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domingo, 17 de abril de 2011

Passeio até à estação eléctrica da EDP no Tojal

Com o MontiEmídio a andar em bicla no alcatrão até aoa Espichel, com o MontiNando em repouso depois de extrair um siso, MontiVictor e eu fomos à descoberta de novos trilhos.
Hoje vimos muitos grupos de Bttistas nos trilhos e foi com um deles como guia que fomos até à sub-estação da EDP no Tojal.
Logo na rotunda do alambique da central de cervejas de Vialonga, cruzamo-nos com o primeiro grupo.
 Seguimos para o trilho das quintas de Vialonga até à Granja, neste pequeno trajecto foram muitos os grupos de companheiros que saudamos. Até ao Tojal foi rolar para o aquecimento. Na estrada para Bucelas uma subidita até ao restaurante Os Pneus. Saímos da estrada e subimos por um trilho mesmo por trás do restaurante. Subida empinada e estreita com muitos sulcos e alguma pedra solta. Aqui encontraríamos o grupo que nos serviria de guia até à estação da EDP. Estavam parados a tratar de um furo da bike de um dos elementos, o grupo era constituído por uns 8 elementos, eram os Metralhas, grupo de Lisboa.
Neste trilho temos de tudo, subidas, descida, com pedra sem pedra, estradão, singles, muito arvoredo e zonas descampadas. Grupo simpático que na altura da separação indicaram-nos o melhor caminho para o nosso regresso.
Companheiros MontiBikers, juntando este trilho ao das Eólicas, ficámos com uma manhã de pedalanço bem preenchido. Um track a registar em GPS.
Antes de regressarmos a casa ainda fomos fazer uma visita à Senhora da ginginha, e podemos dizer-vos que a Senhora estava bem de saúde. Mesmo a chegar tive um furo na roda de trás. Um prego, não no pão mas no pneu, grande e ferrugento, mas primeiro fomos à visita o prego que esperasse.
Depois da câmara de ar substituída foi regressar a Alverca para a lavagem das nossas "meninas" no Elevante Azul" na Verdelha, já começa a ser o nosso posto de lavagem privativo, onde a simpática menina nos faculta uns paninhos para enxugarmos as nossas bikes. Recomenda-se, atendimento personalizado. Chegada à garagem com aproximadamente 48km percorridos e muito boa disposição.
 Para a semana novos trilhos nos esperam
Abraikes e boas pedaladas

As fotos

o filme " O papagaio Bttista"





quarta-feira, 13 de abril de 2011

Os Montis em Trilhos e Courelas by MontiCadilha

Como já temos descrições sobre o passeio, de salientar a primeira crónica do MontiVictor, coloco somente fotos e vídeos
VIDEOS
A Partida

