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domingo, 25 de março de 2012

Com os Bttretas e amigos nos trilhos do Alviela 24 de Março de 2012

      Mais uma grande organização Bttreta, desta vez foi pelos trilhos do Alviela.
Nesta aventura só dois Montis participaram, MontiNando e MontiCadilha, a participação de  MontiEmidio teve que ser anulada devido a um mau jeito na coluna mas já se encontra em rápidas melhoras. Jorgebiker dos Nautibikers que também esteve para participar não lhe foi possível acompanhar-nos ficando para uma próxima oportunidade.
      Este vosso companheiro saiu da garagem do nº4 às 7:10 e já na rotunda do Jumbo serviu de cicerone ao autocarro que acabava de chegar. Maior pontualidade não podia ter. Nando mais um outro companheiro, Paulo Oliveira também tinham acabado de chegar.
      Depois das saudações e bikes metidas no autocarro partimos rumo a Santarém, estação da CP, ponto de partida da nossa aventura. Participantes, Bttretas, Btt de Lourel, Porquinhos da Ilda, Bicicletando,  Rota da Bola de Berlim, MontiBikers e mais alguns companheiros num total de aproximadamente 35 Bettistas.
     Chegada a Santarém, depois de bikes operacionais rumamos cervejaria Lisbela mesmo em frente à estação, para o café matinal. Foto de grupo junto aos caminhos de ferro e partida por volta das 9:10h.
Clica na foto
 Os primeiros kms seriam por estrada de alcatrão com os bravos do pelotão sempre em fila indiana, seguindo as instruções da organização. Já nos trilhos viriam as subidas com alguma dificuldade mas sempre apetecíveis.
     Ninguém ficava para trás, o reagrupamento era feito e só depois os “bravos” lançavam-se para as descidas.
Belas paisagens foram desfrutadas acompanhadas por fotos e filmes da praxe. 
      A chegada aos Olhos de Água seria por volta das 11:40h com o grupo a fazer uma boa média nos trinta e poucos kms percorridos e atendendo às paragens efectuadas. Foi dada uma hora para o almoço, seguindo-se um ataque implacável à botelha de cevada e bifanas. Houve quem levasse sandes e ainda quem se lançasse no prato do dia. MontiNando não perdoou, sendo o único na carne de porco à Alentejana acabando por ser servido primeiro que os que optaram pelas bifanas.
     Depois de momentos de descanso com visitas pelo belo espaço de lazer e as respectivas fotos de grupo foi dada a partida de regresso, fazendo o grupo uma passagem pela nascente do Alviela.
     E para o recomeço nada melhor que um “empenozinho”, muito bom, e já no alto veio uma bela paisagem seguindo-se uma descida como um bttista aprecia.
    Neste regresso fariamos algumas passagens pelo Alviela, num dos trilhos ladeamos  durante alguns minutos o rio desfrutando da bela paisagem. Seria num destes troços que a chuva nos faria uma visita. Nada de especial mas que mesmo assim o impremeável acabou por ser utilizado.
     Neste regresso verificaram-se alguns furos, corrente partida, pequenas quedas mas nada sem gravidade, a entreajuda foi notável.
    A foz do Alviela foi alcançado. O acontecimento ficou registado com a respectiva foto de grupo em pleno leito do rio. Até ao final da etapa faltavam sómente apenas alguns kms de trilho e um deslizar pelo alcatrão pela ribeira de Santarém. Aqui houve um alongar do pelotão, até parecia que estavam a começar o passeio, com vários sprinters a lançarem-se em fuga.
     Chegada por volta das 17:30 com 75kms percorridos com muita alegria e satisfação na companhia de tão belo grupo. Ainda antes de se guardar as bikes fez-se uma incursão na cervejaria Lisbela para um último repasto de sandes sumos de cavada e outras iguarias.
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     Depois de guardadas as “meninas” no autocarro regressamos a Alverca onde chegamos por volta das 18:30. O resto da comitiva seguiu viagem até Sintra, depois das despedidas.
      Foi mais uma jornada com o selo Bttretas, onde a qualidade dos passeios está garantida à partida e a boa companhia de 6 estrelas é amplamente comprovada por todos os participantes.
Em nome dos MontiBikers fica aqui registado o nosso agradecimento especial aos Bttretas, muito e muito obrigado pelos belos momentos que nos proporcionam, e uma saudação calorosa aos restantes participantes.
     Um grande abraço e até uma próxima aventura.

