Número total de visualizações de página

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Ída ao Moinho do Céu em Sobral de Monte Agraço 11 Janeiro 2015

O Track


Neste Domonical, os MontiBikers tiveram a companhia de Três Amigos do Pedal para a visita ao Moinho do Céu em Sobral de Monte Agraço. Sendo que um não era um mas uma, a Sandra, nas descidas é sempre a abrir e às vezes... “Beija Flôr” Já lá chegaremos.
A partida seria um pouco mais tarde que o habitual, 8:50,  MontiLuís desta vez custou-lhe abandonar os cobertores.
Para o aquecimento a subida do Casal das Areias e passagem pelo Forte do Carpim.
Objectivo seguinte, Quinta do Boição, os nossos amigos ainda não conhecem as cascatas do Boição e fazemos questão de dar-lhes a conhecer um dos sitios mais visitados por Bttistas da região.
Segue-se mais uma subida de respeito, pela frente. Após um momento de descanso e das respectivas fotos, temos a Serra de Alrota e a visita ao Forte. Um trilho com uma declive considerável e que por vezes sentimos a necessidade de meter a “velhinha”.
Atingido o Forte e admirado as paisagens tiramos a foto de grupo e demos lugar ao respectivo abastecimento. À nossa espera estava uma descida espectacular em single track, bem longo e bem estreito até atingirmos a estrada de alcatrão.
Depois foi pedalar até ao cruzamento perto do Forte da Carvalha, que desta vez não teria a nossa visita. Descemos por um trilho até encontrarmos novamente o alcatrão, continuamos a descer até ao cruzamento da subida para o Moinho do Céu.
E que subida! Ou melhor e que “parede”!
Lá bem no alto e depois de uma pequena paragem para recuperar o folêgo, entramos no trilho que nos levaria até ao Moinho do Céu. Estamos a cerca de 330mt de altitude, segundo indicação dos GPS, e perante uma vista magnífica.
O grande objectivo da manhã estava atingido. Fotografia do grupo e regresso. Depois de entrarmos na estrada de alcatrão subimos até atingirmos novamente o cruzamento do Forte da Carvalha. Continuamos pelo alcatrão até às imediações do Forte do Cego para entrarmos na pedreira e fazermos a descida até ao Trancoso.
Num single track, já depois de termos saído da pedreira, a nossa companheira Sandra entusiasmada com a descida não consegui contornar um muro. O guiador bateu e a Sandra só parou em cima das giestas. Teve azar por cair mas, Felicidade por cair numa “cama” doce e fofinha de giestas que lhe ampararam a queda.
Depois foi só descer até Trancoso e estrada de Alverca/Arruda para em bom ritmo deslizarmos até Alverca City.
Mais um dominical com a presença dos Montis Luís, Nuno, Rui e Cadilha e com a presença simpática dos Amigos Sandra, Rui e Hugo, com os quais esperamos partilhar mais vezes bons momentos de BTT.
Eram 12:50 quando cheguei à garagem do nº4 para mais uma sessão de alongamentos depois de percorridos 53km de bom pedalanço.

Até ao próximo Dominical

 Abraikes   
As Fotos

Filme MontiCadilha

Filme MontiNuno



segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Dominical de 04.Jan.2015 A Rota dos Moinhos na Serra de Montejunto