Em pleno trilho

No abastecimento

No meio das fogueiras

A grande subida

Ai as malditas cãibras

Já falta pouco

No almoço

FOTOS


Abraikes e Boas Pedaladas








terça-feira, 12 de abril de 2011

Trilhos & Courelas

10 de Abril de 2011 em VENDAS NOVAS



Neste dia ensolarado de Primavera, os MontiBikers estiveram presentes pela primeira vez no passeio de BTT "Trilhos & Courelas 2011" realizado em Vendas Novas.
Este foi um passeio que os Montis consideram de treino, apesar de ter o dobro dos kms que habitualmente pedalam, o que provocou algum desgaste muscular. Cerca de 95% do passeio foi realizado em terreno mole de areia (primeiros kms) tendo realizado moça nos menos preparados ou com idade mais avançada, porém com excelentes derrapagens. Em estradão e em terra batida. Tivemos de passar por alguns riachos, o que nos levou a ter de molhar os pézinhos (maravilha).
Como se pode constatar pelos seus 54 kms de percurso e aproximadamente 769 metros de subida acumulada, o percurso não poderia ter grandes subidas, porém a organização reservou uma subidita com cerca de 250 metros, e de um grau de dificuldade elevado, onde muitos BTTistas tiveram de ser montados pelas bikes (levado as bikes às costas).
A lavagem das bikes estavam bem organizadas, assim como as 5 ***** do duche nas piscinas municipais.
A organização do almoço convívio estava um pouco desorganizada, uma vez que estava a deixar os participantes do evento muito tempo na rua ao estorrico do sol, enquanto que dentro do pavilhão só cerca de 20 % das mesas estavam ocupadas. No meio dessa desorganização há que dar os parabéns ao cozinheiro, pois a comida estava bem condimentada (até um pouco de mais) mas não fora do normal para um evento desta envergadura.
De salientar aqui no blog que os Montis estão a fazer progressos, pois já não são os últimos. Neste evento, em 586 participantes do trilho médio que cortaram a meta, os Montis ficaram em 548º, 549º, 550º e 551º, tendo com isso igualado os seus números de dorsal (o que será quando tiverem os dorsais número 1, 2 ,3, 4 e ....??).
















Abraikes
MontiEmídio


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Montibikers no passeio Trilhos & Courelas



Mais uma jornada gloriosa nos esperava depois do atribulado e despassarado início de viagem rumo a Vendas Novas. Trek e Cube no tejadilho do HondaNando e Ghost e Scott no do VolksCadilha, lá se acertou que a monticaravana seria guiada pelo HondaNando. Mas não se acertou por onde se saía da ensonada Alverca. De maneira que as montiviaturas deixaram de se ver, o que criou uma forte tensão no interior do VolksCadilha, com imediato recurso aos telélés em busca de contacto com o HondaNando. Mas isto da comunicação não é simples, ao contrário do que quase sempre pensamos. E torna-se matéria complicada na falta dos telélés, muito bem arrumadinhos entre as coisas que se põem "lá atrás na mala do carro". O
 MontiCadilha ia-se passando e resmungava repetidamente "Começou mal, vai acabar mal!". Até que os jovens Montis, a irreflectida juventude, lá fizeram stop já quase a entrar na primeira rotunda de Vendas Novas. Aí lá se lembraram de comunicar para os menos jovens dando conta de que afinal estavam vivos e até já tinham chegado! E que afinal os telélés até estavam com eles!...

Bem, esta parte termina com o reencontro, amuado, e a busca do local de recepção e concentração junto ao Pavilhão Gimnodesportivo Municipal.

Com o sol a brilhar, como se previa, aí fizemos a recolha dos "frontais", bebemos um cafézinho à pala e fomos às montiviaturas para a preparação final de montis e bikes. Com muito espaço de parque, todos os participantes estiveram à vontade e mais de seiscentos (700?) bikers estavam alinhados à hora e prontos para o início que, apenas retardado por algumas recomendações da organização e pela saudação do Presidente da Câmara de Vendas Novas, se registou pouco depois das 9:15.






 E aí vão eles, feitos serpente ondulante, pelas ruas da cidade alva, de horizontes largos, já desperta e curiosa, a caminho do quartel do Regimento de Artilharia, sem tropa à vista mas com os guias q. b. para nos encaminharem para os areais dos terrenos vizinhos, em que despontam arbustos, ervas rasteiras e os sobreiros e azinheiras já esperados em terras alentejanas. Depois das primeiras desacelerações e atrapalhações com os bancos de areia que constantemente apareciam no trilho, o pessoal foi-se habituando e percebendo que teria de aguentar nas pernas o esforço de se manter em cima das bikes. Alegremente se foram papando kms neste terreno enganador, a que os ribeiros davam uma nota divertida com o desafio de passar sem molhar os pés. E os Montis, sem poupar atenção nem exagerar esforços, foram mantendo um belo ritmo, a que