terça-feira, 13 de março de 2012

10MAR2012 - Organizações BTTretas mostram a Bela Serra de Sintra

Amigos, todos, se houvesse um filme, bem arrumadinho, do nosso sábado 10MAR na Serra de Sintra, os espectadores que o vissem iriam no dia seguinte procurar o SuperPedro para a inscrição no próximo passeio. Se já tivessem a sua bikezinha! dirão vocês... Certo! Quem não tivesse, agarrava nos últimos euritos que tivessem escapado aos olhares do Dr. Vitor Gaspar e corria que nem um doido à procura duma modesta bicicleta para ensaiar as primeiras pedaladas nos trilhos da Bela Serra.

Mas vejam as imagens disponíveis neste blogue e já ficam com uma ideia do porquê desta introdução croniqueira. Reportagens assim são uma alegria, um prazer sem amargura... que mais posso eu dizer?

Bem, a verdade é que vou mesmo dizer mais alguma coisa; obrigaram-me!...

Começo pelo princípio: três Montibikers, animados e, vá lá, sem frio apesar de serem 7:00 h, juntam-se na Torre do Meio para a viagem até Sintra. Alçam as bikes para cima do VWPassat cadilhano, entram no carro e ele aí vai ao encontro do dos outros dois participantes na aventura, MontiFélix e MontiNando. Olha, lá vem o Honda com os dois, muito risonhos! Vamos embora! Sem incidentes, com tranquilidade e trânsito amigável, galgámos os quarenta quilómetros até às amplas instalações dos Bombeiros de S. Pedro de Sintra e, por chegarmos cedo, procurou-se o luxo de um cafézinho matinal. Mas onde? Eh pá, não faltava já muito para Cascais, foi mesmo na Zona Comercial da Beloura! Os do VWPassat, porque os do Honda arrepiaram caminho e deram meia volta apontando à estação de serviço da Rotunda do Ramalhão. De volta ao parque já fomos encontrar o burburinho habitual dos carros a chegar, das bikes apeadas com todo o cuidado, dos abraços e saudações e das verificações de última hora. Nautibiker Jorge, Mário Arrábida Biker e Ricardo, que formaram connosco o consórcio Montibikers & Associados, deram-nos os bons dias e foram distribuindo sorrisos para os nossos reporteres. O Presidente Pedro (PP) andava de um lado para o outro e ora cumprimentava mais uns bikers, ora dava uma indicação que lhe pediam, ora estabelecia com a BTTretasLogística (Jorge Lima, Sebastião, Nelson e mais um) as decisões finais quanto aos locais do apoio. Mais uns minutos e ei-lo a reunir todo o pessoal pedalante (8 de Montibikers & Associados, 15 de AlvercaBikers, 8 ou mais do BTTLourel e uma dezena ou mais de BTTretas) para o "briefing" de partida, curto e esclarecedor. E toca a pedalar que já estamos atrasados! Formou-se a caravana com o PP à cabeça e com vagar fizemo-nos à estrada, numa fila bonita de se ver. Da estrada passámos às veredas do sopé da serra e com as primeiras subidas começou verdadeiramente o passeio. Sem pressas e sem lentidões, percurso muito equilibrado, puxando bastante aqui e ali mas sempre sem rebentar, pedalando e conversando foi seguindo a caravana. Até que das areias onde rolávamos surge numa bike o sempre indesejado furo, e numa roda de pneu sem câmara! A caravana estaciona e vai tirando fotografias, à espera da aniquilação rápida do problema, mas a coisa demora. Quando finalmente metem ar na roda acaba por acontecer o estoiro e volta tudo à estaca zero! Disseram que a jante, diferente, não podia receber a câmara de ar e, fosse ou não fosse, a verdade é que o dono da bike teve de conformar-se, ele e nós, com mais um compasso de espera. Revê-se a solução, roda ao chão, não estoira... e o pessoal prossegue na esteira do PP. Ora à sombra, ora ao sol, subindo e descendo, sempre com suavidade e espírito de (re)união, absolutamente notável para tão grande grupo, fomos avançando no percurso programado. Lagoa Azul, com mais um valente estoiro da câmara de ar da tal roda/jante p'a pneu sem câmara, recebendo mais uns longos minutos de atenção dos melhores mecânicos da caravana (e resultou, finalmente, com importante contributo do nosso ArrábidaBiker). Na Pedra Amarela extasiámo-nos com a amplidão da paisagem, luminosa e a estender-se desde os areais do Guincho e praias seguintes até Tejo acima, com os topos dos pilares das pontes a irromper dum leito de luz estendido sobre o rio. Fotografias, sobe e desce de pedra para