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domingo, 9 de novembro de 2014

Montis no Cabeço de Montachique

O Track

Um quarteto de Montis compareceram no ponto de encontro, Rui, Luís, Nuno e Cadilha, os outros ficaram no Vale dos Cobertores.
A saída, após a tolerância institucionalizada de 5min, foi às 8:35h sendo o destino votado Cabeço de Montachique. Com as chuvadas do dia e da noite anteriores não era de todo aconselhável o pedalanço pelos trilhos.
Desta vez “atacamos” o Cabeço da Rosa pelo lado de Arcena. Uma “subidita” que seria um belo aquecimento. Passagem por Bucelas e subida ao Freixial.
A subida para o Parque de Montachique foi feita com uma certa suavidade, MontiRui estava a ser fortemente atacado pela “dor de burro”.
Após uma breve paragem à entrada do parque a “dita cuja” decidiu ir-se embora e os MontiBikers poderam continuar o seu pedalanço.
MontiLuís entrou pelo trilho da mata. A estrada foi abandonada e os restantes Montis foram no encalce do nosso trepador-mor. Claro que não o conseguimos apanhar ainda dentro da mata. Ele quando decide trepar, trepa mesmo.
Chegamos à estrada e lá estava ele recuperando as forças.
Continuamos a nossa aventura passando pelas ruínas do sanatório e avistamos a subida que nos levaria até ao marco do Cabeço de Montachique, nos 409 metros de altitude.

Bela vista desfrutada pelos Montis. Uma foto de grupo

 e abastecimento para enfrentarmos o regresso. Depois da descida do Cabeço entramos no trilho até ao Forte de Montachique, mais uma das fortificações das Linhas de Torres.
MontiRui deu um tralho, não foi bem um Beija-Flôr foi mais um desiquilibrio, e nem foi registado pela GoPro. Ainda tentamos que ele repetisse o tralho para o registarmos mas não tivemos sucesso.
Logo de seguida começou a chover, para não mais parar até Vialonga. Grande molha!!!
O trilho como seria de esperar apresentava muita água e alguma lama mas felizmente bem ciclável. Descemos até Frielas e prosseguimos para o Tojal. Foi uma descida em bom ritmo mas a chuva deu-nos com força.
Finalmente em Vialonga parou dando lugar a um Sol bem Primaveril.
Na rotunda do Intermarché separamo-nos dos Montis Nuno e Rui, iriam para o Forte da Casa e nós continuamos para Alverca pela estrada da central de cervejas.
Na rotunda do Alambique MontiLuís seguiu para o Sobralinho e eu rumei pela estrada da Verdelha para mais uma sessão de alongamentos na garagem do nº4 onde cheguei às 11:20h depois de 39km, bem molhadinhos mas Muito Feliz.
MontiBikers e amigos
Abraikes e uma boa semana 
O Filme




