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terça-feira, 24 de julho de 2012

21JUL2012. Desventuras dum Senior no Sabadal.

Desventura 1
Acordo passava das sete e meia. Que chatice, logo hoje qu'é dia de Sabadal! Vocês não sabem mas eu demoro 1 hora, mínimo, para as funções matinais. Concentrado no essencial começo a despachar-me mas faltam 5 min pr'às 8 e ainda não estou pronto para rumar à garagem. Mensagem curta para MontiCadilha "Eh pá, estou 10 min atrasado!" Chego à bike e roda traseira em baixo. Toca a encher, que o furo é lento e aguenta o passeio sem despejar. Muito bem! Ponho os óculos chineses, enfio as luvas à pressa e chego num instante à sede fugidia, onde MontiCadilha, MontiLuis e MontiPedro me aguardam com um sorriso e decretam que tenho 20 min de atraso (nem refilo, embora ache que foram só 15!).
Nota: MontiPedro, invisível há uns meses por motivos profissionais, musicais e familiais (Monção, vinho verde), está com bom aspecto mas pouco moreno. Todos 4 ansiosos por aproveitar um dia que amanheceu delicioso!
Vamos lá pedalar.
Arrancamos no sentido da EN1, rumo à Mata do Paraíso. Na frente Luis e Zé Cadilha mantêm um andamento vivo e uns metros atrás o Pedro acompanha o senior que se mostra um tanto emperrado. Vialonga passada, no Quintanilho, zona dos armazéns, tomamos um trilho diferente para subir para a Mata do Paraíso, passando pelo alcatrão daquela urbanização que não chegou a ser. Mais acima internamo-nos na Mata e reagrupamos no estradão perto da estrada de Sta. Eulália. Depois de uns golitos de água e dois dedos de conversa retomamos a pedalagem e descemos o estradão, descontraidos, para atacar de seguida a saibrosa rampa em curva que obriga a meter "levezinhas". Vencida essa dificuldade, mim com a respiração já agitada, subimos ainda para atacar o desnível que há para a descansativa plataforma que dá ponto de partida para o troço de subida ao marco geodésico. Eu hesito e fico a pensar, não me apetece empurrar a bike, ao contrário dos meus companheiros que já se aviaram e estão à espera.
Desventura 2
Procuro passagem nas pedras e encontro maneira de facilmente passar para o outro lado, com a bicicleta à mão. Mas quero aproximar-me dos outros Montis e concluo, agora, que nova barreira de pedras mo impede. Sou obrigado a ir ao longo da barreira até que finalmente, com dificuldade, eu e a Ghost atravessamos. Intrigados com a manobra, os meus três companheiros perguntam-me qual o objectivo e eu tenho de confessar que tinha sido não me esforçar muito. Nenhum êxito nisso.
Mas ao menos a respiração já estava normal!
Continua a pedalação
 Retoma-se a subida para o Marco Geodésico, os Montis concentram-se no esforço e chegam todos em boa condição, sendo o último este cronista, aplaudido com simpatia por MontiCadilha. Após a conveniente pausa para recuperar energia, lançamo-nos ao caminho para o trilho de descida para o Zambujal. Mas erra-se a pontaria, MontiLuis, e MontiCadilha com ele, são obrigados a voltar para trás e seguir pelo trilho habitual. Luis à frente, Pedro a seguir, eu em terceiro e Zé Cadilha em último, para filmar, iniciamos a emocionante descida. Sulcos, pedras, bermas inclinadas, declives súbitos, curvas apertadas, tudo é vencido à força de atenção e escolha de caminho e muito travão da frente, aliviando nos momentos certos. Deixo de ver os meus companheiros da frente e começo a ter dificuldade em distinguir o caminho, há sombras que não sei se são pedras, valas ou simplesmente sombras. Estou tramado!
Desventura 3
