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domingo, 24 de novembro de 2013

Sabadal de 23 Novembro 2013 ída ao Forte da Carvalha

O Track 

Neste Sabadal três Montis responderam à chamada e um deles, MontiPaulo, foi a grande surpresa. MontiPaulo já não aparecia para um Sabadal desde o passeio de Almurol, ou seja desde a primavera.
O objectivo neste Sabadal era a continuação do reconhecimento dos Fortes de Linhas de Torres, sendo o próximo a visitar o Forte da Carvalha.
Para encurtar caminho optamos por subir o Cabeço da Rosa, seguindo por À do Mourão e daí o trilho até ao Forte.
Tudo bem, a subida para o Cabeço da Rosa sempre pela estrada nunca é uma tarefa fácil mas vencemos a etapa.
Depois de chegarmos ao ponto de retorno do último Sabadal, entramos no trilho e foi uma maravilha. No começo tivemos um pequeno engano, uma viragem à esquerda, com uma descida bem acentuada e no final desta acabava o trilho.
Voltamos para trás e retomamos o caminho certo e agora sim estavamos no trilho correcto. Mais uma descida valente até encontrarmos a estrada nacional. Bikes com muita lama e a respectiva limpeza antes de prosseguirmos.
Um pouco mais à frente nova entrada no trilho para iniciarmos a subida até ao forte. Após uma curva paramos para esperar pelo MontiVictor que estava um pouco atrasado, aproveitando para um abastecimento e tiragem de lama dos pneus. Entretanto Victor nem vê-lo. Voltamos atrás, nada, um telefonema e MontiVictor tinha entrado na estrada e já estava na subida do trilho do forte.
Voltamos a recuperar o trilho e fizemos a subida sempre em trilho até ao forte. Chegamos e lá estava o nosso Sénior a desfrutar as vistas.
Descanso e registo fotográfico dos Montis.
Após um breve estudo do mapa, descemos para rumarmos ao novo destino, Forte do Trancoso.
Um pouco mais à frente e novo engano, já estavamos em Adoseiros, voltamos para trás.
Seguimos pela estrada de Trancoso. Pensando que o caminho era sempre por estrada até perto do forte, tivemos novo engano. Perto da Ermida de S.Romão deveriamos tomar um trilho, não o fizemos e fomos parar mesmo a Trancoso. Dali podemos avistar bem lá no alto o Forte do Trancoso.
Paciência, os reconhecimentos são assim umas vezes corre tudo bem outras nem por isso.
Decidimos então regressar pela estrada a Alverca.
Foram perto de 40km com 723mt de subida acumulada e eram 12:45 quando chegamos à sede eternamente provisória. Chegamos bem e felizes por mais uma manhã de bom BTT, mesmo sem termos cumprido os objectivos e apesar do frio que a manhã apresentou.
Para a semana à mais assim o tempo o permita.
Abraikes e uma boa semana
MontiCadilha
As Fotos

O Filme



domingo, 17 de novembro de 2013

Sabadal de 16 Novembro de 2013 - Fortes de Linhas de Torres

O Track


Fortes das Linhas de Torres, grande desafio e grande resposta dos Montis com cinco guerreiros a comparecerem para subir, subir e mais subir.
                Com um trajecto estudado durante a semana, partimos da sede provisória pelas 8:40. O primeiro objectivo era o Reduto da Boavista, pertissimo do conhecido  “Boneco de Alhandra”.
                MontiArmando sugeriu neste primeiro troço uma pequena alteração ao estabelecido, uma passagem mais sinuosa pelo Sobralinho.
                Depois de uma breve paragem no Reduto, a subida para o 2ºponto, o Forte 1º da Subserra, local por onde tantas vezes passamos mas nunca o relacionando com as Linhas de Torres. Um pouco mais à frente  a Bateria Nova da Subserra, também ela bem simulada pela vegetação. Continuamos a subir, sim porque isto de visitar os Fortes só tem uma tendência, SUBIR.
                Passamos pelos Fortes da 2ª e 3ª Subserra mas nem nos apercebemos, só agora que estou a escrever a crónica e olhando para o mapa, dou conta que não fizemos a identificação do local.
Chegamos ao Reduto Novo da Costa da Freiria, em várias ocasiões passamos por ali e nunca reparamos na fortificação.
Finalmente a primeira descida mas logo de seguida a “subidita” para os Forte da Serra do Formoso e Forte do Formoso, dois fortes muito próximos  e com uma vista espectacular.  Este local nunca tinha sido visitado pelos Montis, só o MontiLuís conhecia aquando do passeio da Xtrilhos.
Seguiu-se uma grande descida até ao Trancoso. As fortificações que se seguiam, as Baterias do Bulhaco não foram visitadas, teriamos de fazer um desvio e anulamos essa visita.
Para chegarmos ao Forte do Casal do Cego, que era o seguinte, teriamos que atravessar uma pedreira. Com o portão e com receio de existência de algum animal bravo de 4 patas, resolvemos explorar os terrenos circundantes, mas não tivemos sucesso. Um grande declive apareceu-nos pela frente. Ao regressarmos MontiTiago que vinha à frente tomou um outro trilho e para nossa surpresa fomos desembucar mesmo dentro da pedreira . Assim só tivemos um remédio foi continuar e esperar que nenhuma “besta” surgisse no caminho.
Alcançamos o Forte do Casal do Cego. Uma fortificação grande e bem conservada e que bela vista desfrutamos. O forte que se segue era  visível bem ao longe no horizonte, não sei se foi por isso que desmobilizou o MontiArmando ou se a razão era mesmo o ter de fazer o grelhado para o almoço. O certo é que tivemos que regressar e a ída ao Forte da Carvalha e restantes fortificações ficou adiado.
Iniciamos o regresso por trilhos sugeridos pelo MontiArmando. À do Mourão, alto do Mato da Cruz e depois a descida até Arcena.

