:45 depois de 48km com um ritmo excelente de passeio tirando o máximo gozo dos bons trilhos  e do tempo excelente que esteve.
     O próximo fim de semana sendo a Páscoa é considerado de descanso, antecedendo a nossa programada viagem à Ciclovia de Santa Comba Dão. 
Aqui fica o registo fotográfico e de um pequeno filme





     
      

domingo, 25 de março de 2012

Com os Bttretas e amigos nos trilhos do Alviela 24 de Março de 2012

      Mais uma grande organização Bttreta, desta vez foi pelos trilhos do Alviela.
Nesta aventura só dois Montis participaram, MontiNando e MontiCadilha, a participação de  MontiEmidio teve que ser anulada devido a um mau jeito na coluna mas já se encontra em rápidas melhoras. Jorgebiker dos Nautibikers que também esteve para participar não lhe foi possível acompanhar-nos ficando para uma próxima oportunidade.
      Este vosso companheiro saiu da garagem do nº4 às 7:10 e já na rotunda do Jumbo serviu de cicerone ao autocarro que acabava de chegar. Maior pontualidade não podia ter. Nando mais um outro companheiro, Paulo Oliveira também tinham acabado de chegar.
      Depois das saudações e bikes metidas no autocarro partimos rumo a Santarém, estação da CP, ponto de partida da nossa aventura. Participantes, Bttretas, Btt de Lourel, Porquinhos da Ilda, Bicicletando,  Rota da Bola de Berlim, MontiBikers e mais alguns companheiros num total de aproximadamente 35 Bettistas.
     Chegada a Santarém, depois de bikes operacionais rumamos cervejaria Lisbela mesmo em frente à estação, para o café matinal. Foto de grupo junto aos caminhos de ferro e partida por volta das 9:10h.
Clica na foto
 Os primeiros kms seriam por estrada de alcatrão com os bravos do pelotão sempre em fila indiana, seguindo as instruções da organização. Já nos trilhos viriam as subidas com alguma dificuldade mas sempre apetecíveis.
     Ninguém ficava para trás, o reagrupamento era feito e só depois os “bravos” lançavam-se para as descidas.
Belas paisagens foram desfrutadas acompanhadas por fotos e filmes da praxe. 
      A chegada aos Olhos de Água seria por volta das 11:40h com o grupo a fazer uma boa média nos trinta e poucos kms percorridos e atendendo às paragens efectuadas. Foi dada uma hora para o almoço, seguindo-se um ataque implacável à botelha de cevada e bifanas. Houve quem levasse sandes e ainda quem se lançasse no prato do dia. MontiNando não perdoou, sendo o único na carne de porco à Alentejana acabando por ser servido primeiro que os que optaram pelas bifanas.
     Depois de momentos de descanso com visitas pelo belo espaço de lazer e as respectivas fotos de grupo foi dada a partida de regresso, fazendo o grupo uma passagem pela nascente do Alviela.
     E para o recomeço nada melhor que um “empenozinho”, muito bom, e já no alto veio uma bela paisagem seguindo-se uma descida como um bttista aprecia.
    Neste regresso fariamos algumas passagens pelo Alviela, num dos trilhos ladeamos  durante alguns minutos o rio desfrutando da bela paisagem. Seria num destes troços que a chuva nos faria uma visita. Nada de especial mas que mesmo assim o impremeável acabou por ser utilizado.
     Neste regresso verificaram-se alguns furos, corrente partida, pequenas quedas mas nada sem gravidade, a entreajuda foi notável.
    A foz do Alviela foi alcançado. O acontecimento ficou registado com a respectiva foto de grupo em pleno leito do rio. Até ao final da etapa faltavam sómente apenas alguns kms de trilho e um deslizar pelo alcatrão pela ribeira de Santarém. Aqui houve um alongar do pelotão, até parecia que estavam a começar o passeio, com vários sprinters a lançarem-se em fuga.
     Chegada por volta das 17:30 com 75kms percorridos com muita alegria e satisfação na companhia de tão belo grupo. Ainda antes de se guardar as bikes fez-se uma incursão na cervejaria Lisbela para um último repasto de sandes sumos de cavada e outras iguarias.
Clica na foto


     Depois de guardadas as “meninas” no autocarro regressamos a Alverca onde chegamos por volta das 18:30. O resto da comitiva seguiu viagem até Sintra, depois das despedidas.
      Foi mais uma jornada com o selo Bttretas, onde a qualidade dos passeios está garantida à partida e a boa companhia de 6 estrelas é amplamente comprovada por todos os participantes.
Em nome dos MontiBikers fica aqui registado o nosso agradecimento especial aos Bttretas, muito e muito obrigado pelos belos momentos que nos proporcionam, e uma saudação calorosa aos restantes participantes.
     Um grande abraço e até uma próxima aventura.