Os óculos chineses prejudicam a minha visão de pormenor e só penso em tirá-los, começo a não entender nada do caminho que escolho para a Ghost. Mas vamos a descer e não apetece nada parar. Num troço mais perigoso resolvo que é já e desvio a bike do trilho travando a fundo. Azar, resvala-me um pé e caio, sem perigo, no terreno que tinha escolhido. Segundos após chega MontiCadilha e explico-lhe rapidamente o acidente ao mesmo tempo que lhe digo que siga, que vou já atrás. Tiro os óculos, acabo o troço com bicicleta à mão e torno a montar depois para continuar a descer até onde o pessoal resolveu parar, à espera de se decidir o resto da descida. Sem parar, avanço para aquela conhecida rampa bem a pique. Mas já havia muito cagaço no meu bestunto. Ponho as rodas na zona das ervas, para evitar derrapagens, mas acabo por ter de parar para não bater num pedregulho que não tinha visto. Os outros Montis passam por mim, descendo com elegância, e eu acabo a rampa com a bicicleta à mão, com a sensação embaraçosa de andar de cavalo para burro!
Sempre a descer
Torno a montar na Ghost e despachamos o resto da descida até ao alcatrão, onde o trio avançado espera o senior que já demora. Reafirma-se o traçado que vamos fazer: por Bucelas, passar depois por Chamboeira e até ao Parque de Lazer do Cabeço de Montachique. Descemos até à ponte e resolvemos parar mais uma vez. Na ponte está um ciclista "à civil", com uma bike desdobrável e chegamo-nos para apreciá-la, ela tem um ar estranho. Pois claro, tratava-se de uma bike com motor eléctrico destinado a ajudar nas subidas. O senhor era simpático e fomos percebendo que, morador no Zambujal, onde quer que vá tem sempre que gramar uma subida no regresso. Com aquela máquina já se safa perfeitamente nessas subidas e confia nela nas deslocações para perto, evitando usar o carro.
Desventura 4
A Ghost não tem motor eléctrico. Nem tem um descanso retráctil, percebem? Assim o dono dela, o cronista, encostou-a à guarda da ponte sem cuidar bem da sua estabilidade e segurança. Não é que se forma ali uma rajada de vento e atira a Ghost ao chão? MontiVictor levanta-a com desvelo e torna a encostá-la, mais segura desta vez, e regressa de seguida à cavaqueira. Mas temos de andar, pessoal! Todos montam e recomeçam a pedalação mas a Ghost não avança, está como que presa! MontiVictor analisa e conclui que o travão impede a roda de trás de andar. Regressam os companheiros, estranhando mais uma demora do senior, e conclui-se após rápidas observações, que o disco do travão de trás foi empenado na queda da bike. A roda não mexe! Lá se vai o Sabadal, diz MontiCadilha. E todos concluem que sim, não pode deixar de ser. Mas o Luis lembra que se pode sacar o bloco de travagem e libertar assim o disco e a roda. Meu dito, meu feito! MontiVictor fica sem travão traseiro mas pode andar! Conferencia-se uma última vez, já em Bucelas e, na impossibilidade de MontiVictor participar, com a bike diminuida, no projecto inicial, decide-se o regresso a Alverca.
Fim do episódio
A partir daqui a história é simples: o pessoal deixou MontiVictor marcar o ritmo do regresso e assim foi até ao portão da Quinta da Romeira. Aí, bebidas as últimas gotas de água, iniciou-se a subida para o Cabeço da Rosa com a formação inicial, Luis e Cadilha à frente e Victor e Pedro atrás. Subimos sem problemas, reagrupámos lá mesmo no topo, e aí MontiVictor mostrou que não tinha preconceitos com a falta de travão traseiro e atingiu os 57 km/h na descida, optando ainda por desviar para o trilho que vai dar ao Casal das Areias, com muito prazer e sem ocorrências desagradáveis.
Daí foi o regresso a Alverca pela Estrada de Alfarrobeira, Rotunda da Verdelha, Rotunda do Jumbo, variante e fomos, em fim de passeio, fazer todos uma visita ao António da MotoAvenida.
A Ghost ficou internada e faz a operação na próxima semana, meus amigos. Espero tê-la, impecável, para o possível Sabadal de 28JUL.