Nesta descida MontiVictor teve um “Beija Flôr” suave, sem mossas no “cromado”.
No próximo sabadal faremos a entrega, com a devida cerimónia do emblema “BF”.
Em Arcena após as despedidas o grupo dividiu-se a juventude para um lado e os séniores para outro a rumarem à garagem do nº4 para mais uma sessão de alongamentos.
Para todos uma boa semana
Abraikes
MontiCadilha

Fotos

 o Filme 

sábado, 9 de novembro de 2013

Sabadal de 09.Novembro de 2013

Os TriMontiBikersSeniores compareceram para um Sabadal rolante.
No ponto de encontro os Montis Victor e eu, um pouco mais à frente MontiEmidio juntou-se ainda com a barba do dia anterior, eheheh. Mas antes ainda tivemos dois dedos de conversa com MontiArmando, ía a passear com a filhota.
O passeio seria bem calmo, com muita converseta pelo meio sem stress e com uma cambalhota protagonizada pelo nosso MontiSeniorVictor.Mas sem direito a Beija-flôr pois a queda foi com a bike bem paradinha, assim não vale.
O destino foi o Parque das Nações onde fizemos a paragem para abastecimento antes do regresso,todo ele feito pela estrada nacional Nº10.
Na Póvoa de Santa Iria a GhostBike do MontiVictor apresentava um pneu em baixo motivo para mudar a câmara de ar. MontiVictor recusou a operação mas no Forte da Casa não teve outro remédio.
Chegamos a Alverca por volta das 12:30 com 56km percorridos e já na garagem depois de arrumadas as bikes entregamo-nos aos alongamentos.
Para a semana à mais esperando que outros Montis compareçam.
Abraikes

MontiCadilha

Fotos

O Filme


domingo, 3 de novembro de 2013

MontiBikers na 4ª Rota da Água pé do AlvercaBIKE

         Caríssimos,
Independentemente da crónica e do filme deste já grande evento, impunha-se a publicação imediata deste grande momento de Puro BTT
Grande Queda BTTreta
Clica na imagem

O Track

Fotos

Fotos do MontiEmidio

Filme da 4ª Rota Água pé AlvercaBIKE

e finalmente a crónica
Mais uma edição da Rota da Água pé com o Verão de S.Martinho bem presente. Pelotão bem animado e um convívio dominical participado por mais de 80 Bttistas.
A participação MontiBiker este ano foi significativa, 6 elementos, penso que foi record neste evento.
Com a partida dentro do horário o Parque Linear Ribeirinho seria o primeiro ponto de passagem.  As quintas de Vialonga teriam o previlégio de verem o numeroso grupo a passar para depois darmos uma olhada à Central dos paineis solares no alto da Mata do Paraíso.
Após um reagrupar os Bikers desceram até ao Zambujal continuando a descida para com grande animação entrarem no restaurante dos Pneus para a primeira prova de água pé.
Retomando a estrada nacional para deslizarmos até Bucelas onde para grande surpresa fariamos uma visita ao Museu do Vinho, nada mais apropriado. Ponto interessante e desconhecido para a grande maioria dos participantes.
Seguiriamos então para uma “subidita” toda em alcatroni num caminho estreito onde os Bikers tiveram que se aplicar e até recorrer à “avózinha”.
Mais um rolanço em alcatroni plano, e depois uma alternancia trilho alcatrão até chegarmos ao segundo ponto da prova da água pé.
Aqui com a presença e patrocinio dos nossos amigos da Xtrilhos. Fomos presenteados com umas belas febras, um pão delicioso e claro a dita cuja.
Já bem abastecidos seria altura de fazermos o trajecto de regresso. Estrada Nacional até ao Cabeço da Rosa e descida pelo trilho do Casal das Areias.
Mesmo no final da descida do trilho e quando me encontrava parado, passa por mim em grande velocidade e já em prefeito desiquilibrio e a apontar para as ervas o nosso amigo BTTreta Pedro Pais. Uma queda espectacular que felizmente não teve consequências. Aliás teve, a perca do bidon da água pé, mas, mas que mais adiante um amável companheiro após o ter encontrado lhe faria a entrega debaixo de uma enorme ovação.
Mas não foi o único, o AlvercaBIKE Fernando Afonso também daria um pequeno tralho mas mesmo pequeno, rápidamente se levantou montou na bike e desapareceu.
Seguiriamos finalmente para o ponto de partida para os banhos pois a feijoada já estava à nossa espera.
Em grande convívio e confraternização demos cabo da feijoada e seus muchacos.
Parabéns AlvercaBIKE para o ano contamos participar na 5ª Rota assim a vida nos permita.
Abraikes