domingo, 2 de novembro de 2014

Fomos às Trouxas à Malveira

O Track



Caros MontiBikers e amigos,
Na ausência de filmagens, não tinha as baterias da GoPro carregadas, a crónica será uma pouco mais longa.
O improvável aconteceu. Fomos comer uma trouxa à Malveira, quem diria!
Quando saímos de Alverca eu e o MontiNuno não tinhamos traçado um trajecto completo para o nosso Dominical. O primeiro objectivo era alcançar a Subestação EDP de Fanhões com passagem pela Mata do Paraíso e o nosso já bem conhecido “Trilho da subida dos Pneus”, depois logo se veria.
Eram 8:35h quando nos lançamos pela estrada Nacional com passagem pela Central de cervejas de Vialonga até à Mata do Paraíso. Passamos no Zambujal, trilho dos Pneus e atingimos a Subestação.
Surgia então a altura de tomarmos uma decisão quanto ao rumo a seguir. A opção foi continuar a subir pelos montes em frente e descermos depois para a estrada de alcatrão que desce para Fanhões. Trilhos estes uma novidade para o MontiNuno. Subidas por estradão e a descida com muita pedra solta tornando-se muito técnica e feita com a precaução necessária, não deixando de ser divertida.
Chegados à estrada resolvemos não descer para Fanhões, subimos mais uns metros, coisa pouca, para fazermos uma nova descida por um trilho. Mais um com muita pedra e agora com a agravante de muitas valas, algumas com profundidade considerável. Este trilho já bem conhecido de alguns MontiBikers vai dar ao Freixial. MontiVictor aqui você deu um tralho monumental com um enrolanço espactacular, lembra-se?
Tivemos que desmontar duas ou três vezes, as chuvadas danificaram muito o trilho.
Chegamos ao Freixial por volta das 10:30h e surgiu novamente a pergunta, e agora?
Mas a dúvida desfez-se rápidamente, MontiNuno propôs ir comer uma trouxa à Malveira e eu aceitei o repto.
Seguimos por um trilho que ele já bem conhecia. Uma novidade para mim e muito agradável. Talvez um pouco mais de 1 quilómetro percorri com umas subiditas e estavamos a rolar na estrada Nacional a caminho da Malveira.
Uma trouxa e um cafézinho para cada um numa simpática esplanada para um merecido repouso.
O regresso delineado foi por alcatrão até Bucelas e aí logo decidiriamos se Cabeço da Rosa ou Tojal.
No Freixial abandonámos a estrada Nacional e seguimos pelo trilho do Parque Aventura até à Bemposta seguindo depois para Bucelas.
Ainda não tinhamos chegado a Bucelas e já a decisão estavatomada, vamos pelo Tojal.
No Tojal novamente os trilhos foram a opção, agora na companhia de um grupo que entretanto alcançamos, seguimos juntos até à Granja.
Alpriate e quintas de Vialonga foram de seguida. Quando pensava que seria a primeira vez que iria levar o MontiNuno ao Forte da Casa ele sugere irmos pelo Parque Linear. Nem é tarde nem é cedo, bora lá!
Chegamos a Alverca, rotunda do Jumbo, eram 13:05h e 71km percorridos, que grande jornada.
MontiBikers, numa próxima oportunidade faremos esta volta com um grupo maior, está prometido.
Tenham uma boa semana

Abraikes
Fotos de MontiNuno



domingo, 26 de outubro de 2014

Sabadal de 25 de Outubro ida à Serra de Montejunto por estrada

 O Track

Um sabadal completamente diferente e porquê? Porque foi todo ele percorrido em alcatrão.
Foram 97km pedalados com 1250 metros de subida acumulada. Saímos de Alverca às 8:08 e chegamos às 13:20. Os primeiros 33km foram feitos sem nenhuma paragem, a qual viria a acontecer em Abrigada para o café e um pastelinho de nata, e que saboroso ele estava.
Lançamo-nos então para a subida do Montejunto, são alguns quilómetros com uma certa dificuldade em que por vezes a inclinação é considerável.
Mas chegamos ao topo e o espectáculo de vista pede momentos de reflexão, descanso e admiração das coisas bonitas que temos neste nosso “cantinho”.
Estava na hora de regressar,  a descida seria um grande momento porque para além do esforço ser muito menor teriamos oportunidade de ver a paissagem de um ângulo mais espectacular.
O GPS dava-nos como trajecto de regresso um outro sentido, ou seja contornariamos a serra pelo lado oposto. Continuamos a descer e com este ritmo rápidamente chegariamos a Alverca. Pois, se fosse sempre a descer sem dúvida que chegaríamos mas não era e o cansaço foi-se acumulando nas pernas.
No relógio da torre da igreja do Carregado marcava 12:30h, Alverca era já ali ao virar da esquina; não era não!
O ritmo tinha baixado, as forças nas pernas estavam a fugir sei lá para onde. Mas chegamos, felizmente bem e com a mesma disposição com que tinhamos saído.
MontiLuís foi um guia perfeito, um bom companheiro e um atleta 5 estrelas com a sua CanyonBike. Obrigado Luís pela excelente companhia.
MontiBikers esperemos que para o próximo Sabadal haja mais disponibilidade da vossa parte. Para a próxima iremos “atacar” os montes caso o tempo assim o permita.
Abraikes e aqui fica o registo da GoPro.
O Filme




pequeno Filme do MontiLuis