só a passagem acelerada dos bikers dos 85 km trazia a noção de que afinal havia quem andasse mais depressa. Sempre a pedalar com os companheiros debaixo de olho, os Montis subiram, desceram, planaram, foram tirando as necessárias fotografias e o MontiNando, sem se dar conta, até convenceu um jovem mais apressado a bater com as costas no chão mesmo rentinho a um chaparro. Nada de mau aconteceu a não ser o susto e foi bonito ver a pronta solidariedade e apoio que o desastrado biker recebeu. Recuperados os sorrisos, tornou-se a dar às canetas com redobrada energia e foi assim, vencendo a areia e as sucessivas subidas e descidas dum terreno ondulado sem ser agreste, que, alguns kms depois da separação 85-55, chegámos ao primeiro abastecimento, a meio dos nossos 55 km.



 Um primor!!! Num cenário de uma beleza natural surpreendente vários guarda-sóis coloridos abrigavam os devotados abastecedores, que nos ofereciam laranjas doces e sumarentas, cortadinhas aos gomos, bananas, águas, sumos, eu sei lá o quê mais.
Os bikers sentiram-se bem naquele paraíso e, completamente reanimados, voltaram aos trilhos, agora já sem areia que incomodasse.
Recomeçada a pedalagem tudo foi correndo ao mesmo jeito da primeira parte, agora com descidas mais rápidas e as correspondentes subidas menos fáceis, com alguns bikers a desmontar nas mais longas. E os Montis iam pedalando na maior, mantendo o grupo controlado, fotografias e vídeos sempre a rolar, notando-se embora que o MontiVictor já mostrava uma calma preferência pelo lugar de Vassourabiker. É então que, após uma belíssima descida, na passagem de uma ribeira mais caudalosa quase toda a gente é vencida pela corrente e acaba por meter os pesantes na água empurrando a bike para a margem. Aí o pessoal montou de novo e meteu uma média para um troço a subir que parecia acabar já ali, escondendo uma curva que não se via bem onde ia dar. Bem, chegados lá, bem no sítio, era aquela curva em gancho, com uma rampa longa e empinada, em que quem não tinha embalado se via aflito para avançar. MontiEmídio foi andando e MontiVictor atacou a subida com determinação e... bicicleta pela mão. A meio parou por ter compreeendido que as pernas já reclamavam por causa do esforço inicial nas areias dos sobrais. Aproveitou para tirar umas fotos, que o sítio era lindo e proporcionava uma visão belíssima do trilho. Vê passar o MontiCadilha, que é brindado com uma notável fotografia, há-de ver-se depois. Completa a subida e nota que as cãimbras saíram do saco e ameaçam tomar posse das suas gâmbias. Já nem sabe se o MontiNando ainda vem aí ou se passou sem ele ver. Monta na bike e retoma as pedaladas com cautela e alguma determinação. As pernas não se manifestam e MontiVictor vai andando. Os outros Montis não estão à vista mas passadas umas centenas de metros lá começam a aparecer, em jeito de agências de rating que observam a evolução da dívida pública e, embora prontos a ajudar, vão logicamente baixar a classificação do Vassourabiker. Por injusto que seja para os outros Montis era assim que o Vassourabiker se sentia naqueles assados de monta-desmonta, ai-que-dói-a-cãimbra, vamos lá a fazer um alongamento, ai-não-que-dói, tenho de esperar um pouco, vai ou não vai, não vai não, bom-vamos-lá-ver-se-sim, e lá se atrevia a pedalar de novo, até