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domingo, 23 de junho de 2013

Sabadal de 22 Junho de 2013



MontiVictor continua renitente na utilização do despertador e depois fica em terra. Ainda esperamos 15 minutos mas em vão.
Os dois MontiPresentes, eu e MontiArmando decidiram partir para mais um sabadal, MontiArmando seria o guia.
Foi um passeio com 37km, saída às 8:15 e por volta das 11:15 já estava na garagem do nº4.
Após um aquecimento pelas salinas, trilho de Vialonga e de Alpriate, subimos à Mata do Paraíso “trepamos” ao Serves, sempre em bom ritmo, com uma ligeira paragem na Mata para observarmos a devastação de árvores que estão ali a fazer.
Depois do Serves foi a descida para o Cabeço da Rosa. Passagem pelo Forte das Linhas de Torres e nova subida agora para o Mato da Cruz.
A descida para a Calhandriz seria por um singletrack fabuloso, nunca antes por mim pedalado. Em dois pontos teria de desmontar da ScottBike, necessária muita técnica que penso ainda não a ter.
Na Calhandriz a visita à XTrilhos foi inevitável. Lá estavam os nossos amigos Jonhny e Sérgio, sempre simpáticos e atenciosos para com todos os visitantes. A loja estava cheia, parecia uma zona de abastecimento, só faltava mesmo a bifana.
Restava sómente o regresso a Alverca o qual seria feito todo por alcatroni.
Já no Brejo seria a despedida do MontiArmando e depois foi só apontar a bike para a garagem do nº4 para a ScottBike repousar, após mais uma manhã desportiva.
Até para a semana com tudo de bom

Abraikes

 O Filme

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Sabadal MontiTuristico

O Track

Os Montis foram neste Sabadal uns MontiTuristas. Visitamos alguma diversidade de locais, desde parques ribeirinhos a urbanos e rios altamente “perfumados” até à nossa famosa casa da ginja.
Mas comecemos pela partida ligeiramente atrasada devido ao ameaço de chuva que nos obrigou a um recolher numa paragem de autocarro. MontiEmidio sentiu a necessidade de envergar o seu impremeável, o qual durante o passeio iria ser um constante vespe e despe.
O guia nomeado foi MontiVictor e levou-nos para o trilho das salinas. Uma grande transformação está a ser levada a cabo pela C.M.V. Franca de Xira desde a ETAR de Alverca até ao bairro dos Avieiros da Póvoa de Santa Iria, o chamado Parque Ribeirinho e Linear do Estuário do Tejo. O nome é grande e o parque também. Pelo já construído dá a prespectiva que irá também ser um bonito parque. Os Montis foram unânimes na avaliação do já observado, belo trabalho.
Na Póvoa, junto ao rio Tejo fomos surpreendidos pela passagem de um pescador. Conduzia um carrinho-de-mão cheio de corvinas pescadas no Tejo. Os Montis ficaram admirados com o tamanho da bicharada.
Depois de uma foto do grupo o MontiGuia deu ordem de reenício do passeio. Primeiro tivemos  a bela vista do parque, em segundo a visão de tão grande pescaria e em terceiro o guia ía-nos levar para um pesadelo. A travessia de uma passagem subterrânea na estação da CP da Póvoa, com um cheiro nauseabundo a urina. Bttista sofre.
Mas felizmente os trilhos apareceram e com eles o cheiro da Mâe Natureza.
Seguiu-se a visita ao Parque Urbano de Santa Iria de Azóia, construído nos terrenos de um ex aterro sanitário no concelho de Loures. Após uma breve e rápida passagem pelo parque descemos a serra pela antiga estrada até à Granja.
Montis reagrupados colocava-se a pergunta da praxe – e agora? Esquerda ou direita?
Proposta apresentada – Vamos à ginginha da D.Laurinda. Nem mais um segundo de espera, imediatamente as bikes como que tele-comandadas viraram à esquerda.
Já nos trilhos cruzamo-nos com um grupo de companheiros bttistas cujo destino era os Caminhos de Santiago de Compostela.
Antes de chegarmos ao “santuário da ginginha” teríamos de atravessar o “canal da merda”. Um ribeiro que é mais um autêntico esgoto. Primeiro tivemos o mijo, agora a merda, já estão convencidos que a vida de bttista não é fácil? Ah pois não!!!
Mas chegamos à D.Laurinda e a ginginha e o pastelinho de bacalhau estava à nossa espera.
Deliciada a bela bebida e tirada a foto da praxe pela nossa simpática anfitriã, estava na hora de regressarmos. O passeio de hoje teria de ser suave, MontiNando estivera ausente alguns messes e teria de ser poupado.
O regresso foi em bom ritmo pelos trilhos da Granja e Vialonga.
Separamo-nos de MontiNando no cruzamento para a Póvoa, e os MontiRestantes seguiram para Alverca.
Foi um Sabadal com ritmo turistico e a habitual animação MontiBiker, com 37km percorridos em aproximadamente 3:15 h.
Até para a próxima e boa semana de trabalho