Claro que chegámos cedinho, eram aí onze e meia (?), tendo percorrido 26,7 km à média de 14,7 km/h.
Não foi um grande sabadal mas foi, mais uma vez, um par de horas de fraterno convívio e demonstração de espírito de colaboração e entreajuda, dons sempre presentes na actividade MontiBiker.
Obrigado companheiros, as minhas desventuras serão apagadas por novas aventuras.
Abraikes.
Victor
Filme MontiBiker


domingo, 15 de julho de 2012

MontiTreino 14/07/2012


Este Sabadal, os montis tiveram a presença do convidado especial, Armando, um benjamim, quem sabe, candidato a MontiArmando. O tempo o dirá.
Como normalmente fazemos, às 8 horas já estávamos preparados para iniciarmos o MontiTreino, quando somos interrogados por um rapaz que procurava pelos MontiBikers, uma vez que tinha visto na “net” reportagens do grupo, e gostaria de pedalar com eles e quem sabe, vir até a fazer parte do grupo.
Pois amigos, os MontiBikers ainda são um grupo pequeno, pelo que serão sempre bem-vindos mais uns quantos amantes das bikes btt que tenham por gosto pedalar pelos montes e subir até onde a vista alcança tamanhas maravilhas da natureza. Para tal basta falar com um de nós, ou enviar-nos um e-mail para montibikers@gmail.com, (conforme consta no nosso blog), a manifestar o interesse em pedalar connosco e logo combinaremos.
Bem, continuemos com o percurso do sabadal, pois como verão nas fotos/vídeos, este MontiTreino teve de tudo um pouco do que mais gostamos e irá meter um pouco de inveja aos MontiAusentes.
Saída da sede ás 8:20, sendo que, como costume, antes da saída, houve a assembleia geral com a discussão de qual os trilhos a seguir.  Hoje calha-te a ti, hoje calha-te a ti, hoje calha-te a ti opinares de qual o caminho a seguir. Então lá que surge alguém que diz, vamos planar até Azambuja…outro diz… mas primeiro vamos passar pelo Adarse e vamos passar pela “praia dos Tesos” perto da antiga Argibay.
Ok! Lá seguimos novos trilhos com novas dificuldades! As perninhas a picarem e a malta a dizer… “cuidado com os picos… olha o buraco…cuidado aqui…cuidado ali…” e os obstáculos foram sendo ultrapassados, até que retomamos a nacional 10 até Alhandra e seguimos os “Caminhos de Fátima” até ao carregado, sendo que eu ainda tive de parar junto á estação da CP, numa oficina auto, pois precisei de uma chave de caixa, para apertar o parafuso da roda pedaleira, que se foi soltando e por isso dificultando o andamento. Ficam aqui os meus agradecimentos a quem me ajudou, pois sem tal afinação não me seria possível ultrapassar os obstáculos que nos deparariam pela frente.
Pelo caminho foi-se alterando a ida a Azambuja e a bom trecho se foi delineando que chegados ao carregado, deveríamos sair para a nacional 10, passando pela Central Termoelétrica e com direção aos montes iriamos pedalar novos trilhos nos arredores das localidades de Quintas, Castanheira e Povos.
Bons trilhos com boas subidas, boas descidas e pelas bermas algumas belas flores! Sendo bem visíveis, houve a normal tentação de alguns, que por vezes quando se descuidaram, irem saborear o aroma normal de tamanhas belezas. Desta vez foram vários os apanhados pelas imagens dos nossos MontiReporters, conforme poderão constatar nos vídeos.
Chegados á nacional 10 em Povos, seguimos em direção ao jardim de Vila Franca pelos “Caminhos de Fátima, e sempre por ai seguimos até Alverca, sendo que antes nos despedimos do MontiLuis no Sobralinho.
Chegamos por volta das 12:30 com cerca de 45 kms percorridos.


Fotos no Picasa

Vídeos

Inté

quinta-feira, 12 de julho de 2012

2012.07.07 Noturno BTTretas com Sol, Amizade, Bifanas e Coiratos

 Foto 1 - Uma fila bonita num campo inculto à espera dos atrasados.