que uns kms à frente apareceu um apaziguador último abastecimento, o "de líquidos". O grupo ali esteve todo, meteu mais uns quartos de laranja (grande invenção) no bucho, o MontiVictor percebeu que havia outros bikers com problemas iguais e, com um agradecimento caloroso às simpáticas abastecedoras, retomou-se o trilho, sob um sol quente que libertava os odores fortes da esteva e outras plantas que povoam a planície alentejana. Bom cheiro aquele, amigos! Com mais uns kms de heróico esforço e companheirismo indestrutível lá rumámos à meta, à lavagem das bikes e à banhoca, duche nos balneários das piscinas municipais... boa a água, nada de acumulação de banhistas (pudera, já estavam todos a almoçar!...) e ficámos prontos para, arrumados os sacos, rumar ao almoço. Isso era o que tu querias! Vá que tens umas imperiais e uns torresmos meio-cá-meio-lá para trincar enquanto esperas mas vais ter que aguentar na fila para não lhe chamar bicha. Mas a bicha não anda (afinal já não é fila...), que merda é esta? Calma, MontiCadilha vai inspeccionar. Nós cá fora, na bicha, fazendo conversa mole com os companheiros esfomeados que connosco embichavam (cuidado com a linguagem...)! A certa altura vemos num sobressalto que a bicha começa a andar, que maravilha! Destravou, quem conseguiu? O nosso MontiCadilha! Foi aos responsáveis e pressiona aqui, critica ali, sugere acolá, meteu o mentor do "só entram cinco de cada vez quando sairem outros cinco" no bolso e o pessoal que esperava entrou de enxurrada, ocupou as mesas que havia livres e limpou mais umas tantas, de maneira que todos estavam sentados em menos de cinco minutos! Já mais apaziguados, recebemos com esperança uma sopa que, mal encarada, revelou estar muito boa, assim como as febras do porquinho, bem temperadas, saborosas, acompanhadas de um inesperado arroz de feijão (?!), batatas fritas de pacote (boas), salada mista dentro do costume, bebidas ajustadas ao momento (cerveja em jarro!) e uns acompanhamentos ocasionais de remoques e de explicações amáveis(MontiCadilha na berlinda) sobre a "enxurrada" da entrada. A verdade é que ficámos bem, até eu, MontiVictor, consegui esquecer com a dose dupla de arroz doce o tormento das cãimbrazinhas durante a fase final do passeio. Aqui chegados passamos ao café, à bica, que decidimos ir beber ao bar duma agremiação vizinha do recinto onde almoçámos. Pessoal bem disposto, alentejanos já na 3ª idade mas adeptos ainda da bicicleta como transporte e sempre prontos para uns dedos de conversa ou para dar uma amostra das suas habilidades. Topem o vídeo do MontiCadilha, está lá tudo, a começar na imitação do mocho! Despedidas fraternas e vamos embora, agora é sempre estrada! Até para o ano? Veremos! Foi um excelente passeio, meus amigos! Os pontos menos bons não ensombram uma organização que demonstrou ter tudo bem preparado e controlado. Questões como a da bicha do almoço são para deitar para as costas. Quando as houver os MontiBikers resolvem, com lugar de honra ao MontiCadilha. Viva o Alentejo e o Trilhos&Courelas! Viva! (Olhem lá, eu sei que escrevi muito, mas eu tinha de dizer isto tudo, percebem? É uma crónica alentejana já com alguma sustância mas que ainda é pobrezinha de tempero! Da próxima vez vou esmerar-me e a coisa sairá melhor!... e maior!). Abraikes. Victor.