pedra, saudações aos turistas que, a pé, vinham ali cobrar largo pagamento do esforço da subida, e, para os abastecidos, oportunidade de trincar a barrita de cereais ou a maçã, foi para isso que as trouxeram. Largados monte abaixo a caminho da próxima paragem, alongando a fila na descida e logo reagrupando na subida, visitámos a Peninha, mais em cima agora da Praia do Guincho e da Malveira da Serra. De novo a paisagem recebeu as atenções deliciadas dos pedalantes e os disparos repetidos das máquinas digitais, na esforçada tentativa de recolher toda a beleza daquela manhã sem mácula. Tudo foi acontecendo sem mais sobressaltos e apareceu, com perfeita localização e eficazmente organizado, um belo dum reforço de energias em que as laranjas, as bananas e as garrafinhas de água compensaram o desgaste já sofrido. Satisfeitos e recompostos, todos, os pedalantes prosseguiram a peregrinação com animada desenvoltura e alguns percalços, sem explosões desta vez. Rebentou um elo de engate de uma corrente, que foi substituido porque alguém tinha sido previdente e ofereceu logo a pécinha, e houve uma ou duas quedas sem consequências para além da chacota habitual dos companheiros. Foi-se percorrendo assim a bela serra e gastando a manhã a encher os olhos de paisagens e os ouvidos de piadas, risadas, estímulos solidários para espevitar andamentos e avisos nos pontos perigosos. Cumpriram-se 31 km com uma média final de 11,5 km/h, bem dentro do horário previsto (grande organização!...), todos chegaram sãos e salvos ao parque onde estavam as viaturas e, com excepção dos que não alinhavam no almoço (quase todos elementos que foram guias do passeio... olh'ó Bispo, já se pirou!...) passámos à etapa do banho. Instalações impecáveis, novas, duches com todos os buraquinhos a deitar água e a temperatura no ponto! Alívio bom para as tensões musculares que já visitavam alguns dos bikers. Assim que o pessoal se aprontou para a deslocação em direcção do almocinho o PP deu ordem de marcha e a caravana, agora automobilizada, seguiu-o para o local escolhido, um restaurante (self-service nos dias úteis) dentro da Zona Industrial da Abrunheira. O espaço, explorado por um biker conhecido do PP, esteve por nossa conta - e também do SintraBike, com uma apresentação de material pedalístico e divulgação das suas próximas iniciativas, com destaque para um tal festival de BTT. Para aquecer as bocas foram apresentadas umas miniaturas de croquetes e rissóis impecáveis, crocantes, divinais, e umas tapas muito boas, tudo isto regado a vinho da casa ou cerveja, tudo ótimo para quem já acusava alguma fomeca! Uma entrada em dois volumes, fazendo lembrar crepes na sua forma exterior, criou curiosidade para o ponto seguinte do menu, um acepipe que não me entusiasmou mas que se tragava bem. Com a algazarra do costume chegámos perto da hora dos cafés e o nosso PP botou palavra para os presentes, salientando com justos agradecimentos todos os apoios e boas colaborações que tinham contribuido para os belíssimos momentos de passeio e convívio que saboreámos. E antes que ele passasse à etapa final levantaram-se os Montibikers para fazer rasgado agradecimento aos BTTretas pela extraordinária oferta que com a organização deste passeio eles nos tinham feito. E MontiVictor puxou duma surpreendente Caneca Montibiker (original ideia do MontiEmídio) e, com um apertado abraço entregou-a ao PP como demonstração de todo o respeito e apreço que nos merecem os impagáveis BTTretas. Com esta tirada faltava só o nosso PP distribuir os sacos com as lembranças: uma garrafinha de vinho das conhecidas caves BTTretas acompanhando o Certificado de Presença no passeio, recheado de informação sobre alguns pontos do percurso que fizemos onde é de salientar a lembrança dos bombeiros que morreram no ataque ao devastador incêndio que ia aniquilando a serra há anos atrás. Boa jogada, há que lembrar os que se sacrificaram e aprender com os erros do passado. Na Cruz do Monge está uma memória.
Com o sabor das fraternais despedidas ainda presente, lá teve de se procurar onde pagar o estacionamento para se poder sair da Abrunheira e rumar a casa, nas calmas e com alegria.
Bela jornada, obrigado companheiros.
Abraikes. MontiVictor