O Track

Se o final de 2014 foi brilhante que dizer deste começo de 2015, Soberbo. Um início de ano MontiBiker num dominical de grande convívio com um pelotão de oito Montis. Para ser perfeito perfeito só faltou a presença dos nossos três MontisAusentes, Victor, Emídio e Félix.
Uma manhã por trilhos nunca antes desbravados, fomos fazer A Rota dos Moinhos na Serra de Montejunto.
Munidos dos nossos GPS`s e com a preciosa ajuda de um companheiro do pedal, Paulo Ribeiro, o track é da sua autoria, “atacamos” os trilhos desfrutando também das belas paisagens.
A manhã começou pelas 7:30 com concentração na garagem do nº 4 em Alverca.
Dois Montis não estavam nesta concentração, MontiArmando já estava a pedalar no alcatrão a caminho de Abrigada, seria aí o ponto de partida do pedalanço, e MontiPaulo saíria do Sobral directamente para lá.
Distribuídos em dois carros os Montis, Nando, Luís, Nuno, Tiago, Rui e Cadilha deram início a este dominical às 7:40 numa manhã fria mas prometedora.
Perto da Ota apanhariamos MontiArmando a pedalar com vigor e mesmo com o frio do caraças que estava o malandro recusou a  boleia para Abrigada preferindo o pedalanço.
Chegamos ao ponto de encontro, Pastelaria Cruzinha, na Abrigada onde MontiPaulo já se encontrava. Pouco passava das oito. MontiArmando chegaria uns vinte minutos depois.
Após um pastelinho e do respectivo café partimos para a nossa grande aventura, eram 8:40.
Uma manhã de sol mas com bastante frio, os campos estavam cobertos com um manto branco de geada. Os dedos das nossas mãos rápidamente ficaram gelados, e eu com  alguma dificuldade para ligar e desligar a máquina de filmar. Mas o ambiente no seio MontiBiker estava animado e com muita pujança para enfrentar os trilhos desconhecidos.
E que trilhos fantásticos, muitas subidas e descidas não faltando os estradões para a recuperação das energias. Belas paisagens e até tivemos o previlégio de visitar o interior de alguns dos moinhos, graças à simpatia dos seus proprietários.
Foram 46km de grande animação MontiBiker, em algumas das subidas tivemos que ser nós a empurrar as “meninas” tal era a inclinação e sobretudo o tipo de terreno.
O ponto alto foi a chegada ao cimo da Serra perto das antenas, onde após um merecido descanso tivemos a nossa sessão de fotos e filmagem.
Voltamos aos trilhos depois da breve descida no alcatrão, e logo com uma “subidita” com pedra, mas fácilmente ultrapassada pelos bravos do pelotão.
Mas as descidas também apareciam e por vezes a requererem o máximo de prudência. Em alguns pontos a folhagem escondia pedras e raízes o que tornava o pedalanço um pouco perigoso.
Seria num desses pontos que mesmo ao terminar do trilho, MontiTiago teve um “Beija Flôr”, nome por que é conhecido os nossos tralhos. Felizmente sem consequências, a não ser o pequeno susto do trambolhão. A raíz atravessou-se ao caminho da bike do nosso companheiro, mas não se queixou, e lá continuou impávida e serena.
Mais uns minutos de pedalanço e chegamos ao final da nossa aventura por terras de Montejunto. Eram 13:50 quando chegamos junto dos nossos carros, felizes e contentes pela bela manhã MontiBiker.
Até ao próximo Dominical e venham de lá as reportagens de fotos e filme


Abraikes   

As Fotos

O Filme

Filme MontiNando


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Dominical de 28 Dezembro 2014, o outro, o do Parque das Nações