Abraikes

As Fotos

O Filme


terça-feira, 4 de junho de 2013

Um sabadal transferido para dominical

As Fotos

Um sabadal transferido para dominical, motivo, visita ao passeio do Xtrilhos.
Na impossibilidade de podermos acompanhar o MontiLuis no passeio do Xtrilhos, os nossos corpinhos ainda não estavam devidamente restabelecidos para um esforço de tão grande gabarito, decidimos fazer uma pequena incursão ao passeio do Xtrilhos.
Era também o dia de estriarmos o nosso novo super MontiEquipamento, infelizmente só os MontiSéniores compareceram.
Bom mas o trio à hora marcada lá estava pronto para o real pedalanço.
MontiEmídio traçou o trajecto e ála que se faz tarde. Quinta do Cochão, e visita ao malvado monte de areia que faria os estragos nas “carcaças” mas não velhas.
Recordado o “local do crime” as bikes tomaram o rumo do “boneco” de Alhandra. No Sobralinho estas três beldades como que por magia separaram-se e só se voltariam a encontrar após telefonema. Abençoados telemóveis. Reagrupados iniciou-se a subida para a pedreira. Subida sempre díficil mas com a ajuda da “avózinha” acabamos sempre por chegar a bom porto.
Depois foi descer. Entretanto fizemos uma paragem para apreciar a paisagem e demos conta que mesmo ali em frente estava um dos fortes das Linhas de Torres. Tantas vezes que por ali passamos e nunca tinhamos dado pela fortificação, em ruínas é certo mas claramente visível que se trata realmente de um forte.
Daquele ponto avistamos na outra encosta companheiros bttistas, imediatamente os relacionamos com a prova dos Xtrilhos onde o nosso companheiro MontiLuís também fazia a sua participação. Iníciamos a descida e mesmo no final estava uma das zonas de abastecimento da prova.
Paragem obrigatória para confraternização com o staff da organização e com os diversos bttistas que lá paravam. Ainda alimentamos uma esperançazinha de vermos o MontiLuís mas tal não aconteceu, o nosso MontiJovem era mais do que certo que já teria passado.
Continuamos a dercer para À DOS MELROS agora devagar e com muito cuidado pois íamos no sentido inverso dos participantes da prova.
Na estrada nacional cruzamo-nos com o Johnny do Xtrilhos que nos convidou a irmos ao 2º posto da zona de abastecimento comer umas bifanas. Imediatamente nos juntamos a um grupo de amigos participantes tomando a direcção do monte onde a ZA estava instalada junto a uns moinhos.
Infelizmente devido ao adiantar da hora fomos forçados a regressar sem que as bifanas escorregassem pelas nossa gargantas. Ainda fizemos umas quantas subiditas e ainda tempo para os MontiVictor e MontiEmidio fazerem uma chinchada de cerejas. Sempre que a Mãe Natureza lhes põe à frente tamanha oportunidade eles não perdoam.  
Depois de 27kms e 3 horas de pedalanço chegamos à garagem do nº4 felizes e contentes. Aproveitando a presença do nosso vizinho e amigo Domingos tiramos uma foto do Trio Maravilha. A sessão de alongamentos teve lugar já depois das “meninas” colocadas no devido descanso.
Mais um pedalanço concluído na maior confraternização esperando que o próximo traga mais participantes.

Até lá Abraikes

O Filme

O 2º Filme do novo espaço público entre Alverca e Póvoa de Santa Iria
Momentos MontiEmídio