E para terminar uns apanhados





segunda-feira, 12 de março de 2012

Os MontiBikers na Serra de Sintra numa organização Bttretas em 10 Março 2102

Enquanto não chega à redacção a crónica da grande jornada aqui ficam alguns registos em fotos e vídeos.


                                            Filme 01  Filme 02   Filme 03   Filme 04   Filme 05

Fotos
Videos
Videos  com a GoPro


sábado, 3 de março de 2012

MontiTreino Sabadal 03/03/2012

Este sábado realizou-se mais um MontiTreino, porém para aquecimento, o MontiFélix teve a gentileza de pagar o café e o pastel de nata, já prometido da semana passada, aquando do seu quinquagésimo aniversário.
MontiVictor também foi aniversariante esta semana, fazendo uns amigáveis sessenta e oito anitos.
Este MontiTreino tinha uma característica mais suave em termos de subidas acumuladas, sem contudo descurar essa vertente de termos de trepar algumas subiditas, porém de menor esforço físico e de regressarmos ao trilhos das nossas serras.
As 8:30 estavam os quatro MontiBikers a iniciar as pedaladas e a decidir qual o trajeto a seguir. Pedalando, pedalando, lá fomos rodando pelas salinas de alverca até aos caniços em direção a Vialonga. Antes de passarmos debaixo da autoestrada, saímos pela direita para passarmos por cima da ponte inacabada. Subimos até á Póvoa, passando pelo cemitério e virando á esquerda para fazermos mais uma subidita e passarmos pelas Bragadas. Fizemos os trilhos das bragadas, sempre junto á autoestrada até ao cemitério junto ao parque de lazer de Santa Iria.
Descemos a estrada antiga que vem ter aos caminhos de Fátima, onde a cruzamos direitos ao Quintanilho e subimos á nossa tão amiga “Mata do Paraíso”. Na Mata fizemos um trilho maravilha, para de seguida voltarmos a descer até Alpriate, onde ai sim apanhamos os Caminhos de Fátima até á Póvoa para nos despedirmos do MontiFélix e regressarmos a Alverca onde chegamos pelas 12:10.

No computador da bike:
Distância percorrida: 36,18 kms
Velocidade máxima: 38,70 kms/h
Média: 13,50 kms/h
Tempo em movimento: 2 horas e 40 min

Fotos


Video
Para a semana os MontiBikers vão até á linda cidade de Sintra, para passear pelas hortas dos nossos amigos BTTretas, na companhia dos AlvercaBikes e mais alguns amigos amantes do BTT.
Mais uns Videos



Inté lá