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domingo, 30 de novembro de 2014

MontiTiago subiu ao topo do Cabeço de Montachique

O Track

Os MontiBikers este domingo dividiram-se em dois grupos, dois Montis foram fazer uma rota até ao Cabo da Roca e três Montis ao Cabeço de Montachique.
Das aventuras de MontiNuno e MontiRui ficamos a aguardar desenvolvimentos, quanto aos Montis que subiram ao Cabeço, MontiLuis, MontiTiago e MontiCadilha aqui fica a crónica.
Saída do ponto de encontro às 8:40h tendo como primeiro objectivo o Forte do Arpim, depois logo se decidiria. Um começo sempre difícil quando a opção é a subida do Casal das Areias. Subida vencida só restava a subida em alcatrão até ao Cabeço da Rosa e de seguida o Forte do Arpim.
Não demorou muito tempo a decisão quanto ao trajecto a seguir, MontiTiago nunca esteve no topo do Cabeço de Montachique e a decisão estava tomada, VAMOS LÁ!
Subimos até à estrada do Mato da Cruz e depois foi descer até alcançarmos o trilho para a Quinta do Boição. Bela descida até à Quinta um espectáculo. E quando chegamos à cascata ainda foi melhor. A água corria com a máxima força e o sol a bater na água oferecia-nos imagens fantásticas.
Depois de umas fotos foi seguir o pedalanço até Bucelas, Freixial e a grande subida até ao Parque do Cabeço de Montachique. O sol era o nosso grande companheiro.
Só faltava mesmo alcançarmos o topo do miradouro do Cabeço de  Montachique, mais umas fortes pedaladas para vencermos a inclinação da “subidita” e ... chegamos. Estavamos nos 409 metros de altitude devidamente assinalados no marco geodésico do Cabeço.
Mais umas fotos para a posteridade e descida para o regresso. Uma passagem pelo Forte do Cabeço de Montachique e depois foi descer até ao Tojal.
O regresso foi pelo vale passando por trilhos já nossos conhecidos com passagens pela Granja, Alpriate e Vialonga.
Na rotunda do Aki seriam as despedidas, Luis e Tiago foram pela estrada Nacional rumo ao Sobralinho e Alhandra e eu para a garagem do nº4 para os meus respectivos alongamentos.
Para a semana temos previsto, se o tempo assim o permitir, uma volta para os lados da Malveira com orientação de GPS.
MontiNuno será o nosso orientador/guia.
Até lá uma boa semana e
Abraikes  
As Fotos

O Filme



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Pela primeira vez os MontiBikers no Forte da Alqueidão

O Track


Neste Dominical tivemos companhia imprevista, um grupo de amigos de Loures.
Saímos do ponto de encontro à hora habitual, 8:35h, eram quatro Montis prontos a enfrentarem as subidas até ao Forte de Alqueidão.
MontiNando mesmo com uma ausência prolongada não se fez rogado e aderiu sem hesitação ao desafio da escalada.
Ao ataque meus heróis, Quinta do Cochão dava os indícios das primeiras lamas. Ordem para avançar com o nosso guia nomeado, MontiLuís, marcando o ritmo rumo ao alto da pedreira da Cimpor.
Passamos pelo Trancoso onde fomos amávelmente farejados e bem farejados, por dois caninos de focinho achatado, sim aqueles que parecem que levaram com um tacho no focinho, e supervicionados por um doberman, esse não se aproximou. Sorte a nossa.
Chegados ao alto da pedreira e com o Forte do Cego à nossa direita, tomamos a esquerda no sentido do Forte da Carvalha pela estrada de alcatrão.
Forte à vista e novamente à esquerda agora em direcção ao Forte de Alqueidão. Mais uns metros à frente entramos no trilho.
Seria neste trilho que nos cruzariamos com um grupo de amigos do pedal da zona de Loures. Juntos iríamos ao Alqueidão, mas primeiro teriamos de atravessar alguns “rios”. Este trilho tinha sido invadido pelas águas das chuvas dos últimos dias e aqui ficou, para nos lavar as bikes e as meias.
Mas chegamos ao Forte. Depois de uma subida em estradão de gravilha, não foi fácil. Lá no alto o espaço do Forte está bonito e a vista é espectacular.
Depois do descanso, do abastecimento e das fotos de grupo foi o regressar. Todo o regresso foi por estrada atendendo à hora já avançada e especialmente ao cansaço de algumas pernas.
Descida em grande ritmo até Bucelas onde nos despedimos dos amigos de Loures.
Ainda tinhamos a subida do Cabeço da Rosa, feita ao ritmo do MontiNando, a falta de treinos é notória, mas mais uns dominicais e estará no seu melhor.
Vamos lá ao filme, desta vez inclui algumas imagens da câmara do MontiNando.
Ah já me estava a passar, tivemos um tralho mas mais uma vez o  câmara man chegou atrasado, MontiLuís já estava deitado  a beijar a flôr.
MontiBikers e amigos