 Foto 2 - Reagrupamento em cima dum viaduto; já cheira a bifanas!

Foto 3 - Nelson, o assador incansável das bifanas e coiratos, em acção no Ti Manel.

Carregadas as bikes no Honda do MontiEmídio, partiu, à hora prevista, o grupo Montibiker (Zé Cadilha, Emídio, Félix e Victor) que acorreu ao convite dos nossos amigos BTTretas. Confiados na cuidada escolha de equipamento e de luzes para este noturno, os quatro Montis palraram descontraidamente toda a viagem e foi já no fim do IC19 que começaram a concluir que afinal ninguém sabia onde era o local de encontro - a célebre bomba Repsol da Cavaleira. A salvação foi um telefonema para o sempre disponível presidente Pedro, que "destacou" o Bispo para um FollowMe desde o Modelo de Lourel até à referida Cavaleira. Fim de tarde ameno, muito soalheiro, e o pessoal, bem disposto e preparado, escutou o curto "briefing" do PPP(Presidente Pedro Pais para quem não se lembra) logo em seguida às fotos da praxe. Cinquenta e três pedalantes na minha contagem.
O ritmo de passeio imprimido desde o início dava ocasião para boas conversatas entre os bikers, proporcionando que se apresentassem os que não se conheciam e que tagarelassem com fraternal alegria os conhecidos. Sem necessidade de acender a farolagem que trazia, nem de puxar muito pelo pernil, o pessoal foi percorrendo os campos, estradões e alcatrones de ligação (foi eficaz o controle das entradas em estrada montado pelos nossos anfitriões) da zona de Lourel, Terrugem, Vila Verde, Ral, Campo Raso, aproveitando as paragens dos reagrupamentos, frequentes, para a cavaqueira e para a hidratação, apesar de pouco necessária.
Foi a subir para o Algueirão que se começaram a ligar as poderosas iluminações, a tomarem a vez do sol poente, já desaparecido no horizonte das praias de Fontanelas e Magoito. O nosso PPP aproveitou um derradeiro reagrupamento para anunciar que havia que encurtar o circuito previsto, pois cumpri-lo iria empurrar para muito tarde a chegada ao TiManel. Assim avançámos todos juntos, alongando a fila numa ou noutra subida ou descida, a caminho do Restaurante-Sede dos nossos anfitriões e amigos BTTretas. Bicicletas arrumadas com cuidado e vamos lá explorar o que os nossos generosos amigos resolveram oferecer-nos, o convívio à volta do grelhador.
Eles têm sorte: a sede, o Ti Manel, que frequentam regularmente, dispõe de um largo passeio em frente, que está mesmo a jeito de receber reuniões mais numerosas e, como foi o caso, o ajuntamento de umas boas dezenas de comedores de bifanas e hidratadores de bejecas e tintóis, sempre a aviar pelo infatigável assador Nelson e pelo homem que dava assistência à torneira das imperiais, fresquinhas e vivas que era um regalo.
Tudo bem organizado, com simplicidade sábia: agarra num copo, enche de cerveja, vai buscar um pão, mete-te na bicha, conversa com o vizinho, dá troco ao PPP (sempre a controlar o andamento), chega-te para a frente senão nunca mais vês a bifana, bebe mais um gole (não entornes o copo), chega-te agora ao grelhador e espera a dádiva do Nelson, a carninha morena que te vai rechear o pão. Finalmente! Então já podes ir mastigar e conversar para o pé da malta e fazer uma saúde com os Tretas, os Bicicletando, os Porquinhos da Ilda, os de Lourel, etc. etc.. Quando acabares a primeira dose podes meter-te na bicha outra vez para uma segunda e no fim ainda, se fores capaz, terás acesso aos coiratos, um petisco que saiu em beleza.
E os vizinhos não embirraram com a algazarra? Nãssenhoriii! Játão habituades... Gente fixe, há que dizer e reconhecer. Porque os BTTretas merecem, pelo ambiente que conseguem criar e porque não abusam e estão sempre prontos para ajudar!
Chegou a hora de regressar e as despedidas inevitáveis. Abraços e até à vista, PPedroP, Bispo, Fernando, Jorge, Sebastião, Nelson, todos, grandes amigos. Ainda de bicicleta, e com um guia para não nos enganarmos, voltámos ao Honda que nos esperava com nipónica paciência. Com as quatro bikes, aliviadas dos selins, montadas em cima do tejadilho da nobre viatura, abalámos para a viagem de regresso. O MontiFélix foi deixado em boa condição junto à sua casa, com todos os seus pertences, e os restantes apontaram à Torre do Meio. Descarregadas as meninas e fechadas as garagens foram as despedidas e o regresso à família a uma hora simpática, meia-noite e meia, se não me falha a memória. E, para que não se esqueça, andámos à volta dos 17 km, a uma média de 14,4 km/h e eu registei como máxima 38,8 km/h.
Excelente jornada de confraternização. Obrigado amigos BTTretas e até à próxima.