Crónica de MontiNando

Último passeio de 2014
Versão 2 (Soft)
28-12-2014

Hoje foi dia de bom Quórum no seio dos Montibikers, pois foi possível haver dois grupos para diferentes passeios.
Os presentes estavam todos à hora marcada, houve propostas de trilhos, ficando escolhido o do MontiCadilha e iniciando o passeio passados 10 minutos.
Um dos intervenientes (MontiEmídio), não estando nas melhores condições ainda para altos montes, avisou que iria fazer um passeio mais soft. Eu (MontiNando), ponderando seriamente sobre a minha condição física, não estar nas melhores condições para o andamento dos novos Benjamins, sugeri juntar-me ao MontiEmídio e fazer-lhe companhia no passeio.
Todos concordaram e lá se dividiu o grupo em dois, uns foram para os Montes e os outros para o Asfalto. Os que foram para os Montes terão a sua crónica feita por o MontiCadilha, os que foram para o Asfalto, eu próprio (MontiNando) vou aqui relatar.
Após a divisam do grupo na rotunda grande da Póvoa, seguimos via estrada Nacional 10, fazendo o desvio no cruzamento de Santa Íria, para a IC2. Claro que não fomos pela IC2, mas sim na estrada paralela a ela. Sempre com boa disposição, demonstrada no filme, chegámos ao local perto do Rio Trancão (por baixo dos Viadutos), onde fomos espreitar o mais perto possível da berma do Rio. Essa tarefa não foi conseguida devido ao terreno não estar nas melhores condições para isso.
Partimos novamente, passando por cima da linha férrea, através da sua ponte pedonal, rumo à Expo. Já estava planeado o sítio onde íamos tomar um belo pequeno-almoço, seria no café apelidado pelos nossos amigos Nautibikers de “MAMALHUDA”, seria também o ponto de retorno do nosso passeio. Entretanto pelo caminho, falámos sobre alguma saudade de ter nos nossos passeios, o nosso amigo Centeno dos Nautibikers.
Passámos no passadiço junto ao rio Tejo, na Expo e parando para umas fotos num dos pontões, aí havia da minha parte a preocupação de substituir as pilhas do GPS, as quais deparei depois de ligar o aparelho, que estavam sem carga (nunca mais aprendo), também foi aí que ao tirar uma foto ao MontiEmídio, tive de tirar uma das luvas (pois o ecrã do telemóvel dele não reage sem ser com pele humana) e sem querer caiu ao rio, ficando eu a ver ela a boiar e a ser levada pela corrente.
Voltámos novamente ao caminho, atravessando a Expo e chegando à Marina, vimos que tínhamos de contornar os prédios para chegar ao café. Antes dele ainda fizemos uma incursão à torre demonstrativa de que tinha existido ali nesse espaço a fábrica de gás de Lisboa (espero não estar a enganar ninguém com esta informação, se estiver peço que seja emendada), tirámos mais umas fotos e logo a seguir chegámos ao café da “MAMALHUDA”. Ainda bem que lá fomos, por dois motivos: 1º pelo facto de não podermos ir lá no 1º dia do ano e 2º pela surpresa que iriamos ter depois de lá estar.
Pedimos então cada um, o belo do galão mais um bolinho, para termos força no regresso. Depois de termos degustado o belo pequeno-almoço e eu ter-me afastado para ir ao sanitário, eis que surge ao pé do MontiEmídio a nossa surpresa, nada mais, nada menos, que o nosso amigo Centeno dos Nautibikers, de que nós já tínhamos falado durante o passeio.
Estivemos ainda algum tempo a conversar, a tirar fotos e a degustar um bom café, surgiu na conversa uma ideia de fazermos dois passeios com a companhia dos Nautibikers, um até Santarém e volta, com um belo almoço pelo meio e outro por terras de Chaves junto á fronteira.
Penso que podíamos ponderar sobre este assunto, a partir já do próximo ano.
Foi com alguma pena que tivemos que nos despedir, pois tanto ele, como nós, ainda tínhamos de fazer o regresso. Entretanto pelo caminho foi aparecendo aquela chuva miudinha e quando estávamos junto da fábrica do Açúcar, o MontiEmídio lembrou-se de telefonar ao MontiFélix, para ver se ele estava disponível para bebermos alguma coisa no café, perto da casa dele. Respondeu que estava nesse preciso momento a chegar a casa, e perguntou onde nos encontrávamos. Respondemos que estaríamos ao pé dele, dentro de 10 minutos, e assim foi, quando chegámos encostámos logo ao balcão para beber um digestivo, e brindarmos à nossa saúde e a uma boa passagem de ano.
Após um pouco convívio, tivemos de nos despedir, pois já estava na hora de almoçar.
Assim foi mais um passeio efectuado por nós, sempre com alegria e boa disposição, sendo isto sempre um dos lemas do nosso grupo.
Abraikes e até ao próximo passeio.                                                                                                      


 O Filme de MontiNando

as Fotos