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sabadal de 26OUT2013

Fotos

Informado da ausência do Zé Cadilha neste sabadal, despachei-me, apesar disso, para ver se às 8:30 algum Montibiker aparecia na sede cor de rosa. Ainda eu estava na garagem a aparelhar-me e chega-me um sms do MontiEmídio a convidar-me para um sabadal mais tardio, para essas 9:30.
Concordei mas à cautela fui inspeccionar a zona da sede e esperar pelo aparecimento de mais candidatos ao sabadal. Ninguém.
Seguindo a sugestão do MontiEmídio fui pedalar para os lados da estação e da OGMA enquanto esperava por ele. Com isto fiz um aquecimento como nunca tinha feito, aí uns 10 km, coisa pouca para grandes estradistas, claro! Mas eu não sou um grande estradista!... Foi a frescura da manhã que me levou a não parar, pois então!
Já com o Emídio tomaram-se as decisões: um passeio sem ousadias para reabituar as pernas ao esforço. Salinas, Parque Linear, depois pela variante de Vialonga até ao Morgado e subida para a Mata do Paraíso. Aí logo se veria. E assim se fez, sempre sem forçar mas com ligeireza. MontiEmídio até teve direito à sua estreia na rotunda nova junto ao hiper dos Três Mosqueteiros. Imaginem há quanto tempo ele ali não passava! Pouca rodagem, é o problema.
Subindo no alcatrão da urbanização que não chegou a ser, atingimos a entrada na mata. Fizemos uma paragem e seguimos para Sta. Cruz, donde começámos a trepar com destino ao cimo das pedreiras. Aí tirámos umas fotos e pusemo-nos a andar para a descida. Emídio à frente, trilho com bastante humidade, passei a jogar à defesa enquanto Emídio fazia uma descida sem hesitações. Mas o cagaço que me fez desmontar acabou por atingir também o meu companheiro que, cuidadoso, pôs os pés no chão quando o piso passou a ser de lama escorregadia. Bem, eu fui o melhor artista nesta coisa do monta/desmonta. Claro que sem o Cadilha não há atribuição de beija-flor e eu, rigoroso, trabalhei todo o tempo para não cair. Chegámos ao Zambujal em perfeitas condições e lá fomos, alcatrão abaixo, até à ponte do Trancão e sempre a pedalar até Bucelas. Passámos pela loja das frutas, de bancadas convidativamente carregadas que até dava vontade de fazer nova paragem. Mas não, prosseguimos e fomo-nos aproximando da Quinta da Romeira, o ponto de partida para a subida até ao Cabeço da Rosa. Já cansadote, mudei para a levezinha e deixei o Emídio ganhar distância. Parámos no topo e o Emídio resolveu picar o MontiCadilha enviando-lhe uma fotografia para lhe meter inveja. E, montados de novo nas meninas, ala pela ladeira abaixo em boa velocidade, desviando para a Verdelha com paragem no Elefante Branco para higienização das bikes.
Na rotunda do Jumbo fizemos as despedidas, marcando o fim de um sabadal discreto e sem esforços exigentes. Agora na Rota da Água Pé é que vamos ver como é...
Esta crónica (já retardada) não ficaria completa sem a indicação de que andámos mais de 35 km nesta voltinha a uma média de cerca de 16 km/h.
E não esqueçam, para complemento da crónica e bom testemunho olhem para as fotos registadas pelo Emídio, que estão algures por aqui.

Salvé Montis!
Abraikes para todos.
Até à Rota!
Victor