Abraikes para todos do MontiVictor.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Os MontiBikers no 2º Nocturno Verão dos BTTretas

Caros Amigos,

Enquanto a crónica desta participação não chega à redacção, o cronista MontiVictor deve andar com falta de inspiração, coloco desde já o filme MontiBiker deste convívio assim como fotos nossas e de amigos participantes.
Fotos MontiCadilha

Fotos MontiEmidio


Filme MontiBiker

Fotos Bicicletando


Fotos BTTretas

Percurso Nocturno ver em



quinta-feira, 5 de julho de 2012

Passeio do 1º Aniversário do Clube BTT da APOGMA


Após alguns percalços na produção dos vídeos eis que me me apresento com a breve crónica, fotos e vídeo 1ª parte, espero até sexta-feira ter pronto a 2ªparte.
  Eram 8:30 quando os dois Montis se apresentaram junto à sede da APOGMA onde já se encontravam um grande número de participantes para o grande passeio do 1º Aniversário do clube de BTT da APOGMA.
MontiLuis e MontiCadilha seriam os representantes dos MontiBikers.
Depois da repórter fotográfica de serviço “bater a chapa” ao grupo de bttistas foi dada a partida, seriam 9:00h mais minuto menos minuto.
Primeiras pedaladas pelas ruas de Alverca, percorrendo a variante iriamos passar a ponte sobre a via férrea para calcarmos os trilhos das salinas até à Póvoa de Santa Iria.
O primeiro objectivo era chegarmos ao ponto de abastecimento localizado na Mata do Paraíso.
Até lá foi pedalanço de bom convívio por trilhos variados, desde estradões até aos singles track houve de tudo um pouco.
Chegamos à Mata do Paraíso por volta das 11:00h onde nos esperavam uns companheiros com bananas, maças, bolos e bebidas, incluindo um chá de cevada.
A segunda metade do percurso iria ser percorrida sem a presença de alguns companheiros, teriam de regressar para colaborarem na confecção do repasto.
Como as energias tinham sido repostas nada melhor do que subir. Passagem pela pedereira até ao Serves seguindo os trilhos na direcção do Cabeço da Rosa. Já com o monte do Lusitano à vista viramos à direita para o trilho que desce até à Verdelha, é uma bela descida.
Depois foi seguir pelo alcatrone, passagem pela central de cervejas, zona comercial dos hipers, variante e chegada à sede da APOGMA por volta das 12:30h com aproximadamente 36km percorridos.
Seguiu-se o almoço no qual não participei, esperava-me um almoço com os meus fillhos acabadinhos de chegar de viagem.
Certamente que foi um grande repasto em bom convívio com um grupo de BTTistas simpático e de bom humor.

Em nome dos MontiBikers o nosso obrigado pela bela manhã de BTT e desejar um feliz aniversário e uma longa continuação de pedalanços.

Abraikes
MontiCadilha     
Fotos

Filme 1ª Parte

Filme 2ª Parte