sábado, 9 de abril de 2011

Ainda Fátima

Este é para recordar são imagens de arquivo


video


Amanhã vamos a Vendas Novas
passeio
Trilhos e Courelas

Abraikes e boas pedaladas
MontiCadilha


domingo, 3 de abril de 2011

Passeio a Fátima 26/27 de Março by MontiCadilha

Alô pessoal da Bike,
Mais uma jornada de grande confraternização finalizada pelo grupo MontiBikers, com a valiosa companhia de Ruibiker dos Nautibikers.
Com partida da nossa sede provisória e talvez definitiva, logo se verá com o passar dos anos, pelas 08:15h   e depois da bênção do nosso Presedente Srº Belarmino, o grupo fez-se ao trilho com uma energia nunca vista.

O grupo com o Sr. Presedente

Seguindo a rota dos peregrinos,  "Os Caminhos de Fátima", os Bikegrinos pedalaram em regime de aquecimento até ao primeiro ponto de abastecimento, Azambuja., no café O Diamante.

Pequeno almoço clica na foto para filme

Depois do estômago bem aconchegado prosseguimos para uma foto de grupo na placa indicativa dos Caminhos de Fátima  junto à estação da CP. 
Foto de grupo clica na foto para filme

Prosseguimos a nossa jornada rumo a Santarém, com passagem por Reguengo e Valada do Ribatejo. Em Valada depois de um cafézinho, atenção que na Azambuja não houve café, fomos dar uma espreitadela a um concurso de motonáutica modelismo. Barcos pequeninos mas muito irrequietos e  barulhentos.


Já a caminho de Santarém a GhostBike do MontiVictor furou, pneu da frente. Recordo que aquando de um breve reconhecimento deste trajecto, em Fevereiro último, eu o MontiEmidio e o MontiNando tivemos furos muito próximo deste local. Agora não sei se por inveja ou por castigo o único a ter furo foi o que tinha sido poupado. Montis e Nauti deitaram mãos à obra e trocaram a câmara de ar. Uns kms mais à frente novo furo e na mesma roda. Se foi castigo também não era preciso tanto, se foi de inveja, não havia necessidade.

Os furos clica na foto para filme

Próximo do aeródromo de Santarém juntou-se ao grupo dois amigos do Ruibiker, o Cunha e o Duarte que seriam os nossos guias até aos Olhos de Água e que entretanto já tinham tratado da reserva do nosso almoço, mão de vaca com grão. Depois de atravessarmos a cidade de Santarém o ritmo imposto por estes amigos aumentou. 
Rolando a bom ritmo clica na foto para filme

O tempo perdido com os furos foi recuperado. Já muito próximo do restaurante tivemos uma subida bem dura, com muita lama. Uma boa parte desta subida foi feita com a Scottbike pela mão. Esta subida tão cedo não a esquecerei, e os meus sapatos também não. 
Mais ou menos à hora prevista 13:30h chegamos ao restaurante já com um céu ameaçador, adivinhava-se chuva para a tarde.
No restaurante, caríssimos não me lembro do nome do dito cujo, estava à nossa espera uma mão de vaca com grão e uma "água" de Marinhais. Bela "água" talvez um pouco escura mas corria lindamente.

No almoço clica na foto para filme

A nossa Anfitriã servindo-nos o cafézinho

Já passava das 15:00h quando reiniciamos a nossa pedalada para Fátima já chovia e iria ser assim até aos Olhos de Água. Alguns troços de alcatrão mas em larga maioria por trilho, e alguns com um grau de dificuldade grande devido à lama. Por vezes tivemos que apear e levar as bikes pela mão.
Eram 17:15h quando chegamos aos Olhos de Água com saúde mas ensopados. Despedimos-nos dos nossos guias, Cunha e Duarte, Obrigado amigos pela valorosa companhia, e seguimos para a recepção do Centro de Ciência Viva do Alviela onde iríamos pernoitar.  
Foi-nos destinada uma camarata com 5 beliches, ou seja, todos dormiriam no rés-do-chão.
MontiVictor até parece que está na Serra da Estrela

Depois do banho quente merecido e de um passeio pelo parque foi o jantar, massada de cherne. 
No jantar clica na foto para filme

A hora do recolher foi às 11:30h como estava previsto. A noite foi calma, tirando os passeios nocturnos do MontiVictor e as voltas na cama do MontiEmidio. O homem deu tanta volta na cama que eu na cama da ponta acordei com uma nódoa negra na cocha e o Ruibiker na cama da outra ponta apareceu com uma lesão no tendão de Aquiles. Para a próxima MontiEmidio dorme no 1º andar.
Pelas 07:30h o despertador do MontiNando deu a alvorada, e às 08:30h já estavamos a tomar o pequeno almoço.
Alviela clica na foto para filme