Abraikes e uma boa semana 
Fotos

O Filme



domingo, 9 de novembro de 2014

Montis no Cabeço de Montachique

O Track

Um quarteto de Montis compareceram no ponto de encontro, Rui, Luís, Nuno e Cadilha, os outros ficaram no Vale dos Cobertores.
A saída, após a tolerância institucionalizada de 5min, foi às 8:35h sendo o destino votado Cabeço de Montachique. Com as chuvadas do dia e da noite anteriores não era de todo aconselhável o pedalanço pelos trilhos.
Desta vez “atacamos” o Cabeço da Rosa pelo lado de Arcena. Uma “subidita” que seria um belo aquecimento. Passagem por Bucelas e subida ao Freixial.
A subida para o Parque de Montachique foi feita com uma certa suavidade, MontiRui estava a ser fortemente atacado pela “dor de burro”.
Após uma breve paragem à entrada do parque a “dita cuja” decidiu ir-se embora e os MontiBikers poderam continuar o seu pedalanço.
MontiLuís entrou pelo trilho da mata. A estrada foi abandonada e os restantes Montis foram no encalce do nosso trepador-mor. Claro que não o conseguimos apanhar ainda dentro da mata. Ele quando decide trepar, trepa mesmo.
Chegamos à estrada e lá estava ele recuperando as forças.
Continuamos a nossa aventura passando pelas ruínas do sanatório e avistamos a subida que nos levaria até ao marco do Cabeço de Montachique, nos 409 metros de altitude.

Bela vista desfrutada pelos Montis. Uma foto de grupo

 e abastecimento para enfrentarmos o regresso. Depois da descida do Cabeço entramos no trilho até ao Forte de Montachique, mais uma das fortificações das Linhas de Torres.
MontiRui deu um tralho, não foi bem um Beija-Flôr foi mais um desiquilibrio, e nem foi registado pela GoPro. Ainda tentamos que ele repetisse o tralho para o registarmos mas não tivemos sucesso.
Logo de seguida começou a chover, para não mais parar até Vialonga. Grande molha!!!
O trilho como seria de esperar apresentava muita água e alguma lama mas felizmente bem ciclável. Descemos até Frielas e prosseguimos para o Tojal. Foi uma descida em bom ritmo mas a chuva deu-nos com força.
Finalmente em Vialonga parou dando lugar a um Sol bem Primaveril.
Na rotunda do Intermarché separamo-nos dos Montis Nuno e Rui, iriam para o Forte da Casa e nós continuamos para Alverca pela estrada da central de cervejas.
Na rotunda do Alambique MontiLuís seguiu para o Sobralinho e eu rumei pela estrada da Verdelha para mais uma sessão de alongamentos na garagem do nº4 onde cheguei às 11:20h depois de 39km, bem molhadinhos mas Muito Feliz.
MontiBikers e amigos
Abraikes e uma boa semana 
O Filme




domingo, 2 de novembro de 2014

Fomos às Trouxas à Malveira

O Track



Caros MontiBikers e amigos,
Na ausência de filmagens, não tinha as baterias da GoPro carregadas, a crónica será uma pouco mais longa.
O improvável aconteceu. Fomos comer uma trouxa à Malveira, quem diria!
Quando saímos de Alverca eu e o MontiNuno não tinhamos traçado um trajecto completo para o nosso Dominical. O primeiro objectivo era alcançar a Subestação EDP de Fanhões com passagem pela Mata do Paraíso e o nosso já bem conhecido “Trilho da subida dos Pneus”, depois logo se veria.
Eram 8:35h quando nos lançamos pela estrada Nacional com passagem pela Central de cervejas de Vialonga até à Mata do Paraíso. Passamos no Zambujal, trilho dos Pneus e atingimos a Subestação.
Surgia então a altura de tomarmos uma decisão quanto ao rumo a seguir. A opção foi continuar a subir pelos montes em frente e descermos depois para a estrada de alcatrão que desce para Fanhões. Trilhos estes uma novidade para o MontiNuno. Subidas por estradão e a descida com muita pedra solta tornando-se muito técnica e feita com a precaução necessária, não deixando de ser divertida.
Chegados à estrada resolvemos não descer para Fanhões, subimos mais uns metros, coisa pouca, para fazermos uma nova descida por um trilho. Mais um com muita pedra e agora com a agravante de muitas valas, algumas com profundidade considerável. Este trilho já bem conhecido de alguns MontiBikers vai dar ao Freixial. MontiVictor aqui você deu um tralho monumental com um enrolanço espactacular, lembra-se?
Tivemos que desmontar duas ou três vezes, as chuvadas danificaram muito o trilho.
Chegamos ao Freixial por volta das 10:30h e surgiu novamente a pergunta, e agora?
Mas a dúvida desfez-se rápidamente, MontiNuno propôs ir comer uma trouxa à Malveira e eu aceitei o repto.
Seguimos por um trilho que ele já bem conhecia. Uma novidade para mim e muito agradável. Talvez um pouco mais de 1 quilómetro percorri com umas subiditas e estavamos a rolar na estrada Nacional a caminho da Malveira.
Uma trouxa e um cafézinho para cada um numa simpática esplanada para um merecido repouso.
O regresso delineado foi por alcatrão até Bucelas e aí logo decidiriamos se Cabeço da Rosa ou Tojal.
No Freixial abandonámos a estrada Nacional e seguimos pelo trilho do Parque Aventura até à Bemposta seguindo depois para Bucelas.
Ainda não tinhamos chegado a Bucelas e já a decisão estavatomada, vamos pelo Tojal.
No Tojal novamente os trilhos foram a opção, agora na companhia de um grupo que entretanto alcançamos, seguimos juntos até à Granja.
Alpriate e quintas de Vialonga foram de seguida. Quando pensava que seria a primeira vez que iria levar o MontiNuno ao Forte da Casa ele sugere irmos pelo Parque Linear. Nem é tarde nem é cedo, bora lá!
Chegamos a Alverca, rotunda do Jumbo, eram 13:05h e 71km percorridos, que grande jornada.
MontiBikers, numa próxima oportunidade faremos esta volta com um grupo maior, está prometido.
Tenham uma boa semana

Abraikes
Fotos de MontiNuno