A partida para a última etapa foi às 09:30h com o grupo bem disposto para enfrentar as grandes subidas da Serra de Stº António. Levávamos mais peso nas mochilas, a roupa do dia anterior continuava molhada pelo que o esforço despendido era maior e as subidas eram umas atrás de outras. Num dos pontos mais altos que atingimos avistava-se Minde era uma vista espectacular. A descida até Minde foi rápida, penso ter sido atingida aqui a velocidade mais alta, 60km/h.
Minde

Em Minde tomou-se o café da manhã com uma doçaria. 
Em Minde clica na foto para filme

Continuamos a nossa viagem com as últimas subidas até Fátima. Entramos nuns trilhos com uma paisagem muito bonita até chegarmos a uma estação eólica, a temperatura estava óptima e o céu limpo.
Na estação Eólica clica na foto para filme

 Depois foi uma descida até ao Santuário. Chegámos por volta das 13:00h, com a alegria de mais uma viagem cumprida e com êxito. 
Foto de grupo e visita à nova catedral clica para o filme

O almoço foi breve, sopa, prego no pão, cerveja e um café. Uma breve retrospectiva do trajecto efectuado e partida para as últimas pedaladas até ao Entroncamento. Troço todo ele percorrido em alcatrão com muito plano e descidas, da qual se destaca a descida dos dinossauros, mas o vento estava de frente e não deu para grandes velocidades.
Chegada ao Entroncamento às 16:30h, o nosso comboio era às 17:37h, tinhamos tempo suficiente para uma mudança de roupa, MontiEmidio e Ruibiker, para comprar os bilhetes, MontiNando e MontiVictor, para guardar as bikes, eu, e para tomarmos o último lanche juntos, no café da estação.

Na estação da CP Entroncamento clica na foto para filme

O "quim" chegou na hora, os guerreiros tomaram os seus lugares mais as suas "meninas" e foi uma alegre viagem até Alverca onde chegamos por volta das 19:00h.
No comboio clica na foto para filme

Para álbum de fotografias clica foto

Obrigado Companheiros por esta viagem maravilhosa, foi 5 *****, muita Alegria, muito Boa Disposição e muita Camaradagem.

RESUMO
Distância Percorrida ----- 165km
Horas a pedalar----- ~10Horas
Média----- 16km/h

Até à próxima 
ABRAIKES

E Boas Pedaladas

Passeio 02-04-2011

Este fim-de-semana os MontisPresentes fizeram um trilho de descontracção. No entanto ainda percorreram 42 kms. Passamos pelas salinas de Alverca em direcção á Póvoa, passamos pelas lezírias de Vialonga em direcção a Alpriate. Seguimos pela margem esquerda do rio Trancão até Sacavém, para ai virarmos á direita e seguirmos pela margem direita do mesmo rio, até ao Tojal.

No tojal paramos para reforço alimentar e para compensar os líquidos evaporados, bebemos com muito gosto uma ginjinha á saúde de todos os bttistas. Dai seguimos em direcção a Alverca, pois já se fazia tarde.

As fotos aqui apresentadas foram tiradas pelo nosso MontiSeniorVictor, que até ao momento ainda não pôs em prática as suas promessas de que um dia irá ter um tempinho para fazer a sua foto reportagem neste blog (apesar de já ter ido fazer a promessa a semana passada no nosso passeio a Fátima).

Hoje domingo fiz mais outros 40 kms numa volta em bike de estrada (pesa metade da minha de btt), com uns amigos que querem que participe no "XXV Passeio Internacional de Cicloturismo Sesimbra – Algarve (Espiche)". Pois se não houver nada que me impeça, lá irei, no mínimo marcar presença, com o espírito de chegar ao fim em cima da bike que me vão emprestar.

Mas antes dessa herculeana prova (para a minha capacidade), os MontiBikers tens já no Domingo 10 de Abril de percorrer os 54 kms do passeio de BTT em Vendas Novas "Trilhos & Courelas 2011 "


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Algumas fotos do passeio por Arcena no día 06-03-2011 que estávam por apresentar


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